terça-feira, dezembro 27, 2011

domingo, dezembro 25, 2011

sábado, dezembro 24, 2011

É do norte, carago!

Estranhamente, algumas das pessoas mais interessantes com que tenho mantido contacto através da net são da zona mais a norte do país. Coincidências?

É do norte, carago!

Estranhamente, algumas das pessoas mais interessantes com que tenho mantido contacto através da net são da zona mais a norte do país. Coincidências?

É do norte, carago!

Estranhamente, algumas das pessoas mais interessantes com que tenho mantido contacto através da net são da zona mais a norte do país. Coincidências?

sexta-feira, dezembro 23, 2011

Natal tradicional

Prepara-se tiramisu e bolo de bolacha para a Consoada.

Natal tradicional

Prepara-se tiramisu e bolo de bolacha para a Consoada.

Natal tradicional

Prepara-se tiramisu e bolo de bolacha para a Consoada.

De se tirar o chapéu

Este miúdo às vezes tem uns rasgos de lucidez brilhantes. Desta vez apeteceu-me bater palmas. Vão lá espreitar.

De se tirar o chapéu

Este miúdo às vezes tem uns rasgos de lucidez brilhantes. Desta vez apeteceu-me bater palmas. Vão lá espreitar.

De se tirar o chapéu

Este miúdo às vezes tem uns rasgos de lucidez brilhantes. Desta vez apeteceu-me bater palmas. Vão lá espreitar.

quarta-feira, dezembro 21, 2011

Ainda no espírito da quadra

Se pudesses, onde largavas uma bomba?

Ainda no espírito da quadra

Se pudesses, onde largavas uma bomba?

Ainda no espírito da quadra

Se pudesses, onde largavas uma bomba?

Não tenho nada contra os fumadores

Tenho contra a falta de educação. E não me venham dizer que levantarem-se da mesa de um jantar, ou saírem de um espaço de convívio, sem dizer palavra, para alimentar o vício não é, muitas vezes, usado como desculpa para cortar na casaca de quem deixam para trás. É perceptível, como tudo na vida. E sim, causa mau viver. E sim, são culpados disso.

Não tenho nada contra os fumadores

Tenho contra a falta de educação. E não me venham dizer que levantarem-se da mesa de um jantar, ou saírem de um espaço de convívio, sem dizer palavra, para alimentar o vício não é, muitas vezes, usado como desculpa para cortar na casaca de quem deixam para trás. É perceptível, como tudo na vida. E sim, causa mau viver. E sim, são culpados disso.

Não tenho nada contra os fumadores

Tenho contra a falta de educação. E não me venham dizer que levantarem-se da mesa de um jantar, ou saírem de um espaço de convívio, sem dizer palavra, para alimentar o vício não é, muitas vezes, usado como desculpa para cortar na casaca de quem deixam para trás. É perceptível, como tudo na vida. E sim, causa mau viver. E sim, são culpados disso.

segunda-feira, dezembro 19, 2011

Inesperado

Isto de fazer as pazes com os CTT é qualquer coisa de espectacular. Depois de lá ter voltado há uns dias para dar caminho a alguns postais e encomendas, nada se compara ao prazer do retorno afectuoso de pessoas que nunca vi. Seja desta menina, que não pára de me surpreender, ou de pessoas com quem nunca tinha trocado uma palavra que fosse. Nem sequer através pela Internet. Surpresas boas.

Inesperado

Isto de fazer as pazes com os CTT é qualquer coisa de espectacular. Depois de lá ter voltado há uns dias para dar caminho a alguns postais e encomendas, nada se compara ao prazer do retorno afectuoso de pessoas que nunca vi. Seja desta menina, que não pára de me surpreender, ou de pessoas com quem nunca tinha trocado uma palavra que fosse. Nem sequer através pela Internet. Surpresas boas.

