sexta-feira, outubro 29, 2010
Apresento-vos a minha nova companheira
Chama-se dor cervical, torcicolo ou o raio que a parta. Por mim, deixávamos de nos dar a partir de agora mesmo...
Apresento-vos a minha nova companheira
Chama-se dor cervical, torcicolo ou o raio que a parta. Por mim, deixávamos de nos dar a partir de agora mesmo...
Apresento-vos a minha nova companheira
Chama-se dor cervical, torcicolo ou o raio que a parta. Por mim, deixávamos de nos dar a partir de agora mesmo...
quarta-feira, outubro 27, 2010
Dos livros que acabei por milagre...
A prova de que escrever um romance por ano também pode ser sinónimo de compilar pesquisas feitas no Google em livros com mais de 500 páginas. Se aprendi alguma coisa, aprendi. Se foi interessante, até foi. Se eu podia ter feito o mesmo em casa, também podia. Provavelmente de uma forma bem mais apelativa.
Dos livros que acabei por milagre...
A prova de que escrever um romance por ano também pode ser sinónimo de compilar pesquisas feitas no Google em livros com mais de 500 páginas. Se aprendi alguma coisa, aprendi. Se foi interessante, até foi. Se eu podia ter feito o mesmo em casa, também podia. Provavelmente de uma forma bem mais apelativa.
Dos livros que acabei por milagre...
A prova de que escrever um romance por ano também pode ser sinónimo de compilar pesquisas feitas no Google em livros com mais de 500 páginas. Se aprendi alguma coisa, aprendi. Se foi interessante, até foi. Se eu podia ter feito o mesmo em casa, também podia. Provavelmente de uma forma bem mais apelativa.
Dos livros que deixei a meio...
O primeiro de todos. Era de leitura obrigatória no 11.º ano e traumatizou-me por isso mesmo, por me fazer falhar. Vi-me obrigada a baixar os braços. A marca ficou para sempre.
Apresentado como o Diário da Anne Frank russa, este tinha tudo para ser lido de um fôlego. Não li mais de 100 páginas, sempre com dificuldade. Aqui o processo foi mais pacífico porque nunca o larguei definitivamente. Aliás, o marcador ainda lá está...
A biografia de S. Francisco de Assis. Foi um presente do meu mano mas nunca me cativou. Esforcei-me, obriguei-me a gostar, sempre sem êxito. Está por ler.
Apresentado como o Diário da Anne Frank russa, este tinha tudo para ser lido de um fôlego. Não li mais de 100 páginas, sempre com dificuldade. Aqui o processo foi mais pacífico porque nunca o larguei definitivamente. Aliás, o marcador ainda lá está...
A biografia de S. Francisco de Assis. Foi um presente do meu mano mas nunca me cativou. Esforcei-me, obriguei-me a gostar, sempre sem êxito. Está por ler.
Dos livros que deixei a meio...
O primeiro de todos. Era de leitura obrigatória no 11.º ano e traumatizou-me por isso mesmo, por me fazer falhar. Vi-me obrigada a baixar os braços. A marca ficou para sempre.
Apresentado como o Diário da Anne Frank russa, este tinha tudo para ser lido de um fôlego. Não li mais de 100 páginas, sempre com dificuldade. Aqui o processo foi mais pacífico porque nunca o larguei definitivamente. Aliás, o marcador ainda lá está...
A biografia de S. Francisco de Assis. Foi um presente do meu mano mas nunca me cativou. Esforcei-me, obriguei-me a gostar, sempre sem êxito. Está por ler.
Apresentado como o Diário da Anne Frank russa, este tinha tudo para ser lido de um fôlego. Não li mais de 100 páginas, sempre com dificuldade. Aqui o processo foi mais pacífico porque nunca o larguei definitivamente. Aliás, o marcador ainda lá está...
A biografia de S. Francisco de Assis. Foi um presente do meu mano mas nunca me cativou. Esforcei-me, obriguei-me a gostar, sempre sem êxito. Está por ler.
Dos livros que deixei a meio...
