sexta-feira, agosto 31, 2012
Back in time
Uma das minhas melhores amigas ligou para o número fixo da casa dos meus pais e ficámos uns vinte minutos na conversa. Just like the old times :)
Back in time
Uma das minhas melhores amigas ligou para o número fixo da casa dos meus pais e ficámos uns vinte minutos na conversa. Just like the old times :)
Back in time
Uma das minhas melhores amigas ligou para o número fixo da casa dos meus pais e ficámos uns vinte minutos na conversa. Just like the old times :)
quinta-feira, agosto 30, 2012
Curiosidade
Porque é que tanta gente tem aderido ao Goodreads nos últimos dias? Estão a oferecer caramelos e não me avisaram?
Curiosidade
Porque é que tanta gente tem aderido ao Goodreads nos últimos dias? Estão a oferecer caramelos e não me avisaram?
Curiosidade
Porque é que tanta gente tem aderido ao Goodreads nos últimos dias? Estão a oferecer caramelos e não me avisaram?
quarta-feira, agosto 29, 2012
Factos da vida
A mordidela de um cão só se cura com a *lambidela* de outro. E eu que andava convencida que era com a "mordidela de outro"! O que, bem vistas as coisas, pode explicar tanto...
Factos da vida
A mordidela de um cão só se cura com a *lambidela* de outro. E eu que andava convencida que era com a "mordidela de outro"! O que, bem vistas as coisas, pode explicar tanto...
Factos da vida
A mordidela de um cão só se cura com a *lambidela* de outro. E eu que andava convencida que era com a "mordidela de outro"! O que, bem vistas as coisas, pode explicar tanto...
terça-feira, agosto 28, 2012
O desemprego também tem coisas fixes
Nunca passei tanto tempo seguido só com roupa de praia e havaianas nos pés.
O desemprego também tem coisas fixes
Nunca passei tanto tempo seguido só com roupa de praia e havaianas nos pés.
O desemprego também tem coisas fixes
Nunca passei tanto tempo seguido só com roupa de praia e havaianas nos pés.
sábado, agosto 25, 2012
terça-feira, agosto 21, 2012
o tempo subitamente solto
o tempo, subitamente solto pelas ruas e pelos dias,
como a onda de uma tempestade a arrastar o mundo,
mostra-me o quanto te amei antes de te conhecer.
eram os teus olhos, labirintos de água, terra, fogo, ar,
que eu amava quando imaginava que amava. era a tua
a tua voz que dizia as palavras da vida. era o teu rosto.
era a tua pele. antes de te conhecer, existias nas árvores
e nos montes e nas nuvens que olhava ao fim da tarde.
muito longe de mim, dentro de mim, eras tu a claridade.
José Luís Peixoto
o tempo subitamente solto
o tempo, subitamente solto pelas ruas e pelos dias,
como a onda de uma tempestade a arrastar o mundo,
mostra-me o quanto te amei antes de te conhecer.
eram os teus olhos, labirintos de água, terra, fogo, ar,
que eu amava quando imaginava que amava. era a tua
a tua voz que dizia as palavras da vida. era o teu rosto.
era a tua pele. antes de te conhecer, existias nas árvores
e nos montes e nas nuvens que olhava ao fim da tarde.
muito longe de mim, dentro de mim, eras tu a claridade.
José Luís Peixoto
o tempo subitamente solto
o tempo, subitamente solto pelas ruas e pelos dias,
como a onda de uma tempestade a arrastar o mundo,
mostra-me o quanto te amei antes de te conhecer.
eram os teus olhos, labirintos de água, terra, fogo, ar,
que eu amava quando imaginava que amava. era a tua
a tua voz que dizia as palavras da vida. era o teu rosto.
era a tua pele. antes de te conhecer, existias nas árvores
e nos montes e nas nuvens que olhava ao fim da tarde.
muito longe de mim, dentro de mim, eras tu a claridade.
José Luís Peixoto
Pobre Bobby
Agora está viciado em cafuné. Ainda não percebi se por causa das dores, por mimo ou por manha.
Pobre Bobby
Agora está viciado em cafuné. Ainda não percebi se por causa das dores, por mimo ou por manha.
Pobre Bobby
Agora está viciado em cafuné. Ainda não percebi se por causa das dores, por mimo ou por manha.
segunda-feira, agosto 20, 2012
Dos livros para ler
O Expresso convidou uma série de "notáveis" a escolher 50 livros que toda a gente devia ler. Sei bem que ainda sou imatura, no que em termos de literatura diz respeito, mas nunca pensei que o resultado pudesse ser tão mau. Da lista, li apenas quatro títulos, dois dos quais em registo escolar: "O Grande Gatsby" e, obviamente, "Os Maias". Além destes, li mais duas das obras indicadas e fi-lo no último ano: "Lolita" e "O Monte dos Vendavais". Mas nem é isto o que mais surpreende. O que realmente me deixa desanimada é que, da lista, apenas me sinto tentada a ler, nos tempos mais próximos, um livro: "1984". E sou uma pessoa interessada, que gosta de ler. O que me deixa a pensar: é assim que se pretende incutir o gosto pela literatura num país onde quase ninguém se dá ao trabalho de agarrar um livro nos tempos livres?
