terça-feira, julho 31, 2012

Happiness is a warm blanket


So true!

Happiness is a warm blanket


So true!

Happiness is a warm blanket


So true!

A minha mãe comprou o Borda D'Água

E sinto-me na obrigação de vos avisar para as catástrofes que nos aguardam em 2013. Atentem:

- "... em 2013 as tempestades e os naufrágios serão uma constante levando assim a muitos e devastadores infortúnios. Em terra a abundância será rara. Os cereais serão escassos, o azeite e o vinho serão pouco abundantes". Esta do vinho não calha nada bem...

- "Nas pessoas é previsível um aumento de doenças e mortes, sobretudo no sexo feminino. Seremos surpreendidos por mortes repentinas de pessoas com bastante influência e notoriedade na vida pública do país". Wow, será o caso de avisar alguns dos nossos políticos?

- "Os que nascerem sob o domínio de Marte serão inimigos da paz e cheios de ira, vivendo sem piedade, mentindo e enganando, pelo que se exige particular atenção a seus educadores, pois são crianças difíceis de educar mas também um desafio para a própria sociedade. A sua fisionomia será de rosto grande e com bastante sinais, pouco cabelo, olhar espantado, pescoço comprido, nariz grande e largo, dentes largos e afastados, poucas barbas no sexo masculino [!], pés largos e grandes, estas algumas das características previstas para os que irão nascer durante o ano de 2013". Será o anti-Cristo? Gezz...

A minha mãe comprou o Borda D'Água

E sinto-me na obrigação de vos avisar para as catástrofes que nos aguardam em 2013. Atentem:

- "... em 2013 as tempestades e os naufrágios serão uma constante levando assim a muitos e devastadores infortúnios. Em terra a abundância será rara. Os cereais serão escassos, o azeite e o vinho serão pouco abundantes". Esta do vinho não calha nada bem...

- "Nas pessoas é previsível um aumento de doenças e mortes, sobretudo no sexo feminino. Seremos surpreendidos por mortes repentinas de pessoas com bastante influência e notoriedade na vida pública do país". Wow, será o caso de avisar alguns dos nossos políticos?

- "Os que nascerem sob o domínio de Marte serão inimigos da paz e cheios de ira, vivendo sem piedade, mentindo e enganando, pelo que se exige particular atenção a seus educadores, pois são crianças difíceis de educar mas também um desafio para a própria sociedade. A sua fisionomia será de rosto grande e com bastante sinais, pouco cabelo, olhar espantado, pescoço comprido, nariz grande e largo, dentes largos e afastados, poucas barbas no sexo masculino [!], pés largos e grandes, estas algumas das características previstas para os que irão nascer durante o ano de 2013". Será o anti-Cristo? Gezz...

A minha mãe comprou o Borda D'Água

E sinto-me na obrigação de vos avisar para as catástrofes que nos aguardam em 2013. Atentem:

- "... em 2013 as tempestades e os naufrágios serão uma constante levando assim a muitos e devastadores infortúnios. Em terra a abundância será rara. Os cereais serão escassos, o azeite e o vinho serão pouco abundantes". Esta do vinho não calha nada bem...

- "Nas pessoas é previsível um aumento de doenças e mortes, sobretudo no sexo feminino. Seremos surpreendidos por mortes repentinas de pessoas com bastante influência e notoriedade na vida pública do país". Wow, será o caso de avisar alguns dos nossos políticos?

- "Os que nascerem sob o domínio de Marte serão inimigos da paz e cheios de ira, vivendo sem piedade, mentindo e enganando, pelo que se exige particular atenção a seus educadores, pois são crianças difíceis de educar mas também um desafio para a própria sociedade. A sua fisionomia será de rosto grande e com bastante sinais, pouco cabelo, olhar espantado, pescoço comprido, nariz grande e largo, dentes largos e afastados, poucas barbas no sexo masculino [!], pés largos e grandes, estas algumas das características previstas para os que irão nascer durante o ano de 2013". Será o anti-Cristo? Gezz...

Liberdade condicional #1

O Estado acredita que, por obrigar as pessoas a apresentarem-se em determinado sítio, em data pré-acordada, impede que os desempregados tenham o chamado "emprego por fora". Santa ingenuidade.