O primeiro de todos. Era de leitura obrigatória no 11.º ano e traumatizou-me por isso mesmo, por me fazer falhar. Vi-me obrigada a baixar os braços. A marca ficou para sempre.
Apresentado como o Diário da Anne Frank russa, este tinha tudo para ser lido de um fôlego. Não li mais de 100 páginas, sempre com dificuldade. Aqui o processo foi mais pacífico porque nunca o larguei definitivamente. Aliás, o marcador ainda lá está...
A biografia de S. Francisco de Assis. Foi um presente do meu mano mas nunca me cativou. Esforcei-me, obriguei-me a gostar, sempre sem êxito. Está por ler.
Apresentado como o Diário da Anne Frank russa, este tinha tudo para ser lido de um fôlego. Não li mais de 100 páginas, sempre com dificuldade. Aqui o processo foi mais pacífico porque nunca o larguei definitivamente. Aliás, o marcador ainda lá está...
A biografia de S. Francisco de Assis. Foi um presente do meu mano mas nunca me cativou. Esforcei-me, obriguei-me a gostar, sempre sem êxito. Está por ler.
Odeio a minha colega de casa
Não sou uma morning person, não sou. Mal consigo pensar de manhã, detesto que me obriguem a falar e levo umas boas horas a acordar para o mundo. Agora imaginem o cenário quando sou confrontada com alguém que me faz soltar as estribeiras logo cedo. A minha colega de casa é insuportável, inoportuna e tem falta de tacto. Para completar a figura, adora intrometer-se no meu momento zen: os minutos que passo debaixo do chuveiro. Coincidência das coincidências, a minha hora de me despachar é sempre a hora dela. Mesmo que mude todos os dias. Na semana passada, quando o meu despertador tocou, recebi uma mensagem a perguntar-me a que horas eu ia tomar banho porque ela ia precisar da casa-de-banho dali a meia hora. Ok, despachei-me para não a atrapalhar. No dia seguinte tive que me levantar com as galinhas, às seis da manhã. Saio para o corredor e quem é que está lá de plantão à minha espera? A melga! Às seis da manhã... Acham que fica por aqui? Nada disso. Por acaso, ontem pude levantar-me bem mais tarde. Ainda estava a entrar na casa-de-banho quando a oiço atrás de mim a perguntar-me se vou demorar muito. É preciso contar até dez e, mesmo assim, não há magia zen que aguente. Fico logo de trombas. Hoje foi a cereja no topo do bolo. Fui fazer um chichizinho antes de ir buscar a tolha e, quando abro a porta, salto para trás e morro de susto. Demorei dois minutos a recuperar a respiração. A menina estava, de cabecinha para fora na porta do quarto, a olhar para mim: "A que horas vais tomar banho?". De notar que isto aconteceu sempre a horas distintas. Mas eu fiz mal a alguém?
Odeio a minha colega de casa
Não sou uma morning person, não sou. Mal consigo pensar de manhã, detesto que me obriguem a falar e levo umas boas horas a acordar para o mundo. Agora imaginem o cenário quando sou confrontada com alguém que me faz soltar as estribeiras logo cedo. A minha colega de casa é insuportável, inoportuna e tem falta de tacto. Para completar a figura, adora intrometer-se no meu momento zen: os minutos que passo debaixo do chuveiro. Coincidência das coincidências, a minha hora de me despachar é sempre a hora dela. Mesmo que mude todos os dias. Na semana passada, quando o meu despertador tocou, recebi uma mensagem a perguntar-me a que horas eu ia tomar banho porque ela ia precisar da casa-de-banho dali a meia hora. Ok, despachei-me para não a atrapalhar. No dia seguinte tive que me levantar com as galinhas, às seis da manhã. Saio para o corredor e quem é que está lá de plantão à minha espera? A melga! Às seis da manhã... Acham que fica por aqui? Nada disso. Por acaso, ontem pude levantar-me bem mais tarde. Ainda estava a entrar na casa-de-banho quando a oiço atrás de mim a perguntar-me se vou demorar muito. É preciso contar até dez e, mesmo assim, não há magia zen que aguente. Fico logo de trombas. Hoje foi a cereja no topo do bolo. Fui fazer um chichizinho antes de ir buscar a tolha e, quando abro a porta, salto para trás e morro de susto. Demorei dois minutos a recuperar a respiração. A menina estava, de cabecinha para fora na porta do quarto, a olhar para mim: "A que horas vais tomar banho?". De notar que isto aconteceu sempre a horas distintas. Mas eu fiz mal a alguém?