Dos livros para ler
O Expresso convidou uma série de "notáveis" a escolher 50 livros que toda a gente devia ler. Sei bem que ainda sou imatura, no que em termos de literatura diz respeito, mas nunca pensei que o resultado pudesse ser tão mau. Da lista, li apenas quatro títulos, dois dos quais em registo escolar: "O Grande Gatsby" e, obviamente, "Os Maias". Além destes, li mais duas das obras indicadas e fi-lo no último ano: "Lolita" e "O Monte dos Vendavais". Mas nem é isto o que mais surpreende. O que realmente me deixa desanimada é que, da lista, apenas me sinto tentada a ler, nos tempos mais próximos, um livro: "1984". E sou uma pessoa interessada, que gosta de ler. O que me deixa a pensar: é assim que se pretende incutir o gosto pela literatura num país onde quase ninguém se dá ao trabalho de agarrar um livro nos tempos livres?
Dos livros para ler
O Expresso convidou uma série de "notáveis" a escolher 50 livros que toda a gente devia ler. Sei bem que ainda sou imatura, no que em termos de literatura diz respeito, mas nunca pensei que o resultado pudesse ser tão mau. Da lista, li apenas quatro títulos, dois dos quais em registo escolar: "O Grande Gatsby" e, obviamente, "Os Maias". Além destes, li mais duas das obras indicadas e fi-lo no último ano: "Lolita" e "O Monte dos Vendavais". Mas nem é isto o que mais surpreende. O que realmente me deixa desanimada é que, da lista, apenas me sinto tentada a ler, nos tempos mais próximos, um livro: "1984". E sou uma pessoa interessada, que gosta de ler. O que me deixa a pensar: é assim que se pretende incutir o gosto pela literatura num país onde quase ninguém se dá ao trabalho de agarrar um livro nos tempos livres?
Oh Cristo!
Anda para aí uma besta qualquer a dizer que, "em casos de violação o corpo tem mecanismos para evitar a gravidez". Pergunto-me se esse mesmo corpo não terá também mecanismos para morder a picha de quem diz alarvidades deste calibre. Puta que pariu estas criaturas!
Oh Cristo!
Anda para aí uma besta qualquer a dizer que, "em casos de violação o corpo tem mecanismos para evitar a gravidez". Pergunto-me se esse mesmo corpo não terá também mecanismos para morder a picha de quem diz alarvidades deste calibre. Puta que pariu estas criaturas!
Oh Cristo!
Anda para aí uma besta qualquer a dizer que, "em casos de violação o corpo tem mecanismos para evitar a gravidez". Pergunto-me se esse mesmo corpo não terá também mecanismos para morder a picha de quem diz alarvidades deste calibre. Puta que pariu estas criaturas!
domingo, agosto 19, 2012
Sou a minha própria heroína
Estou espantada comigo mesma. Atendendo às dificuldades dos últimos tempos, tenho-me mantido tranquila, sem qualquer vislumbre de desespero. Há dias melhores que outros, é certo, mas de uma forma geral, esforço-me por encarar as perdas como novas oportunidades e possibilidades em aberto para caminhos diferentes. Por enquanto não tem sido complicado deixar-me levar por este espírito. Quem sabe não traz coisas boas?
Sou a minha própria heroína
Estou espantada comigo mesma. Atendendo às dificuldades dos últimos tempos, tenho-me mantido tranquila, sem qualquer vislumbre de desespero. Há dias melhores que outros, é certo, mas de uma forma geral, esforço-me por encarar as perdas como novas oportunidades e possibilidades em aberto para caminhos diferentes. Por enquanto não tem sido complicado deixar-me levar por este espírito. Quem sabe não traz coisas boas?
Sou a minha própria heroína
Estou espantada comigo mesma. Atendendo às dificuldades dos últimos tempos, tenho-me mantido tranquila, sem qualquer vislumbre de desespero. Há dias melhores que outros, é certo, mas de uma forma geral, esforço-me por encarar as perdas como novas oportunidades e possibilidades em aberto para caminhos diferentes. Por enquanto não tem sido complicado deixar-me levar por este espírito. Quem sabe não traz coisas boas?
sábado, agosto 18, 2012
O Festim dos Corvos
"- O que ouves não é medo - disse-lhe o velho. - Aquilo é o som do desgosto, e para isso não há poções. Deixa que as lágrimas percorram o seu caminho, Sam. Não serás capaz de suster a corrente."
O Festim dos Corvos
"- O que ouves não é medo - disse-lhe o velho. - Aquilo é o som do desgosto, e para isso não há poções. Deixa que as lágrimas percorram o seu caminho, Sam. Não serás capaz de suster a corrente."