Inesperado

Isto de fazer as pazes com os CTT é qualquer coisa de espectacular. Depois de lá ter voltado há uns dias para dar caminho a alguns postais e encomendas, nada se compara ao prazer do retorno afectuoso de pessoas que nunca vi. Seja desta menina, que não pára de me surpreender, ou de pessoas com quem nunca tinha trocado uma palavra que fosse. Nem sequer através pela Internet. Surpresas boas.

sábado, dezembro 17, 2011

Já valeu a pena

Um dia contei aqui uma história da minha vida para quem viesse a precisar de ajuda sobre o tema, relativamente raro e com informação escassa. No dia 4 de Dezembro alguém chegou a este blog à procura desse tipo de informação. Espero ter ajudado. Mais qualquer coisa, o mail está disponível para isso mesmo.

Já valeu a pena

Um dia contei aqui uma história da minha vida para quem viesse a precisar de ajuda sobre o tema, relativamente raro e com informação escassa. No dia 4 de Dezembro alguém chegou a este blog à procura desse tipo de informação. Espero ter ajudado. Mais qualquer coisa, o mail está disponível para isso mesmo.

Já valeu a pena

Um dia contei aqui uma história da minha vida para quem viesse a precisar de ajuda sobre o tema, relativamente raro e com informação escassa. No dia 4 de Dezembro alguém chegou a este blog à procura desse tipo de informação. Espero ter ajudado. Mais qualquer coisa, o mail está disponível para isso mesmo.

sexta-feira, dezembro 16, 2011

Magia

Ainda não tinha comprado um único presente de Natal até à hora de almoço de hoje. Em 15 minutos despachei 75%. Sou ou não um espetáculo?

Magia

Ainda não tinha comprado um único presente de Natal até à hora de almoço de hoje. Em 15 minutos despachei 75%. Sou ou não um espetáculo?

Magia

Ainda não tinha comprado um único presente de Natal até à hora de almoço de hoje. Em 15 minutos despachei 75%. Sou ou não um espetáculo?

quarta-feira, dezembro 14, 2011

Se Ian Curtis ainda fosse vivo, casa-me!

Se Ian Curtis ainda fosse vivo, casa-me!

Se Ian Curtis ainda fosse vivo, casa-me!

Arrumadinho não leves a mal!

Estou a pensar pegar na tua ideia e fazer um workshop. O tema seria: "Escrita de blogues: Como manter um blogue sem ceder à fama". O que achas?

Arrumadinho não leves a mal!

Estou a pensar pegar na tua ideia e fazer um workshop. O tema seria: "Escrita de blogues: Como manter um blogue sem ceder à fama". O que achas?

Arrumadinho não leves a mal!

Estou a pensar pegar na tua ideia e fazer um workshop. O tema seria: "Escrita de blogues: Como manter um blogue sem ceder à fama". O que achas?

Façam um pequeno exercício

Durante 20 minutos assistam ao desempenho de João J. na "Casa dos Segredos". Depois expliquem-me, com argumentos válidos, porque razão ele ainda está num programa de entretenimento com tantas audiências na televisão nacional. Ah, e dou alvíssaras a quem conseguir acompanhar o raciocínio daquela pessoa. Juro.

Façam um pequeno exercício

Durante 20 minutos assistam ao desempenho de João J. na "Casa dos Segredos". Depois expliquem-me, com argumentos válidos, porque razão ele ainda está num programa de entretenimento com tantas audiências na televisão nacional. Ah, e dou alvíssaras a quem conseguir acompanhar o raciocínio daquela pessoa. Juro.

Façam um pequeno exercício

Durante 20 minutos assistam ao desempenho de João J. na "Casa dos Segredos". Depois expliquem-me, com argumentos válidos, porque razão ele ainda está num programa de entretenimento com tantas audiências na televisão nacional. Ah, e dou alvíssaras a quem conseguir acompanhar o raciocínio daquela pessoa. Juro.

terça-feira, dezembro 13, 2011

PostCrossing

Quem disse que os miúdos não nos trazem saber? Felizmente, sempre acreditei nisso. E foi esta menina que me abriu os olhos para a nova moda. Em vez de continuarmos a esconder-nos atrás de um ecrã de computador, porque não complementar isso com uma ida aos Correios? Hoje enviei os meus primeiros postais a desconhecidos. E, seguramente, há mais de dez anos, que não entrava num posto dos CTT. É bom voltar às origens.