Odeio a minha colega de casa
Não sou uma morning person, não sou. Mal consigo pensar de manhã, detesto que me obriguem a falar e levo umas boas horas a acordar para o mundo. Agora imaginem o cenário quando sou confrontada com alguém que me faz soltar as estribeiras logo cedo. A minha colega de casa é insuportável, inoportuna e tem falta de tacto. Para completar a figura, adora intrometer-se no meu momento zen: os minutos que passo debaixo do chuveiro. Coincidência das coincidências, a minha hora de me despachar é sempre a hora dela. Mesmo que mude todos os dias. Na semana passada, quando o meu despertador tocou, recebi uma mensagem a perguntar-me a que horas eu ia tomar banho porque ela ia precisar da casa-de-banho dali a meia hora. Ok, despachei-me para não a atrapalhar. No dia seguinte tive que me levantar com as galinhas, às seis da manhã. Saio para o corredor e quem é que está lá de plantão à minha espera? A melga! Às seis da manhã... Acham que fica por aqui? Nada disso. Por acaso, ontem pude levantar-me bem mais tarde. Ainda estava a entrar na casa-de-banho quando a oiço atrás de mim a perguntar-me se vou demorar muito. É preciso contar até dez e, mesmo assim, não há magia zen que aguente. Fico logo de trombas. Hoje foi a cereja no topo do bolo. Fui fazer um chichizinho antes de ir buscar a tolha e, quando abro a porta, salto para trás e morro de susto. Demorei dois minutos a recuperar a respiração. A menina estava, de cabecinha para fora na porta do quarto, a olhar para mim: "A que horas vais tomar banho?". De notar que isto aconteceu sempre a horas distintas. Mas eu fiz mal a alguém?
Finalmente, acabei!
*** Pode conter spoilers ***
Terminei ontem o terceiro livro da saga Millennium de Stieg Larsson. Só não desisti a meio porque, afinal, era o último de três livros. Queria saber como era o "desfecho", se é que se pode chamar desfecho ao terceiro volume daquela que era suposto ser uma colecção de dez livros. Ao contrário do segundo, para mim o melhor dos três, que li de uma rajada só, este terceiro é chato, sem acção, descritivo demais e fastidioso. Para terem uma ideia, passam mais de 500 páginas até que a protagonista saia do hospital. Se tivermos em conta que ela é internada no final do segundo volume, dá para ter uma ideia de quanto o autor se perde em detalhes desgastantes para quem procura o ritmo frenético do livro anterior. Se gostei, gostei. É uma história interessante, bem estruturada, que nos consegue agarrar sobretudo pela personalidade única de Lisbeth Salander. Mas é impossível não reparar na falta de originalidade nas descrições do dia-a-dia das personagens, que se resumem ao acto de ligar a máquina de café, tomar banho e vestir uma muda de roupa lavada, enquanto tomam um pequeno-almoço no balcão da cozinha. Apenas os verbos quebram a rotina. Também é difícil fingir que não percebemos o carácter "autobiográfico" de Mikael Blomkvist, que acompanha a protagonista ao longo dos três livros. Tal como Stieg Larsson, jornalista de uma revista mensal. Dotado de algum charme, chega a irritar pelo facto de se deitar com todas as personagens femininas com que se cruza. Personagens estas que, invariavelmente, caem de amores pelo jornalista. E sim, percebe-se que havia histórias para desenvolver em livros futuros. Esta foi uma das questões que não consegui esclarecer antes de começar a empreitada da saga. Se o autor, antes de morrer de ataque cardíaco, tinha pensado em dez livros e até existe um quarto algures entre os ficheiros da editora e da namorada, isso não se nota na narrativa? Claro que sim. A história fecha, quando viramos a última página do terceiro volume. Mas há cenas desenvolvidas ao longo das 700 páginas de cada um dos livros, que nunca conhecem razão de ser. Há personagens que, embora mencionadas, nunca chegam a aparecer nem se sabe o seu destino, como é o caso da irmã de Lisbeth. Outras ficam em stand by. Enfim, há uma imensidão de temas que se perdem. Não fazem falta, mas claramente são lançados para servir de âncora para uma nova aventura dos protagonistas. Dispensava-se a descrição técnica de todo o processo de investigação que estraga o último volume. Pouco faltou para o deixar a meio. Muito pouco.