O Festim dos Corvos
"- O que ouves não é medo - disse-lhe o velho. - Aquilo é o som do desgosto, e para isso não há poções. Deixa que as lágrimas percorram o seu caminho, Sam. Não serás capaz de suster a corrente."
sexta-feira, agosto 17, 2012
É como um bebé
O meu Bobby foi atropelado e partiu uma perna. Agora chora a pedir mimo. É de partir o coração.
É como um bebé
O meu Bobby foi atropelado e partiu uma perna. Agora chora a pedir mimo. É de partir o coração.
É como um bebé
O meu Bobby foi atropelado e partiu uma perna. Agora chora a pedir mimo. É de partir o coração.
Felicidade aos bocadinhos
Dois livros novos, acabadinhos de chegar pelo correio. Um rabo saltitante de um cãozinho com uma tala na perna, radiante por nos ver. Coisas boas.
Felicidade aos bocadinhos
Dois livros novos, acabadinhos de chegar pelo correio. Um rabo saltitante de um cãozinho com uma tala na perna, radiante por nos ver. Coisas boas.
Felicidade aos bocadinhos
Dois livros novos, acabadinhos de chegar pelo correio. Um rabo saltitante de um cãozinho com uma tala na perna, radiante por nos ver. Coisas boas.
Ninguém é só boa pessoa
Mas esta mania de ceder às virtudes no exacto momento em que me passam por cima, crente em sentimentos altruístas e de boa índole, torna-me fraca aos olhos do Mundo. Cego.
Ninguém é só boa pessoa
Mas esta mania de ceder às virtudes no exacto momento em que me passam por cima, crente em sentimentos altruístas e de boa índole, torna-me fraca aos olhos do Mundo. Cego.
Ninguém é só boa pessoa
Mas esta mania de ceder às virtudes no exacto momento em que me passam por cima, crente em sentimentos altruístas e de boa índole, torna-me fraca aos olhos do Mundo. Cego.
quinta-feira, agosto 16, 2012
O carrasco
O coração ameaça saltar-lhe pela boca, sempre que pensa na ingenuidade de ter acreditado na bondade do carrasco que, de cabeça tapada e com total desprezo, lhe roubou o último balão de oxigénio. Deitada na cama revê a angústia daquela noite em que, enferma, tentava perceber o mundo que insistia em atropelá-la de novo, a ela, que tinha acabado de ser trucidada pela vida. Sem decência nem consideração, atirada para o lado como um trapo que nunca serviu o propósito e que há muito se substituiu. Sem conseguir controlar a respiração, é assim que se sente, agora, que percebeu o que se passou. Porque na altura, o capuz na cabeça e o desprezo não existiam. Pisada e humilhada, ela sabia que aquela conversa não podia acontecer por SMS, menos ainda naquela situação. Mas não dava o valor devido à falta de consideração e à recusa de se atender o telefone. O coração ameaça salta pela boca, ao recordar aquele momento. Pela ingenuidade de acreditar que há bondade por detrás de gestos destes. E só quando a realidade a abana e a coloca na pele de outra pessoa, daquela por quem nada disto é admissível, é que percebe que se enganou. Arranjamos sempre tempo e coragem para quem amamos e cuidamos de quem gostamos. O coração ameaça sair pela boca, novamente. Mas de raiva, por ter sido tão ingénua que acreditou na bondade do carrasco.
O carrasco
O coração ameaça saltar-lhe pela boca, sempre que pensa na ingenuidade de ter acreditado na bondade do carrasco que, de cabeça tapada e com total desprezo, lhe roubou o último balão de oxigénio. Deitada na cama revê a angústia daquela noite em que, enferma, tentava perceber o mundo que insistia em atropelá-la de novo, a ela, que tinha acabado de ser trucidada pela vida. Sem decência nem consideração, atirada para o lado como um trapo que nunca serviu o propósito e que há muito se substituiu. Sem conseguir controlar a respiração, é assim que se sente, agora, que percebeu o que se passou. Porque na altura, o capuz na cabeça e o desprezo não existiam. Pisada e humilhada, ela sabia que aquela conversa não podia acontecer por SMS, menos ainda naquela situação. Mas não dava o valor devido à falta de consideração e à recusa de se atender o telefone. O coração ameaça salta pela boca, ao recordar aquele momento. Pela ingenuidade de acreditar que há bondade por detrás de gestos destes. E só quando a realidade a abana e a coloca na pele de outra pessoa, daquela por quem nada disto é admissível, é que percebe que se enganou. Arranjamos sempre tempo e coragem para quem amamos e cuidamos de quem gostamos. O coração ameaça sair pela boca, novamente. Mas de raiva, por ter sido tão ingénua que acreditou na bondade do carrasco.