Liberdade condicional #1

O Estado acredita que, por obrigar as pessoas a apresentarem-se em determinado sítio, em data pré-acordada, impede que os desempregados tenham o chamado "emprego por fora". Santa ingenuidade.

Liberdade condicional #1

O Estado acredita que, por obrigar as pessoas a apresentarem-se em determinado sítio, em data pré-acordada, impede que os desempregados tenham o chamado "emprego por fora". Santa ingenuidade.

sexta-feira, julho 27, 2012

Trim, trim

- Boa tarde, queria esclarecer uma dúvida...
- Terá que ligar na segunda-feira. Os serviços já encerraram.
- Já? [relógio marca 15:57]
- Sim, sim. Encerramos às quatro.
- Ainda não são quatro.
- Falta um minuto.

Trim, trim

- Boa tarde, queria esclarecer uma dúvida...
- Terá que ligar na segunda-feira. Os serviços já encerraram.
- Já? [relógio marca 15:57]
- Sim, sim. Encerramos às quatro.
- Ainda não são quatro.
- Falta um minuto.

Trim, trim

- Boa tarde, queria esclarecer uma dúvida...
- Terá que ligar na segunda-feira. Os serviços já encerraram.
- Já? [relógio marca 15:57]
- Sim, sim. Encerramos às quatro.
- Ainda não são quatro.
- Falta um minuto.

quarta-feira, julho 25, 2012

Servidão Humana #2

"Talvez a sua taciturnidade escondesse um desprezo pela raça humana, que abandonara os grandes sonhos da sua juventude e chafurdava agora numa indiferença indolente; ou talvez estes trinta anos de revolução lhe tivessem ensinado que os homens não estão preparados para a liberdade e pensasse que tinha passado a vida em busca de algo que não merecia ser encontrado."

Servidão Humana #2

"Talvez a sua taciturnidade escondesse um desprezo pela raça humana, que abandonara os grandes sonhos da sua juventude e chafurdava agora numa indiferença indolente; ou talvez estes trinta anos de revolução lhe tivessem ensinado que os homens não estão preparados para a liberdade e pensasse que tinha passado a vida em busca de algo que não merecia ser encontrado."

Servidão Humana #2

"Talvez a sua taciturnidade escondesse um desprezo pela raça humana, que abandonara os grandes sonhos da sua juventude e chafurdava agora numa indiferença indolente; ou talvez estes trinta anos de revolução lhe tivessem ensinado que os homens não estão preparados para a liberdade e pensasse que tinha passado a vida em busca de algo que não merecia ser encontrado."

terça-feira, julho 24, 2012

A melhor parte de fazer exercício?

É o descanso que se segue.

A melhor parte de fazer exercício?

É o descanso que se segue.

A melhor parte de fazer exercício?

É o descanso que se segue.

Servidão Humana

"- Enquanto te revoltares contra a tua deformidade, ela só te vai trazer vergonha. Mas se a encarares como uma cruz que só te foi dada porque as tuas costas são suficientemente fortes para a carregar, sinal de favor de Deus, então ela será fonte de felicidade e não de sofrimento."

Servidão Humana

"- Enquanto te revoltares contra a tua deformidade, ela só te vai trazer vergonha. Mas se a encarares como uma cruz que só te foi dada porque as tuas costas são suficientemente fortes para a carregar, sinal de favor de Deus, então ela será fonte de felicidade e não de sofrimento."

Servidão Humana

"- Enquanto te revoltares contra a tua deformidade, ela só te vai trazer vergonha. Mas se a encarares como uma cruz que só te foi dada porque as tuas costas são suficientemente fortes para a carregar, sinal de favor de Deus, então ela será fonte de felicidade e não de sofrimento."

sexta-feira, julho 20, 2012

O problema da democracia é este

Estão lá quatro anos, se tanto, destroem tudo ao desbarato e depois ninguém os responsabiliza por nada. É uma generalização e, por isso mesmo, tem pouco valor, mas começo a dar razão ao meu irmão que defende a monarquia em detrimento desta coisa que chamam de democracia mas que, de poder de todos, nada tem.