Finalmente, acabei!
*** Pode conter spoilers ***
Terminei ontem o terceiro livro da saga Millennium de Stieg Larsson. Só não desisti a meio porque, afinal, era o último de três livros. Queria saber como era o "desfecho", se é que se pode chamar desfecho ao terceiro volume daquela que era suposto ser uma colecção de dez livros. Ao contrário do segundo, para mim o melhor dos três, que li de uma rajada só, este terceiro é chato, sem acção, descritivo demais e fastidioso. Para terem uma ideia, passam mais de 500 páginas até que a protagonista saia do hospital. Se tivermos em conta que ela é internada no final do segundo volume, dá para ter uma ideia de quanto o autor se perde em detalhes desgastantes para quem procura o ritmo frenético do livro anterior. Se gostei, gostei. É uma história interessante, bem estruturada, que nos consegue agarrar sobretudo pela personalidade única de Lisbeth Salander. Mas é impossível não reparar na falta de originalidade nas descrições do dia-a-dia das personagens, que se resumem ao acto de ligar a máquina de café, tomar banho e vestir uma muda de roupa lavada, enquanto tomam um pequeno-almoço no balcão da cozinha. Apenas os verbos quebram a rotina. Também é difícil fingir que não percebemos o carácter "autobiográfico" de Mikael Blomkvist, que acompanha a protagonista ao longo dos três livros. Tal como Stieg Larsson, jornalista de uma revista mensal. Dotado de algum charme, chega a irritar pelo facto de se deitar com todas as personagens femininas com que se cruza. Personagens estas que, invariavelmente, caem de amores pelo jornalista. E sim, percebe-se que havia histórias para desenvolver em livros futuros. Esta foi uma das questões que não consegui esclarecer antes de começar a empreitada da saga. Se o autor, antes de morrer de ataque cardíaco, tinha pensado em dez livros e até existe um quarto algures entre os ficheiros da editora e da namorada, isso não se nota na narrativa? Claro que sim. A história fecha, quando viramos a última página do terceiro volume. Mas há cenas desenvolvidas ao longo das 700 páginas de cada um dos livros, que nunca conhecem razão de ser. Há personagens que, embora mencionadas, nunca chegam a aparecer nem se sabe o seu destino, como é o caso da irmã de Lisbeth. Outras ficam em stand by. Enfim, há uma imensidão de temas que se perdem. Não fazem falta, mas claramente são lançados para servir de âncora para uma nova aventura dos protagonistas. Dispensava-se a descrição técnica de todo o processo de investigação que estraga o último volume. Pouco faltou para o deixar a meio. Muito pouco.
Finalmente, acabei!