O carrasco
O coração ameaça saltar-lhe pela boca, sempre que pensa na ingenuidade de ter acreditado na bondade do carrasco que, de cabeça tapada e com total desprezo, lhe roubou o último balão de oxigénio. Deitada na cama revê a angústia daquela noite em que, enferma, tentava perceber o mundo que insistia em atropelá-la de novo, a ela, que tinha acabado de ser trucidada pela vida. Sem decência nem consideração, atirada para o lado como um trapo que nunca serviu o propósito e que há muito se substituiu. Sem conseguir controlar a respiração, é assim que se sente, agora, que percebeu o que se passou. Porque na altura, o capuz na cabeça e o desprezo não existiam. Pisada e humilhada, ela sabia que aquela conversa não podia acontecer por SMS, menos ainda naquela situação. Mas não dava o valor devido à falta de consideração e à recusa de se atender o telefone. O coração ameaça salta pela boca, ao recordar aquele momento. Pela ingenuidade de acreditar que há bondade por detrás de gestos destes. E só quando a realidade a abana e a coloca na pele de outra pessoa, daquela por quem nada disto é admissível, é que percebe que se enganou. Arranjamos sempre tempo e coragem para quem amamos e cuidamos de quem gostamos. O coração ameaça sair pela boca, novamente. Mas de raiva, por ter sido tão ingénua que acreditou na bondade do carrasco.
I'm sexy and I know it
Há melhor sítio para trocar o vestido que ficou ensopado com a chuva inesperada do que dentro do carro na movimentada praça do Saldanha em hora de ponta?
I'm sexy and I know it
Há melhor sítio para trocar o vestido que ficou ensopado com a chuva inesperada do que dentro do carro na movimentada praça do Saldanha em hora de ponta?
I'm sexy and I know it
Há melhor sítio para trocar o vestido que ficou ensopado com a chuva inesperada do que dentro do carro na movimentada praça do Saldanha em hora de ponta?
I wish life was easier
Num mundo melhor as pessoas boas nunca se cruzavam com pessoas menos bem intencionadas. Num mundo melhor o amor e entrega eram retribuídos na mesma moeda, gerando bem-estar e harmonia. Num mundo perfeito a traição não existia e ninguém procuraria o que não pode ter. Nesse mundo perfeito a rejeição não provocaria dor porque as trocas de sentimentos eram honestas, sem subterfúgios. A merda do mundo perfeito não existe.
I wish life was easier
Num mundo melhor as pessoas boas nunca se cruzavam com pessoas menos bem intencionadas. Num mundo melhor o amor e entrega eram retribuídos na mesma moeda, gerando bem-estar e harmonia. Num mundo perfeito a traição não existia e ninguém procuraria o que não pode ter. Nesse mundo perfeito a rejeição não provocaria dor porque as trocas de sentimentos eram honestas, sem subterfúgios. A merda do mundo perfeito não existe.
I wish life was easier
Num mundo melhor as pessoas boas nunca se cruzavam com pessoas menos bem intencionadas. Num mundo melhor o amor e entrega eram retribuídos na mesma moeda, gerando bem-estar e harmonia. Num mundo perfeito a traição não existia e ninguém procuraria o que não pode ter. Nesse mundo perfeito a rejeição não provocaria dor porque as trocas de sentimentos eram honestas, sem subterfúgios. A merda do mundo perfeito não existe.
Equilíbrios
Equilíbrios
Quando pensamos que estamos a ter um dia particularmente mau, surge alguém com problemas verdadeiramente sérios e tudo ganha uma nova dimensão. A que sempre deveria ter tido.
Equilíbrios
Quando pensamos que estamos a ter um dia particularmente mau, surge alguém com problemas verdadeiramente sérios e tudo ganha uma nova dimensão. A que sempre deveria ter tido.
terça-feira, agosto 14, 2012
Bodas de Coral
Há 35 anos, uma menina de 17 e um rapaz de 24 trocaram juras de amor num altar, com a família como testemunha. Três filhos e muitas aventuras depois, continuam unidos como no primeiro dia. Os meus pais, uma inspiração.
Bodas de Coral
Há 35 anos, uma menina de 17 e um rapaz de 24 trocaram juras de amor num altar, com a família como testemunha. Três filhos e muitas aventuras depois, continuam unidos como no primeiro dia. Os meus pais, uma inspiração.
Bodas de Coral
Há 35 anos, uma menina de 17 e um rapaz de 24 trocaram juras de amor num altar, com a família como testemunha. Três filhos e muitas aventuras depois, continuam unidos como no primeiro dia. Os meus pais, uma inspiração.
segunda-feira, agosto 13, 2012
domingo, agosto 12, 2012
Foi tão feio
Muito raramente falo de futebol, menos ainda de clubes que não sejam o Sporting, mas o empurrão que o Luisão deu ao árbitro obriga-me a deitar cá para fora o desprezo que senti pela equipa daquele clube que fica do lado errado da Segunda Circular. Mais do que o incidente em si, chocou-me os risos exuberantemente mal disfarçados de Jesus e Javi - é assim que se chamam? Que falta de respeito tremenda foi aquela?
Foi tão feio
Muito raramente falo de futebol, menos ainda de clubes que não sejam o Sporting, mas o empurrão que o Luisão deu ao árbitro obriga-me a deitar cá para fora o desprezo que senti pela equipa daquele clube que fica do lado errado da Segunda Circular. Mais do que o incidente em si, chocou-me os risos exuberantemente mal disfarçados de Jesus e Javi - é assim que se chamam? Que falta de respeito tremenda foi aquela?