O problema da democracia é este

Estão lá quatro anos, se tanto, destroem tudo ao desbarato e depois ninguém os responsabiliza por nada. É uma generalização e, por isso mesmo, tem pouco valor, mas começo a dar razão ao meu irmão que defende a monarquia em detrimento desta coisa que chamam de democracia mas que, de poder de todos, nada tem.

O problema da democracia é este

Estão lá quatro anos, se tanto, destroem tudo ao desbarato e depois ninguém os responsabiliza por nada. É uma generalização e, por isso mesmo, tem pouco valor, mas começo a dar razão ao meu irmão que defende a monarquia em detrimento desta coisa que chamam de democracia mas que, de poder de todos, nada tem.

Começa a guerra

Quem detém o exclusivo da última entrevista a José Hermano Saraiva: Daniel Oliveira ou Fátima Campos Ferreira?

Começa a guerra

Quem detém o exclusivo da última entrevista a José Hermano Saraiva: Daniel Oliveira ou Fátima Campos Ferreira?

Começa a guerra

Quem detém o exclusivo da última entrevista a José Hermano Saraiva: Daniel Oliveira ou Fátima Campos Ferreira?

Trimm, trimm

- Boa tarde, gostaríamos de lhe fazer um inquérito...
- Eu não sou a dona da casa.
- Mas é menor?
- Sim! (lol)

Trimm, trimm

- Boa tarde, gostaríamos de lhe fazer um inquérito...
- Eu não sou a dona da casa.
- Mas é menor?
- Sim! (lol)

Trimm, trimm

- Boa tarde, gostaríamos de lhe fazer um inquérito...
- Eu não sou a dona da casa.
- Mas é menor?
- Sim! (lol)

Lost

Acabei agora de assistir ao último episódio e ainda estou em choque. Estou com dois anos de atraso, eu sei. Um dia destes pronuncio-me sobre o final. Se conseguir.

Lost

Acabei agora de assistir ao último episódio e ainda estou em choque. Estou com dois anos de atraso, eu sei. Um dia destes pronuncio-me sobre o final. Se conseguir.

Lost

Acabei agora de assistir ao último episódio e ainda estou em choque. Estou com dois anos de atraso, eu sei. Um dia destes pronuncio-me sobre o final. Se conseguir.

quinta-feira, julho 19, 2012

A sério

A "Mixórdia de Temáticas" arranca gargalhadas a alguém?

A sério

A "Mixórdia de Temáticas" arranca gargalhadas a alguém?

A sério

A "Mixórdia de Temáticas" arranca gargalhadas a alguém?

Acabou a silly season

Abriu a época dos fogos.

Acabou a silly season

Abriu a época dos fogos.

Acabou a silly season

Abriu a época dos fogos.

É aquela coisa do Karma

Então há uma semana, Alberto João Jardim afirmou que havia bombeiros a mais na ilha? O mesmo senhor que é responsável pelo abandono dos postos de vigilância de incêndios florestais e pela ausência de meios aéreos de combate aos fogos na região autónoma. Pois.

É aquela coisa do Karma

Então há uma semana, Alberto João Jardim afirmou que havia bombeiros a mais na ilha? O mesmo senhor que é responsável pelo abandono dos postos de vigilância de incêndios florestais e pela ausência de meios aéreos de combate aos fogos na região autónoma. Pois.

É aquela coisa do Karma

Então há uma semana, Alberto João Jardim afirmou que havia bombeiros a mais na ilha? O mesmo senhor que é responsável pelo abandono dos postos de vigilância de incêndios florestais e pela ausência de meios aéreos de combate aos fogos na região autónoma. Pois.

E depois é cool ir ao World Press Photo

Uma pessoa está a inteirar-se da situação na Madeira quando se depara com esta foto*, entre tantas que ilustram a tragédia que assola o Funchal. E, à parte do drama, atreve-se a destacar o quão poderosa esta imagem é, com a igreja em contraste com o incêndio. Mais um bocadinho e crucificavam-me.