PostCrossing

Quem disse que os miúdos não nos trazem saber? Felizmente, sempre acreditei nisso. E foi esta menina que me abriu os olhos para a nova moda. Em vez de continuarmos a esconder-nos atrás de um ecrã de computador, porque não complementar isso com uma ida aos Correios? Hoje enviei os meus primeiros postais a desconhecidos. E, seguramente, há mais de dez anos, que não entrava num posto dos CTT. É bom voltar às origens.

PostCrossing

Quem disse que os miúdos não nos trazem saber? Felizmente, sempre acreditei nisso. E foi esta menina que me abriu os olhos para a nova moda. Em vez de continuarmos a esconder-nos atrás de um ecrã de computador, porque não complementar isso com uma ida aos Correios? Hoje enviei os meus primeiros postais a desconhecidos. E, seguramente, há mais de dez anos, que não entrava num posto dos CTT. É bom voltar às origens.

segunda-feira, dezembro 12, 2011

Wishlist 2012

Cumprido por duas vezes o objectivo para 2001, já sonho com as apostas para o próximo ano. Quero sempre mais do que consigo, mas sonhar ainda não é cobrado pela troika. Portanto, cá ficam algumas das obras que gostava de devorar em 2012:

Wishlist 2012

Cumprido por duas vezes o objectivo para 2001, já sonho com as apostas para o próximo ano. Quero sempre mais do que consigo, mas sonhar ainda não é cobrado pela troika. Portanto, cá ficam algumas das obras que gostava de devorar em 2012:

Wishlist 2012

Cumprido por duas vezes o objectivo para 2001, já sonho com as apostas para o próximo ano. Quero sempre mais do que consigo, mas sonhar ainda não é cobrado pela troika. Portanto, cá ficam algumas das obras que gostava de devorar em 2012:

Caros leitores do Público

Sejam bem vindos a este humilde estaminé. Sei que têm chegado aqui porque o Público relembrou a notícia de que os mais inteligentes se deitam mais tarde, de que falei aqui. Lamento só agora vos dar os bons dias mas, como bem se percebe, estive a dormir. E, entretanto, vou espalhar criatividade por aí. Espero que se divirtam.

Caros leitores do Público

Sejam bem vindos a este humilde estaminé. Sei que têm chegado aqui porque o Público relembrou a notícia de que os mais inteligentes se deitam mais tarde, de que falei aqui. Lamento só agora vos dar os bons dias mas, como bem se percebe, estive a dormir. E, entretanto, vou espalhar criatividade por aí. Espero que se divirtam.

Caros leitores do Público

Sejam bem vindos a este humilde estaminé. Sei que têm chegado aqui porque o Público relembrou a notícia de que os mais inteligentes se deitam mais tarde, de que falei aqui. Lamento só agora vos dar os bons dias mas, como bem se percebe, estive a dormir. E, entretanto, vou espalhar criatividade por aí. Espero que se divirtam.

sexta-feira, dezembro 09, 2011

Fãs das Crónicas de Gelo e Fogo

Sou a única a desenvolver um estranho fascínio por Sandor Clegane, o Cão de Caça? Ainda vou no terceiro livro, cuidado com os spoilers...

Fãs das Crónicas de Gelo e Fogo

Sou a única a desenvolver um estranho fascínio por Sandor Clegane, o Cão de Caça? Ainda vou no terceiro livro, cuidado com os spoilers...

Fãs das Crónicas de Gelo e Fogo

Sou a única a desenvolver um estranho fascínio por Sandor Clegane, o Cão de Caça? Ainda vou no terceiro livro, cuidado com os spoilers...

terça-feira, dezembro 06, 2011

Pergunto, quase indignada

- Porque é que as pessoas acham que a vida será melhor no outro planeta? Não poderá ser pior ou igual?
- É uma esperança.
- (assim me roubam as palavras)

Pergunto, quase indignada

- Porque é que as pessoas acham que a vida será melhor no outro planeta? Não poderá ser pior ou igual?
- É uma esperança.
- (assim me roubam as palavras)

Pergunto, quase indignada

- Porque é que as pessoas acham que a vida será melhor no outro planeta? Não poderá ser pior ou igual?
- É uma esperança.
- (assim me roubam as palavras)

Tenho um irmão que é maluco

Agora virou monárquico!