Foi tão feio
Muito raramente falo de futebol, menos ainda de clubes que não sejam o Sporting, mas o empurrão que o Luisão deu ao árbitro obriga-me a deitar cá para fora o desprezo que senti pela equipa daquele clube que fica do lado errado da Segunda Circular. Mais do que o incidente em si, chocou-me os risos exuberantemente mal disfarçados de Jesus e Javi - é assim que se chamam? Que falta de respeito tremenda foi aquela?
sábado, agosto 11, 2012
Somos tantos!
Há muito tempo que deixei de ligar aos números deste blog, que nunca foram uma preocupação mas sim uma curiosidade. Hoje fui confirmar e fiquei espantada: aos 450 subscritores do Reader acrescem os 268 seguidores do Blogger e cerca de 100 visitas diárias do Sitemeter. Qualquer coisinha à volta de 800 interessados no que tenho para dizer, salvo repetições e visitas não-humanas. É muita gente a passar por aqui. Como diria uma amiga minha, desculpem a desarrumação mas façam de conta que a casa é vossa.
Somos tantos!
Há muito tempo que deixei de ligar aos números deste blog, que nunca foram uma preocupação mas sim uma curiosidade. Hoje fui confirmar e fiquei espantada: aos 450 subscritores do Reader acrescem os 268 seguidores do Blogger e cerca de 100 visitas diárias do Sitemeter. Qualquer coisinha à volta de 800 interessados no que tenho para dizer, salvo repetições e visitas não-humanas. É muita gente a passar por aqui. Como diria uma amiga minha, desculpem a desarrumação mas façam de conta que a casa é vossa.
Somos tantos!
Há muito tempo que deixei de ligar aos números deste blog, que nunca foram uma preocupação mas sim uma curiosidade. Hoje fui confirmar e fiquei espantada: aos 450 subscritores do Reader acrescem os 268 seguidores do Blogger e cerca de 100 visitas diárias do Sitemeter. Qualquer coisinha à volta de 800 interessados no que tenho para dizer, salvo repetições e visitas não-humanas. É muita gente a passar por aqui. Como diria uma amiga minha, desculpem a desarrumação mas façam de conta que a casa é vossa.
sexta-feira, agosto 10, 2012
A perplexidade mantém-se
Foi no final de 2008 que li uma frase que, por mais anos que passem, ainda me enche o coração de tristeza, tamanha a dor que transmite. Afinal, em que momento se deixa de gostar?
"... e onde, em que momento, em que palavra se deixa de querer
e onde, em que lugar, porque razão, se deixa de sentir..."
A perplexidade mantém-se
Foi no final de 2008 que li uma frase que, por mais anos que passem, ainda me enche o coração de tristeza, tamanha a dor que transmite. Afinal, em que momento se deixa de gostar?
"... e onde, em que momento, em que palavra se deixa de querer
e onde, em que lugar, porque razão, se deixa de sentir..."
A perplexidade mantém-se
Foi no final de 2008 que li uma frase que, por mais anos que passem, ainda me enche o coração de tristeza, tamanha a dor que transmite. Afinal, em que momento se deixa de gostar?
"... e onde, em que momento, em que palavra se deixa de querer
e onde, em que lugar, porque razão, se deixa de sentir..."
Pronúncias
Já se passaram quase 16 anos desde que fui para Lisboa estudar e só agora percebo por que é que se diz que as pessoas da minha terra falam a cantar.
Pronúncias
Já se passaram quase 16 anos desde que fui para Lisboa estudar e só agora percebo por que é que se diz que as pessoas da minha terra falam a cantar.
Pronúncias
Já se passaram quase 16 anos desde que fui para Lisboa estudar e só agora percebo por que é que se diz que as pessoas da minha terra falam a cantar.
quinta-feira, agosto 09, 2012
quarta-feira, agosto 08, 2012
Deve haver uma explicação
Pessoas que se aproximam de mim são por norma inseguras e com problemas de carência. Assim que encontram algum equilíbrio desaparecem. E não consigo deixar de acreditar que o problema não é, de todo, meu.
Deve haver uma explicação
Pessoas que se aproximam de mim são por norma inseguras e com problemas de carência. Assim que encontram algum equilíbrio desaparecem. E não consigo deixar de acreditar que o problema não é, de todo, meu.
Deve haver uma explicação
Pessoas que se aproximam de mim são por norma inseguras e com problemas de carência. Assim que encontram algum equilíbrio desaparecem. E não consigo deixar de acreditar que o problema não é, de todo, meu.
Esta capacidade de perdoar que me caracteriza
A Vanita de 20 anos está orgulhosa do desprendimento da Vanita de 33, mas esta não consegue deixar de sentir pena da inocência que, apesar de já não voltar, ainda a caracteriza. Nessa tal capacidade de perdoar o imperdoável.