*Infelizmente não consegui descobrir de quem é, mas os meus parabéns ao autor

Adenda: Descobriu a Carolina, a foto é Gustavo Lima

E depois é cool ir ao World Press Photo

Uma pessoa está a inteirar-se da situação na Madeira quando se depara com esta foto*, entre tantas que ilustram a tragédia que assola o Funchal. E, à parte do drama, atreve-se a destacar o quão poderosa esta imagem é, com a igreja em contraste com o incêndio. Mais um bocadinho e crucificavam-me.

*Infelizmente não consegui descobrir de quem é, mas os meus parabéns ao autor

Adenda: Descobriu a Carolina, a foto é Gustavo Lima

E depois é cool ir ao World Press Photo

Uma pessoa está a inteirar-se da situação na Madeira quando se depara com esta foto*, entre tantas que ilustram a tragédia que assola o Funchal. E, à parte do drama, atreve-se a destacar o quão poderosa esta imagem é, com a igreja em contraste com o incêndio. Mais um bocadinho e crucificavam-me.

*Infelizmente não consegui descobrir de quem é, mas os meus parabéns ao autor

Adenda: Descobriu a Carolina, a foto é Gustavo Lima

quarta-feira, julho 18, 2012

Não mata mas mói

Esta coisa de acordar sem ter para onde ir. Felizmente está sol.

Não mata mas mói

Esta coisa de acordar sem ter para onde ir. Felizmente está sol.

Não mata mas mói

Esta coisa de acordar sem ter para onde ir. Felizmente está sol.

Encontrei a solução

Vou concorrer à "Casa dos Segredos".

Encontrei a solução

Vou concorrer à "Casa dos Segredos".

Encontrei a solução

Vou concorrer à "Casa dos Segredos".

Já vos disse que sou louca?

Quinze dias depois de uma anestesia geral, esparramei-me na praia! E o bem que me soube?

Já vos disse que sou louca?

Quinze dias depois de uma anestesia geral, esparramei-me na praia! E o bem que me soube?

Já vos disse que sou louca?

Quinze dias depois de uma anestesia geral, esparramei-me na praia! E o bem que me soube?

Sobre o amor e outros arrepios

Imaginem uma balança com dois pratos para pesos. Imaginem que cada um de nós, embora seja uma balança, apenas possui pesos para um dos lados, correspondentes a todas as especificidades da nossa personalidade. Estão a acompanhar? Conseguem visualizar a balança pendente, com um prato vazio? Agora voltem a usar a imaginação e visualizem a balança em equilíbrio perfeito, nem mais para um lado, nem mais para o outro. Pensem que isso acontece de forma natural, sem movimentos abruptos. Dois pesos, o equilíbrio perfeito.

E o que é que isto tem a ver com o amor, perguntam vocês, já impacientes. Então voltemos ao exercício da imaginação. Imaginem que um dia, na vossa vida rotineira, se cruzam com alguém que, não vos fazendo morrer de paixão, representa o equilíbrio perfeito na balança. Alguém cuja personalidade, mesmo que completamente oposta à vossa, vos traga harmonia com vocês próprios, mais do que alguma vez sentiram na vossa vida. Uma pessoa que, tal como o peso na balança, vos completa e equilibra de forma natural. Sem o arrepio da paixão avassaladora, mas com a cumplicidade de quem sabe que é feliz. Simplesmente feliz.

Isto é amor? Ou o amor não existe sem paixão? Melhor, a paixão antecede sempre o amor? O contrário não existe? Eu acredito nisto, na força de um sentimento como o que descrevi, mas tenho encontrado pouco consenso. E vocês, o que acham?

Sobre o amor e outros arrepios

Imaginem uma balança com dois pratos para pesos. Imaginem que cada um de nós, embora seja uma balança, apenas possui pesos para um dos lados, correspondentes a todas as especificidades da nossa personalidade. Estão a acompanhar? Conseguem visualizar a balança pendente, com um prato vazio? Agora voltem a usar a imaginação e visualizem a balança em equilíbrio perfeito, nem mais para um lado, nem mais para o outro. Pensem que isso acontece de forma natural, sem movimentos abruptos. Dois pesos, o equilíbrio perfeito.

