Sábado, Dezembro 05, 2009

Acordar sonolento

Com uma música nova!

Sexta-feira, Dezembro 04, 2009

É verdade que os blogues não estão em alta

Mas por aqui mantém-se a tradição. Parabéns amiga!!

E de repente, voltei ao Andanças!

Estava a passear na Fnac do Chiado quando o som me chamou a atenção. Melhor, transportou-me até Agosto de 2007, para São Pedro do Sul. De repente estava numa tenda enorme, a dançar com estranhos, a rir e a largar as havaianas para ter mais agilidade. Fui até lá com os Monte Lunai, um nome a reter.

Mais informações aqui ou aqui.

Ou isso ou a banha da cobra!

Feinho que só ele! É o meu novo perfume, um drama finalmente resolvido. Há umas semanas que gastei todas as gotinhas dos vários perfumes que tinha cá em casa. Mas não me conseguia decidir a renovar o stock porque simplesmente enjoei os que usava e "sofro de um problema grave" - foi assim que me apresentei à senhora da perfumaria, que me olhou com ar de grande preocupação. Basicamente: não sei escolher perfumes! A funcionária respirou fundo, com ar de "ah, isso resolve-se", e lá me vendeu a banha da cobra quando já me encaminhava com um coffret bem jeitoso em direcção à caixa registadora. Expliquei-lhe que tinha ficado indecisa entre aquele que levava e o outro, que durante muitos anos fui viciada num especial, disse que já tinha usado uma fragrância mais suave que também gostava e que não me apetecia voltar aos Hugos desta vida. O problema é que agora queria mudar e não sabia para que lado me virar. Porque isto de cheirar pequenos papelinhos acabados de borrifar tem muito que se lhe diga. Até porque, na pele nunca fica o mesmo cheiro. E foi mesmo por aí que a dita senhora pegou. Pois diz que o Ph da minha pele não gosta de citrinos nem perfumes florais. Ácido - sabe-se lá onde foi buscar essas tendências! -, o meu Ph dá-se melhor com perfumes mais fortes, "madeira e talcos", especificou aquela que, naquele momento, já considerava como a minha melhor amiga. Mostrou-me dois: este da Burberry - que raio de embalagem tão pouco atractiva é aquela? - e um outro que já não me lembro. E convenceu-me. Das duas só sobra uma: esta mulher está na profissão certa! Só ainda não percebi se porque realmente domina o assunto ou porque tem jeito para nos dar a volta com uma grande pinta. Mas que vende, lá isso vende!

Terça-feira, Dezembro 01, 2009

Este ano foi mais cedo

Já fiz a árvore de Natal cá de casa!

Justiça

Uma história tem sempre dois lados. Quem ouve só um nunca poderá ter ideia do que realmente se passou. Nunca.

Sábado, Novembro 28, 2009

O meu amigo está de volta


No brinquedo novo* cá de casa!
[É do meu mano, mas o que é dele, é meu]

Quinta-feira, Novembro 26, 2009

Há três anos tentaram lançar a moda...


... mas não choveu! Parece que é desta, chegou o tempo delas. E eu vou mesmo precisar de umas!

Terça-feira, Novembro 24, 2009

Alguém que me ensine a viver!

Faltei à aula...

Tão querido!

Todos os dias cá chegam pessoas através das mais variadas pesquisas no Google. Muitos chegam com "caixa de segredos", "caixa dos segredos" ou, até, "petitsecrets". Há quem use o Google para abrir páginas e prefere assim. Eu acho fofinho, sobretudo estes últimos porque, quer dizer, até sabem o endereço que, admito, não é o mais fácil de decorar. Mas hoje foi a primeira vez - pelo menos que me tenha apercebido - que alguém cá chegou com este "petiti ssecrets". Não é amoroso? Sabiam ao que vinham, não sabiam era escrever. Espero que tenham gostado!

Quinta-feira, Novembro 19, 2009

É verdade que sou de lágrima fácil*

Mas também me consigo rir à grande. Sozinha e tudo!
*Não era, passei de um extremo ao outro, não sei porquê...

Quarta-feira, Novembro 18, 2009

Confessem lá!

Gostei tanto deste post da Cinderela que resolvi lançar aqui um desafio. Quantos de vocês, que leram o "Cem Anos de Solidão", do Gabriel Garcia Marques, tiveram de fazer uma cábula com a árvore genealógica da família Buendía? A sério, acho isto mesmo giro. Afinal, não lemos todos da mesma maneira. Digam de vossa justiça!

Depois conto a minha experiência. Se disser já, perde a piada ;)

Terça-feira, Novembro 17, 2009

A melhor mãe do mundo*

Faz hoje 50 anos!
*Apenas equiparada ao melhor pai do mundo

Segunda-feira, Novembro 16, 2009

Do incentivo #2

Corria o ano de 1994. Seguiu-se 1995 e 1996. A turma que me acompanhou desde a primária ficou, finalmente, para trás e todo um novo mundo se abria à minha frente. Novos colegas, novas amigas, novos horizontes e a certeza de um caminho que queria trilhar, sem saber bem como. Escolhi "humanidades" - na altura chamava-se assim, substituindo o "humanísticas" de outros tempos - e eram as aulas de Português que me encantavam. Português A, cinco horas por semana. Nada dessa banalidade dos outros agrupamentos que dava pelo nome de Português B, ensinado numas míseras três horas semanais. Adorava cada minuto daquelas aulas. Absorvia cada palavra como quem bebe sofregamente para esgotar uma sede que parece não ter fim. A culpa tem um nome. Maria Soledade. A minha professora de Português, provavelmente a mulher que mais me entusiasmou em 16 anos de escolaridade. Não era da terra, vinha de fora. Era divorciada, vivia sozinha com os seus gatos e não gostava de socializar com os colegas. Dizia-se que já tinha sofrido um cancro e que essa teria sido a razão do fim do seu casamento. Rumores, nunca confirmados. Maria Soledade era realmente feliz a ensinar. A ler Eugénio de Andrade, Fernando Pessoa e Cesário Verde, a analisar Florbela Espanca ou a decifrar "Os Maias", de Eça de Queirós. Também era feliz com a minha turma, dizia-o muitas vezes. Estávamos a dar início à "reforma de ensino", numa turma com 17 pessoas, apenas três rapazes. Lembro muitas daquelas aulas com um sorriso que ainda hoje recordo nos apontamentos que enchem os livros de cada ano. Eu, que nunca gostei de escrever nos livros. Enchi cada folha com o que ouvia e deixava-me perder naquele mundo. Tanto que só me apercebi do poder desse entusiasmo numa véspera de teste. Não sabia o que estudar, nem como estudar. Os meus colegas trocavam apontamentos na biblioteca e nada daquilo fazia sentido para mim. Tirei a melhor nota. Porquê? Não foi por ser melhor que ninguém, nada disso. Tirei a melhor nota porque aprendi. Parece simples? Quando é assim, é realmente simples. Mas é preciso vocação, paixão e entusiasmo. Basta isto para um professor agarrar os seus alunos. A prova é mesmo a média de notas dessa minha turma. E porque é que me lembrei disto hoje? Porque encontrei um livro que a Prof. Maria Soledade me deu. "A Casa das Mulheres", de Marion Zimmer Bradley. Está datado de 1994. Já passaram tantos anos como os que tinha na altura...

Sábado, Novembro 14, 2009

Selinho!

Este veio da Debor@h, do blogue http://doce-vida-dura.blogspot.com/. Obrigada!

Sexta-feira, Novembro 13, 2009

Sabedoria chinesa

"Se fores paciente num momento de ira,
escaparás a cem dias de tristeza"