Esta capacidade de perdoar que me caracteriza
A Vanita de 20 anos está orgulhosa do desprendimento da Vanita de 33, mas esta não consegue deixar de sentir pena da inocência que, apesar de já não voltar, ainda a caracteriza. Nessa tal capacidade de perdoar o imperdoável.
Esta capacidade de perdoar que me caracteriza
A Vanita de 20 anos está orgulhosa do desprendimento da Vanita de 33, mas esta não consegue deixar de sentir pena da inocência que, apesar de já não voltar, ainda a caracteriza. Nessa tal capacidade de perdoar o imperdoável.
terça-feira, agosto 07, 2012
segunda-feira, agosto 06, 2012
A marte, quem me dera a marte
Novo embuste para povo ver. Estamos a planear estragar outro planeta. Com sorte, nunca mais lá voltamos, como da última vez.
A marte, quem me dera a marte
Novo embuste para povo ver. Estamos a planear estragar outro planeta. Com sorte, nunca mais lá voltamos, como da última vez.
A marte, quem me dera a marte
Novo embuste para povo ver. Estamos a planear estragar outro planeta. Com sorte, nunca mais lá voltamos, como da última vez.
domingo, agosto 05, 2012
Sou da velha guarda
Há uma certa etiqueta que se perdeu com as redes sociais. O sigilo profissional desapareceu nas fotos e comentários que se publicam sem cessar a cada minuto que passa. O glamour dos entrevistados confunde-se com a postura pouco discreta dos entrevistadores que posam com sentido de propriedade nos mais variados eventos e espaços de trabalho. As queixas e reclamações fazem-se em posts afogueados que se partilham até com futuros leitores e amigos, assim como com a concorrência directa. O trabalho passou a ser um cartão de visita para vidas que, sem isso, se revelam cada vez mais vazias. Faz-se gala de serviços e obrigações, ao mesmo tempo que impera o copy paste das páginas públicas de gente conhecida. Não se investiga, copia-se e, se se der o caso, repete-se a notícia com a devida correcção feita por alguém que ousou por as mãos ao trabalho. Como se fazia antes desta torrente de informação nos mergulhar neste abismo sem sentido. Consome-se mais, a maior velocidade. Mas, distraídos com o espectáculo que contamina os próprios informadores, sabemos cada vez menos.
Sou da velha guarda
Há uma certa etiqueta que se perdeu com as redes sociais. O sigilo profissional desapareceu nas fotos e comentários que se publicam sem cessar a cada minuto que passa. O glamour dos entrevistados confunde-se com a postura pouco discreta dos entrevistadores que posam com sentido de propriedade nos mais variados eventos e espaços de trabalho. As queixas e reclamações fazem-se em posts afogueados que se partilham até com futuros leitores e amigos, assim como com a concorrência directa. O trabalho passou a ser um cartão de visita para vidas que, sem isso, se revelam cada vez mais vazias. Faz-se gala de serviços e obrigações, ao mesmo tempo que impera o copy paste das páginas públicas de gente conhecida. Não se investiga, copia-se e, se se der o caso, repete-se a notícia com a devida correcção feita por alguém que ousou por as mãos ao trabalho. Como se fazia antes desta torrente de informação nos mergulhar neste abismo sem sentido. Consome-se mais, a maior velocidade. Mas, distraídos com o espectáculo que contamina os próprios informadores, sabemos cada vez menos.
Sou da velha guarda
Há uma certa etiqueta que se perdeu com as redes sociais. O sigilo profissional desapareceu nas fotos e comentários que se publicam sem cessar a cada minuto que passa. O glamour dos entrevistados confunde-se com a postura pouco discreta dos entrevistadores que posam com sentido de propriedade nos mais variados eventos e espaços de trabalho. As queixas e reclamações fazem-se em posts afogueados que se partilham até com futuros leitores e amigos, assim como com a concorrência directa. O trabalho passou a ser um cartão de visita para vidas que, sem isso, se revelam cada vez mais vazias. Faz-se gala de serviços e obrigações, ao mesmo tempo que impera o copy paste das páginas públicas de gente conhecida. Não se investiga, copia-se e, se se der o caso, repete-se a notícia com a devida correcção feita por alguém que ousou por as mãos ao trabalho. Como se fazia antes desta torrente de informação nos mergulhar neste abismo sem sentido. Consome-se mais, a maior velocidade. Mas, distraídos com o espectáculo que contamina os próprios informadores, sabemos cada vez menos.