Tenho um irmão que é maluco

Agora virou monárquico!

Tenho um irmão que é maluco

Agora virou monárquico!

Passem os anos que passarem

Sei que ela vai sempre perguntar por mim com aquele sorriso que lhe ilumina a cara bonita e vai dizer-me para ir lá a casa com a mesma alegria e entrega que fazia quando tínhamos 12 anos. Como se entretanto, não se tivessem passado mais de 20 anos, ela não fosse já mãe de dois filhos e eu não vivesse noutra cidade. Nunca vou. Minto, há pouco tempo fui, reencontrámo-nos no casamento dela e falámos umas quantas vezes ao telefone. Só que, embora pareça, não foi ontem e, se começarmos a fazer as contas foi há dois ou há cinco anos. Felizmente, são dias que não têm o peso real do tempo. Passe o tempo que passar, sei que ela vai lá estar, tal como sempre esteve. Sem subterfúgios.

Passem os anos que passarem

Sei que ela vai sempre perguntar por mim com aquele sorriso que lhe ilumina a cara bonita e vai dizer-me para ir lá a casa com a mesma alegria e entrega que fazia quando tínhamos 12 anos. Como se entretanto, não se tivessem passado mais de 20 anos, ela não fosse já mãe de dois filhos e eu não vivesse noutra cidade. Nunca vou. Minto, há pouco tempo fui, reencontrámo-nos no casamento dela e falámos umas quantas vezes ao telefone. Só que, embora pareça, não foi ontem e, se começarmos a fazer as contas foi há dois ou há cinco anos. Felizmente, são dias que não têm o peso real do tempo. Passe o tempo que passar, sei que ela vai lá estar, tal como sempre esteve. Sem subterfúgios.

Passem os anos que passarem

Sei que ela vai sempre perguntar por mim com aquele sorriso que lhe ilumina a cara bonita e vai dizer-me para ir lá a casa com a mesma alegria e entrega que fazia quando tínhamos 12 anos. Como se entretanto, não se tivessem passado mais de 20 anos, ela não fosse já mãe de dois filhos e eu não vivesse noutra cidade. Nunca vou. Minto, há pouco tempo fui, reencontrámo-nos no casamento dela e falámos umas quantas vezes ao telefone. Só que, embora pareça, não foi ontem e, se começarmos a fazer as contas foi há dois ou há cinco anos. Felizmente, são dias que não têm o peso real do tempo. Passe o tempo que passar, sei que ela vai lá estar, tal como sempre esteve. Sem subterfúgios.

segunda-feira, dezembro 05, 2011

Da forma como nos vêem

Não é novidade, mas hoje apetece-me falar no assunto. Todos nós somos o resultado de três perspectivas: a forma como nos vemos, a forma como nos vêem e aquilo que realmente somos. E porque é que hoje me deu para reflectir sobre isto? Porque estou em destaque no blog da Lina, que me pediu uma opinião sobre uma frase que escrevi aqui no estaminé. E não, não é sobre isso que quero falar. Sobre esse assunto o debate está aberto no blog dela, se quiserem passem por lá. O que me traz aqui é mesmo o facto de a Lina ter dito que esperava outra coisa de mim, "algo cheio de sarcasmo". Não me surpreende que ela tenha pensado isso, mas deixa-me a pensar. De facto, a imagem que passamos, muitas vezes, não corresponde ao que somos. É preciso olhar para as pessoas com o coração, mais do que com os olhos e os ouvidos. Outro exemplo disto é que, ainda agora, alguém aqui no emprego, ao tentar entrar noutro computador, acaba de descobrir que a pessoa anterior usava o nick "provokadora10". Lá está, quem vê caras nem sempre vê o que se passa no íntimo. Sem nos apercebermos, ganhamos defesas e posturas que ditam a nossa personalidade aos olhos dos outros mas que, no fundo, não retratam o que somos. Sim, o sarcasmo é uma arma poderosa. A ironia é o meu nome do meio e tudo isto pode resultar numa imagem algo agressiva, admito. Mas não, nada disso reflecte o que sou.