E o que é que isto tem a ver com o amor, perguntam vocês, já impacientes. Então voltemos ao exercício da imaginação. Imaginem que um dia, na vossa vida rotineira, se cruzam com alguém que, não vos fazendo morrer de paixão, representa o equilíbrio perfeito na balança. Alguém cuja personalidade, mesmo que completamente oposta à vossa, vos traga harmonia com vocês próprios, mais do que alguma vez sentiram na vossa vida. Uma pessoa que, tal como o peso na balança, vos completa e equilibra de forma natural. Sem o arrepio da paixão avassaladora, mas com a cumplicidade de quem sabe que é feliz. Simplesmente feliz.

Isto é amor? Ou o amor não existe sem paixão? Melhor, a paixão antecede sempre o amor? O contrário não existe? Eu acredito nisto, na força de um sentimento como o que descrevi, mas tenho encontrado pouco consenso. E vocês, o que acham?

Sobre o amor e outros arrepios

Imaginem uma balança com dois pratos para pesos. Imaginem que cada um de nós, embora seja uma balança, apenas possui pesos para um dos lados, correspondentes a todas as especificidades da nossa personalidade. Estão a acompanhar? Conseguem visualizar a balança pendente, com um prato vazio? Agora voltem a usar a imaginação e visualizem a balança em equilíbrio perfeito, nem mais para um lado, nem mais para o outro. Pensem que isso acontece de forma natural, sem movimentos abruptos. Dois pesos, o equilíbrio perfeito.

E o que é que isto tem a ver com o amor, perguntam vocês, já impacientes. Então voltemos ao exercício da imaginação. Imaginem que um dia, na vossa vida rotineira, se cruzam com alguém que, não vos fazendo morrer de paixão, representa o equilíbrio perfeito na balança. Alguém cuja personalidade, mesmo que completamente oposta à vossa, vos traga harmonia com vocês próprios, mais do que alguma vez sentiram na vossa vida. Uma pessoa que, tal como o peso na balança, vos completa e equilibra de forma natural. Sem o arrepio da paixão avassaladora, mas com a cumplicidade de quem sabe que é feliz. Simplesmente feliz.

Isto é amor? Ou o amor não existe sem paixão? Melhor, a paixão antecede sempre o amor? O contrário não existe? Eu acredito nisto, na força de um sentimento como o que descrevi, mas tenho encontrado pouco consenso. E vocês, o que acham?

terça-feira, julho 17, 2012

Foi um dia longo

Inscrevermo-nos num Centro de Emprego é quase como assinar um papel a confirmar que falhámos. Inscrevermo-nos num Centro de Emprego com 33 anos é quase contra-natura. Houve um pequeno momento em que foi este o pensamento que me dominou. Felizmente não passou disso, de uma fração de tempo que não se estendeu demasiado. Se a vida muda, há que a encarar de frente, sem medo e sem baixar os braços. Dói, mas dói mais desistir. E isso eu não faço.

Foi um dia longo

Inscrevermo-nos num Centro de Emprego é quase como assinar um papel a confirmar que falhámos. Inscrevermo-nos num Centro de Emprego com 33 anos é quase contra-natura. Houve um pequeno momento em que foi este o pensamento que me dominou. Felizmente não passou disso, de uma fração de tempo que não se estendeu demasiado. Se a vida muda, há que a encarar de frente, sem medo e sem baixar os braços. Dói, mas dói mais desistir. E isso eu não faço.

Foi um dia longo

Inscrevermo-nos num Centro de Emprego é quase como assinar um papel a confirmar que falhámos. Inscrevermo-nos num Centro de Emprego com 33 anos é quase contra-natura. Houve um pequeno momento em que foi este o pensamento que me dominou. Felizmente não passou disso, de uma fração de tempo que não se estendeu demasiado. Se a vida muda, há que a encarar de frente, sem medo e sem baixar os braços. Dói, mas dói mais desistir. E isso eu não faço.

domingo, julho 15, 2012

Soerguido no ar

Soerguido no ar

Soerguido no ar

Ilusões


Às vezes é uma ideia, apenas uma ideia. Uma recriação egoísta e irreal que nos confunde a razão e transtorna os pensamentos. Uma sugestão tão doce como amarga que suspende a realidade e acelera o ritmo cardíaco, atrasando o fluir dos dias como um compasso de espera que obriga a controlar a dimensão das emoções. Veneno que destrói tudo por onde passa, à velocidade de um rio que corre na ânsia de desaguar no infinito de água livre e salgada.Uma imensidão sem limites que reúne em segredo todos os sonhos do mundo, num vai e vem constante, onde a calmaria e o sossego raramente têm lugar. Onde sucumbimos perante a beleza da tempestade, para por fim descansarmos. E recomeçar tudo de novo.