sábado, agosto 04, 2012
sexta-feira, agosto 03, 2012
Um mês
A janela do quarto, tão asséptico como se de um hotel de cinco estrelas se tratasse, tinha vista para o cemitério. Ao longe, o olhar atento captava as lápides e campas, que quase passavam despercebidas na confusão da cidade. No andar de baixo, uma figura pública de renome repousava, enlouquecendo staff médico, auxiliares e enfermeiras. Cá dentro, o medo residia preso num pequeno canto de onde não teve ordem para sair. Como se flutuasse numa realidade distante, aproveitei as mordomias de luxo e deixei as horas voar sem me amedrontar com o crepúsculo que anunciou o ansiado dia. Mas foram as drogas, benditas drogas, que me fizeram levitar até o pior passar. Só elas explicam a presença de espírito para as mensagens que enviei a poucos minutos de entrar para o bloco operatório. Isso e a alegria, atrevo-me a dizer que era alegria o que sentia naquele momento. Talvez fosse alívio, mas estava mascarado de felicidade. Uma felicidade que não conheceu limites no minuto em que tive consciência de regressar ao quarto. Ouvir as palavras do médico, aquelas palavras em específico, era tudo o que podia pedir. O mundo estava em equilíbrio. Os meus pais ali ao lado, os amigos bem presentes e o apoio do namorado fizeram o resto. Nada me faltou naquele momento, quando estava deitada naquela cama, em recuperação.
Um mês
A janela do quarto, tão asséptico como se de um hotel de cinco estrelas se tratasse, tinha vista para o cemitério. Ao longe, o olhar atento captava as lápides e campas, que quase passavam despercebidas na confusão da cidade. No andar de baixo, uma figura pública de renome repousava, enlouquecendo staff médico, auxiliares e enfermeiras. Cá dentro, o medo residia preso num pequeno canto de onde não teve ordem para sair. Como se flutuasse numa realidade distante, aproveitei as mordomias de luxo e deixei as horas voar sem me amedrontar com o crepúsculo que anunciou o ansiado dia. Mas foram as drogas, benditas drogas, que me fizeram levitar até o pior passar. Só elas explicam a presença de espírito para as mensagens que enviei a poucos minutos de entrar para o bloco operatório. Isso e a alegria, atrevo-me a dizer que era alegria o que sentia naquele momento. Talvez fosse alívio, mas estava mascarado de felicidade. Uma felicidade que não conheceu limites no minuto em que tive consciência de regressar ao quarto. Ouvir as palavras do médico, aquelas palavras em específico, era tudo o que podia pedir. O mundo estava em equilíbrio. Os meus pais ali ao lado, os amigos bem presentes e o apoio do namorado fizeram o resto. Nada me faltou naquele momento, quando estava deitada naquela cama, em recuperação.
Um mês
A janela do quarto, tão asséptico como se de um hotel de cinco estrelas se tratasse, tinha vista para o cemitério. Ao longe, o olhar atento captava as lápides e campas, que quase passavam despercebidas na confusão da cidade. No andar de baixo, uma figura pública de renome repousava, enlouquecendo staff médico, auxiliares e enfermeiras. Cá dentro, o medo residia preso num pequeno canto de onde não teve ordem para sair. Como se flutuasse numa realidade distante, aproveitei as mordomias de luxo e deixei as horas voar sem me amedrontar com o crepúsculo que anunciou o ansiado dia. Mas foram as drogas, benditas drogas, que me fizeram levitar até o pior passar. Só elas explicam a presença de espírito para as mensagens que enviei a poucos minutos de entrar para o bloco operatório. Isso e a alegria, atrevo-me a dizer que era alegria o que sentia naquele momento. Talvez fosse alívio, mas estava mascarado de felicidade. Uma felicidade que não conheceu limites no minuto em que tive consciência de regressar ao quarto. Ouvir as palavras do médico, aquelas palavras em específico, era tudo o que podia pedir. O mundo estava em equilíbrio. Os meus pais ali ao lado, os amigos bem presentes e o apoio do namorado fizeram o resto. Nada me faltou naquele momento, quando estava deitada naquela cama, em recuperação.
quinta-feira, agosto 02, 2012
quarta-feira, agosto 01, 2012
George R. R. Martin, o cómico
"Para Stephen Boucher
feiticeiro do Windows, dragão do DOS
sem o qual este livro teria sido
escrito a lápis"
George R. R. Martin, o cómico
"Para Stephen Boucher
feiticeiro do Windows, dragão do DOS
sem o qual este livro teria sido
escrito a lápis"
George R. R. Martin, o cómico
"Para Stephen Boucher
feiticeiro do Windows, dragão do DOS
sem o qual este livro teria sido
escrito a lápis"
Servidão Humana, de W. Somerset Maugham
Afinal, as angústias e crises existenciais há muito que roubam o sono de seres que se questionam desde tenra idade. Crescer, compreender o mundo que nos rodeia e encontrar o significado da vida é uma descoberta que se faz dia-a-dia, ao longo de toda a existência. Nada que não soubéssemos de ante-mão. A novidade é que os elaborados pensamentos que povoam mentes inquietas podem ser expostos com linguagem simples e directa, sem frases elaboradas e registos de estilo rococó. Este jeito de contar histórias, sem necessidade de engrandecer o ego do autor, encanta e deslumbra-me. W. Somerset Maugham fá-lo com mestria em "Servidão Humana", enquanto nos conduz pela vida de Philip do pé boto. Um romance auto-biográfico tão enternecedor e cru que apazigua a alma.