Da forma como nos vêem

Não é novidade, mas hoje apetece-me falar no assunto. Todos nós somos o resultado de três perspectivas: a forma como nos vemos, a forma como nos vêem e aquilo que realmente somos. E porque é que hoje me deu para reflectir sobre isto? Porque estou em destaque no blog da Lina, que me pediu uma opinião sobre uma frase que escrevi aqui no estaminé. E não, não é sobre isso que quero falar. Sobre esse assunto o debate está aberto no blog dela, se quiserem passem por lá. O que me traz aqui é mesmo o facto de a Lina ter dito que esperava outra coisa de mim, "algo cheio de sarcasmo". Não me surpreende que ela tenha pensado isso, mas deixa-me a pensar. De facto, a imagem que passamos, muitas vezes, não corresponde ao que somos. É preciso olhar para as pessoas com o coração, mais do que com os olhos e os ouvidos. Outro exemplo disto é que, ainda agora, alguém aqui no emprego, ao tentar entrar noutro computador, acaba de descobrir que a pessoa anterior usava o nick "provokadora10". Lá está, quem vê caras nem sempre vê o que se passa no íntimo. Sem nos apercebermos, ganhamos defesas e posturas que ditam a nossa personalidade aos olhos dos outros mas que, no fundo, não retratam o que somos. Sim, o sarcasmo é uma arma poderosa. A ironia é o meu nome do meio e tudo isto pode resultar numa imagem algo agressiva, admito. Mas não, nada disso reflecte o que sou.

Da forma como nos vêem

Não é novidade, mas hoje apetece-me falar no assunto. Todos nós somos o resultado de três perspectivas: a forma como nos vemos, a forma como nos vêem e aquilo que realmente somos. E porque é que hoje me deu para reflectir sobre isto? Porque estou em destaque no blog da Lina, que me pediu uma opinião sobre uma frase que escrevi aqui no estaminé. E não, não é sobre isso que quero falar. Sobre esse assunto o debate está aberto no blog dela, se quiserem passem por lá. O que me traz aqui é mesmo o facto de a Lina ter dito que esperava outra coisa de mim, "algo cheio de sarcasmo". Não me surpreende que ela tenha pensado isso, mas deixa-me a pensar. De facto, a imagem que passamos, muitas vezes, não corresponde ao que somos. É preciso olhar para as pessoas com o coração, mais do que com os olhos e os ouvidos. Outro exemplo disto é que, ainda agora, alguém aqui no emprego, ao tentar entrar noutro computador, acaba de descobrir que a pessoa anterior usava o nick "provokadora10". Lá está, quem vê caras nem sempre vê o que se passa no íntimo. Sem nos apercebermos, ganhamos defesas e posturas que ditam a nossa personalidade aos olhos dos outros mas que, no fundo, não retratam o que somos. Sim, o sarcasmo é uma arma poderosa. A ironia é o meu nome do meio e tudo isto pode resultar numa imagem algo agressiva, admito. Mas não, nada disso reflecte o que sou.

Idiota

Avisou-me agora o cérebro da família, pelo menos assim se acha, que cometi um erro no post em que falo do 1 de Dezembro. Que não é Restauração da República, mas da Independência. É coisinha que é suposto saber mas, que querem que diga, enganei-me. Espantoso é que, até agora, ainda ninguém tinha reclamado.

Idiota

Avisou-me agora o cérebro da família, pelo menos assim se acha, que cometi um erro no post em que falo do 1 de Dezembro. Que não é Restauração da República, mas da Independência. É coisinha que é suposto saber mas, que querem que diga, enganei-me. Espantoso é que, até agora, ainda ninguém tinha reclamado.

Idiota

Avisou-me agora o cérebro da família, pelo menos assim se acha, que cometi um erro no post em que falo do 1 de Dezembro. Que não é Restauração da República, mas da Independência. É coisinha que é suposto saber mas, que querem que diga, enganei-me. Espantoso é que, até agora, ainda ninguém tinha reclamado.

sexta-feira, dezembro 02, 2011

Continua a azia

Se o meu carro tivesse sido dado, não tinha que me estar a roer por não ir ao Vodafone Mexefest, ao concerto de Samshing Pumpkins e de certeza que já tinha bilhete assegurado para ver Radiohead. É assim a vidinha...