Ilusões


Às vezes é uma ideia, apenas uma ideia. Uma recriação egoísta e irreal que nos confunde a razão e transtorna os pensamentos. Uma sugestão tão doce como amarga que suspende a realidade e acelera o ritmo cardíaco, atrasando o fluir dos dias como um compasso de espera que obriga a controlar a dimensão das emoções. Veneno que destrói tudo por onde passa, à velocidade de um rio que corre na ânsia de desaguar no infinito de água livre e salgada.Uma imensidão sem limites que reúne em segredo todos os sonhos do mundo, num vai e vem constante, onde a calmaria e o sossego raramente têm lugar. Onde sucumbimos perante a beleza da tempestade, para por fim descansarmos. E recomeçar tudo de novo.

Ilusões


Às vezes é uma ideia, apenas uma ideia. Uma recriação egoísta e irreal que nos confunde a razão e transtorna os pensamentos. Uma sugestão tão doce como amarga que suspende a realidade e acelera o ritmo cardíaco, atrasando o fluir dos dias como um compasso de espera que obriga a controlar a dimensão das emoções. Veneno que destrói tudo por onde passa, à velocidade de um rio que corre na ânsia de desaguar no infinito de água livre e salgada.Uma imensidão sem limites que reúne em segredo todos os sonhos do mundo, num vai e vem constante, onde a calmaria e o sossego raramente têm lugar. Onde sucumbimos perante a beleza da tempestade, para por fim descansarmos. E recomeçar tudo de novo.

sábado, julho 14, 2012

Gustav Klimt

E assim, do nada, o Google saca-me com um miminho destes. O Beijo. Um dos meus quadros favoritos.

Gustav Klimt

E assim, do nada, o Google saca-me com um miminho destes. O Beijo. Um dos meus quadros favoritos.

Gustav Klimt

E assim, do nada, o Google saca-me com um miminho destes. O Beijo. Um dos meus quadros favoritos.

quinta-feira, julho 12, 2012

Eu tento estar positiva, que tento

Mas lamento profundamente o estado do país em que vivemos. Desemprego, impostos absurdos, sistema de saúde precário e palhaçada diária na Assembleia para animar as hostes e distrair os mansos. Onde chegámos!

Eu tento estar positiva, que tento

Mas lamento profundamente o estado do país em que vivemos. Desemprego, impostos absurdos, sistema de saúde precário e palhaçada diária na Assembleia para animar as hostes e distrair os mansos. Onde chegámos!

Eu tento estar positiva, que tento

Mas lamento profundamente o estado do país em que vivemos. Desemprego, impostos absurdos, sistema de saúde precário e palhaçada diária na Assembleia para animar as hostes e distrair os mansos. Onde chegámos!

Estar desempregada em 2012 é...

Perceber que fazemos parte de uma pequena multidão.

Estar desempregada em 2012 é...

Perceber que fazemos parte de uma pequena multidão.

Estar desempregada em 2012 é...

Perceber que fazemos parte de uma pequena multidão.

quarta-feira, julho 11, 2012

Sou uma sortuda

Ao longo dos tempos, a vida soube dar-me bons amigos. Daqueles que ficam, por mais anos que passem. Tesouros.

Sou uma sortuda

Ao longo dos tempos, a vida soube dar-me bons amigos. Daqueles que ficam, por mais anos que passem. Tesouros.

Sou uma sortuda

Ao longo dos tempos, a vida soube dar-me bons amigos. Daqueles que ficam, por mais anos que passem. Tesouros.