Servidão Humana, de W. Somerset Maugham
Afinal, as angústias e crises existenciais há muito que roubam o sono de seres que se questionam desde tenra idade. Crescer, compreender o mundo que nos rodeia e encontrar o significado da vida é uma descoberta que se faz dia-a-dia, ao longo de toda a existência. Nada que não soubéssemos de ante-mão. A novidade é que os elaborados pensamentos que povoam mentes inquietas podem ser expostos com linguagem simples e directa, sem frases elaboradas e registos de estilo rococó. Este jeito de contar histórias, sem necessidade de engrandecer o ego do autor, encanta e deslumbra-me. W. Somerset Maugham fá-lo com mestria em "Servidão Humana", enquanto nos conduz pela vida de Philip do pé boto. Um romance auto-biográfico tão enternecedor e cru que apazigua a alma.
Servidão Humana, de W. Somerset Maugham
Afinal, as angústias e crises existenciais há muito que roubam o sono de seres que se questionam desde tenra idade. Crescer, compreender o mundo que nos rodeia e encontrar o significado da vida é uma descoberta que se faz dia-a-dia, ao longo de toda a existência. Nada que não soubéssemos de ante-mão. A novidade é que os elaborados pensamentos que povoam mentes inquietas podem ser expostos com linguagem simples e directa, sem frases elaboradas e registos de estilo rococó. Este jeito de contar histórias, sem necessidade de engrandecer o ego do autor, encanta e deslumbra-me. W. Somerset Maugham fá-lo com mestria em "Servidão Humana", enquanto nos conduz pela vida de Philip do pé boto. Um romance auto-biográfico tão enternecedor e cru que apazigua a alma.
Servidão Humana #6
"Talvez render-se à felicidade fosse aceitar a derrota, mas tratava-se de uma derrota melhor do que muitas vitórias."
Servidão Humana #6
"Talvez render-se à felicidade fosse aceitar a derrota, mas tratava-se de uma derrota melhor do que muitas vitórias."
Servidão Humana #6
"Talvez render-se à felicidade fosse aceitar a derrota, mas tratava-se de uma derrota melhor do que muitas vitórias."
Servidão Humana #5
"Ele esperou sob as estrelas, sentado nos degraus da passagem, entre os arbustos que se erguiam altos em seu redor com as amoras a amadurecer. Do solo elevavam-se as ricas fragrâncias da noite e o ar estava macio e calmo. O coração palpitava-lhe como louco. Não conseguia perceber nada do que lhe estava a acontecer. Associava a paixão a gritos e a lagrimas e veemência, e não havia nada disso em Sally".
Servidão Humana #5
"Ele esperou sob as estrelas, sentado nos degraus da passagem, entre os arbustos que se erguiam altos em seu redor com as amoras a amadurecer. Do solo elevavam-se as ricas fragrâncias da noite e o ar estava macio e calmo. O coração palpitava-lhe como louco. Não conseguia perceber nada do que lhe estava a acontecer. Associava a paixão a gritos e a lagrimas e veemência, e não havia nada disso em Sally".
Servidão Humana #5
"Ele esperou sob as estrelas, sentado nos degraus da passagem, entre os arbustos que se erguiam altos em seu redor com as amoras a amadurecer. Do solo elevavam-se as ricas fragrâncias da noite e o ar estava macio e calmo. O coração palpitava-lhe como louco. Não conseguia perceber nada do que lhe estava a acontecer. Associava a paixão a gritos e a lagrimas e veemência, e não havia nada disso em Sally".
Servidão Humana #3
"Era uma das bizarrias da vida que se pudesse ver uma pessoa todos os dias durante meses e ser-se tão íntimo que nem se pudesse imaginar a existência sem essa pessoa; depois dava-se a separação e tudo continuava do mesmo modo, e o companheiro que parecera essencial revelava-se desnecessário. A vida continuava e nem sequer se sentia a sua falta."
Livros que nos roubam lágrimas
Emocionar através da literatura é uma arte ao alcance de poucos. Muito poucos.
Servidão Humana #3
"Era uma das bizarrias da vida que se pudesse ver uma pessoa todos os dias durante meses e ser-se tão íntimo que nem se pudesse imaginar a existência sem essa pessoa; depois dava-se a separação e tudo continuava do mesmo modo, e o companheiro que parecera essencial revelava-se desnecessário. A vida continuava e nem sequer se sentia a sua falta."
Servidão Humana #3
"Era uma das bizarrias da vida que se pudesse ver uma pessoa todos os dias durante meses e ser-se tão íntimo que nem se pudesse imaginar a existência sem essa pessoa; depois dava-se a separação e tudo continuava do mesmo modo, e o companheiro que parecera essencial revelava-se desnecessário. A vida continuava e nem sequer se sentia a sua falta."
Livros que nos roubam lágrimas
Emocionar através da literatura é uma arte ao alcance de poucos. Muito poucos.
Livros que nos roubam lágrimas
Emocionar através da literatura é uma arte ao alcance de poucos. Muito poucos.
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