Continua a azia

Se o meu carro tivesse sido dado, não tinha que me estar a roer por não ir ao Vodafone Mexefest, ao concerto de Samshing Pumpkins e de certeza que já tinha bilhete assegurado para ver Radiohead. É assim a vidinha...

Continua a azia

Se o meu carro tivesse sido dado, não tinha que me estar a roer por não ir ao Vodafone Mexefest, ao concerto de Samshing Pumpkins e de certeza que já tinha bilhete assegurado para ver Radiohead. É assim a vidinha...

Bullying cibernético

Como se os tempos de escola se tivessem eternizado nesse grande pátio que é a Internet. Combinam-se festas exclusivas, marcam-se fotos animadas, promovem-se amizades plásticas e inventam-se vidas cheias e completas. Mas esquecem-se que tudo isto é público e, ao mesmo tempo, simula-se falta de tempo para quem não interessa, desmarcam-se saídas que não se quer fazer e afasta-se o patinho feio da turma com duas ou três desculpas esfarrapadas. Com a diferença de que, aqui, está tudo à mostra. Não deixa de ser bullying, é apenas mais flagrante.

Bullying cibernético

Como se os tempos de escola se tivessem eternizado nesse grande pátio que é a Internet. Combinam-se festas exclusivas, marcam-se fotos animadas, promovem-se amizades plásticas e inventam-se vidas cheias e completas. Mas esquecem-se que tudo isto é público e, ao mesmo tempo, simula-se falta de tempo para quem não interessa, desmarcam-se saídas que não se quer fazer e afasta-se o patinho feio da turma com duas ou três desculpas esfarrapadas. Com a diferença de que, aqui, está tudo à mostra. Não deixa de ser bullying, é apenas mais flagrante.

Bullying cibernético

Como se os tempos de escola se tivessem eternizado nesse grande pátio que é a Internet. Combinam-se festas exclusivas, marcam-se fotos animadas, promovem-se amizades plásticas e inventam-se vidas cheias e completas. Mas esquecem-se que tudo isto é público e, ao mesmo tempo, simula-se falta de tempo para quem não interessa, desmarcam-se saídas que não se quer fazer e afasta-se o patinho feio da turma com duas ou três desculpas esfarrapadas. Com a diferença de que, aqui, está tudo à mostra. Não deixa de ser bullying, é apenas mais flagrante.

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Vou parar ao Inferno

Acabei de enganar um menino que veio fazer um peditório à minha porta. Espantado com a minha juventude, o rapaz deu-me 22 anos. Disse que estava quase lá, que tenho 23. Ele acreditou.

Vou parar ao Inferno

Acabei de enganar um menino que veio fazer um peditório à minha porta. Espantado com a minha juventude, o rapaz deu-me 22 anos. Disse que estava quase lá, que tenho 23. Ele acreditou.

Vou parar ao Inferno

Acabei de enganar um menino que veio fazer um peditório à minha porta. Espantado com a minha juventude, o rapaz deu-me 22 anos. Disse que estava quase lá, que tenho 23. Ele acreditou.

Quando eu nasci

O alfabeto só tinha 23 letras, as palavras usavam consoantes mudas, vivia-se no século XX e olhava-se com respeito para o longínquo ano 2000. Nas carteiras contavam-se escudos e centavos, lembram-se das moedas de 50 centavos? Ah, e celebrava-se a Restauração da República, a 1 de Dezembro. Era feriado nesse dia.

Quando eu nasci

O alfabeto só tinha 23 letras, as palavras usavam consoantes mudas, vivia-se no século XX e olhava-se com respeito para o longínquo ano 2000. Nas carteiras contavam-se escudos e centavos, lembram-se das moedas de 50 centavos? Ah, e celebrava-se a Restauração da República, a 1 de Dezembro. Era feriado nesse dia.

Quando eu nasci

O alfabeto só tinha 23 letras, as palavras usavam consoantes mudas, vivia-se no século XX e olhava-se com respeito para o longínquo ano 2000. Nas carteiras contavam-se escudos e centavos, lembram-se das moedas de 50 centavos? Ah, e celebrava-se a Restauração da República, a 1 de Dezembro. Era feriado nesse dia.