Tábua rasa


E se, de repente, começasse tudo do zero. Não era divertido?

Tábua rasa


E se, de repente, começasse tudo do zero. Não era divertido?

Tábua rasa


E se, de repente, começasse tudo do zero. Não era divertido?

terça-feira, julho 10, 2012

Dúvidas

Será que os dez anos de escutismo dão equivalência à tese de mestrado que ainda não apresentei?

Dúvidas

Será que os dez anos de escutismo dão equivalência à tese de mestrado que ainda não apresentei?

Dúvidas

Será que os dez anos de escutismo dão equivalência à tese de mestrado que ainda não apresentei?

domingo, julho 08, 2012

O Deus das Pequenas Coisas

Estranho livro este, que tanto se ama como se odeia. Apesar da crítica, quase unânime, que o enaltece, dificilmente o recomendaria de ânimo leve. É um livro difícil de ler, com uma história que raramente nos agarra com empatia. A autora abusa das figuras de estilo, rasando a loucura a anulando a beleza literária com que supostamente um texto bem trabalhado nos conquista. O que começa por me entusiasmar acaba por me enfadar, diminuindo o potencial de uma história que tinha tudo para ser brilhante.

O Deus das Pequenas Coisas

Estranho livro este, que tanto se ama como se odeia. Apesar da crítica, quase unânime, que o enaltece, dificilmente o recomendaria de ânimo leve. É um livro difícil de ler, com uma história que raramente nos agarra com empatia. A autora abusa das figuras de estilo, rasando a loucura a anulando a beleza literária com que supostamente um texto bem trabalhado nos conquista. O que começa por me entusiasmar acaba por me enfadar, diminuindo o potencial de uma história que tinha tudo para ser brilhante.

O Deus das Pequenas Coisas

Estranho livro este, que tanto se ama como se odeia. Apesar da crítica, quase unânime, que o enaltece, dificilmente o recomendaria de ânimo leve. É um livro difícil de ler, com uma história que raramente nos agarra com empatia. A autora abusa das figuras de estilo, rasando a loucura a anulando a beleza literária com que supostamente um texto bem trabalhado nos conquista. O que começa por me entusiasmar acaba por me enfadar, diminuindo o potencial de uma história que tinha tudo para ser brilhante.

sexta-feira, julho 06, 2012

Sosseguem-me lá

Falta pouco para a revolta dos assalariados, certo?

Sosseguem-me lá

Falta pouco para a revolta dos assalariados, certo?

Sosseguem-me lá

Falta pouco para a revolta dos assalariados, certo?

Assembleia da República

Birra de crianças que usam fato e gravata. Um par de estalos a cada um e um castigo bem ao jeito e estava o problema resolvido.

Assembleia da República

Birra de crianças que usam fato e gravata. Um par de estalos a cada um e um castigo bem ao jeito e estava o problema resolvido.

Assembleia da República

Birra de crianças que usam fato e gravata. Um par de estalos a cada um e um castigo bem ao jeito e estava o problema resolvido.

Inacreditável

Qualquer dia voto no Jerónimo de Sousa. É sempre a voz da razão.

Inacreditável

Qualquer dia voto no Jerónimo de Sousa. É sempre a voz da razão.

Inacreditável

Qualquer dia voto no Jerónimo de Sousa. É sempre a voz da razão.

quinta-feira, julho 05, 2012

Enquanto estive fora

Rebentou a escandaleira. Então diz que um ministro fez a licenciatura em tempo record. Não percebo o espanto e o tempo que se perde com estas coisas, há muito que se sabe que somos governados por uma cambada de mentirosos. Queriam o quê, dignidade?

Enquanto estive fora

Rebentou a escandaleira. Então diz que um ministro fez a licenciatura em tempo record. Não percebo o espanto e o tempo que se perde com estas coisas, há muito que se sabe que somos governados por uma cambada de mentirosos. Queriam o quê, dignidade?

Enquanto estive fora

Rebentou a escandaleira. Então diz que um ministro fez a licenciatura em tempo record. Não percebo o espanto e o tempo que se perde com estas coisas, há muito que se sabe que somos governados por uma cambada de mentirosos. Queriam o quê, dignidade?