*** Pode conter spoilers ***
Terminei ontem o terceiro livro da saga Millennium de Stieg Larsson. Só não desisti a meio porque, afinal, era o último de três livros. Queria saber como era o "desfecho", se é que se pode chamar desfecho ao terceiro volume daquela que era suposto ser uma colecção de dez livros. Ao contrário do segundo, para mim o melhor dos três, que li de uma rajada só, este terceiro é chato, sem acção, descritivo demais e fastidioso. Para terem uma ideia, passam mais de 500 páginas até que a protagonista saia do hospital. Se tivermos em conta que ela é internada no final do segundo volume, dá para ter uma ideia de quanto o autor se perde em detalhes desgastantes para quem procura o ritmo frenético do livro anterior. Se gostei, gostei. É uma história interessante, bem estruturada, que nos consegue agarrar sobretudo pela personalidade única de Lisbeth Salander. Mas é impossível não reparar na falta de originalidade nas descrições do dia-a-dia das personagens, que se resumem ao acto de ligar a máquina de café, tomar banho e vestir uma muda de roupa lavada, enquanto tomam um pequeno-almoço no balcão da cozinha. Apenas os verbos quebram a rotina. Também é difícil fingir que não percebemos o carácter "autobiográfico" de Mikael Blomkvist, que acompanha a protagonista ao longo dos três livros. Tal como Stieg Larsson, jornalista de uma revista mensal. Dotado de algum charme, chega a irritar pelo facto de se deitar com todas as personagens femininas com que se cruza. Personagens estas que, invariavelmente, caem de amores pelo jornalista. E sim, percebe-se que havia histórias para desenvolver em livros futuros. Esta foi uma das questões que não consegui esclarecer antes de começar a empreitada da saga. Se o autor, antes de morrer de ataque cardíaco, tinha pensado em dez livros e até existe um quarto algures entre os ficheiros da editora e da namorada, isso não se nota na narrativa? Claro que sim. A história fecha, quando viramos a última página do terceiro volume. Mas há cenas desenvolvidas ao longo das 700 páginas de cada um dos livros, que nunca conhecem razão de ser. Há personagens que, embora mencionadas, nunca chegam a aparecer nem se sabe o seu destino, como é o caso da irmã de Lisbeth. Outras ficam em stand by. Enfim, há uma imensidão de temas que se perdem. Não fazem falta, mas claramente são lançados para servir de âncora para uma nova aventura dos protagonistas. Dispensava-se a descrição técnica de todo o processo de investigação que estraga o último volume. Pouco faltou para o deixar a meio. Muito pouco.
terça-feira, outubro 26, 2010
A vida é bela, tu é que dás cabo dela...
O desconforto que se sente quando a história se repete. Com outros protagonistas. Feia, como da primeira vez. Como das próximas, atrevo-me a adivinhar.
A vida é bela, tu é que dás cabo dela...
O desconforto que se sente quando a história se repete. Com outros protagonistas. Feia, como da primeira vez. Como das próximas, atrevo-me a adivinhar.
A vida é bela, tu é que dás cabo dela...
O desconforto que se sente quando a história se repete. Com outros protagonistas. Feia, como da primeira vez. Como das próximas, atrevo-me a adivinhar.
Naif, eu?
O que pensar de um mundo onde eu, a rainha das conpirações, desconfiada até ao nível mais elevado, sou ingénua?
Naif, eu?
O que pensar de um mundo onde eu, a rainha das conpirações, desconfiada até ao nível mais elevado, sou ingénua?
Naif, eu?
O que pensar de um mundo onde eu, a rainha das conpirações, desconfiada até ao nível mais elevado, sou ingénua?
segunda-feira, outubro 25, 2010
O meu mestre
fernando pessoa
Entre o sono e sonho,
Entre mim e o que em mim
É o quem eu me suponho Corre um rio sem fim.
Passou por outras margens,
Diversas mais além,
Naquelas várias viagens
Que todo o rio tem.
Chegou onde hoje habito
A casa que hoje sou.
Passa, se eu me medito;
Se desperto, passou.
E quem me sinto e morre
No que me liga a mim
Dorme onde o rio corre
Esse rio sem fim.
O meu mestre
fernando pessoa
Entre o sono e sonho,
Entre mim e o que em mim
É o quem eu me suponho Corre um rio sem fim.
Passou por outras margens,
Diversas mais além,
Naquelas várias viagens
Que todo o rio tem.
Chegou onde hoje habito
A casa que hoje sou.
Passa, se eu me medito;
Se desperto, passou.
E quem me sinto e morre
No que me liga a mim
Dorme onde o rio corre
Esse rio sem fim.
O meu mestre
fernando pessoa
Entre o sono e sonho,
Entre mim e o que em mim
É o quem eu me suponho Corre um rio sem fim.
Passou por outras margens,
Diversas mais além,
Naquelas várias viagens
Que todo o rio tem.
Chegou onde hoje habito
A casa que hoje sou.
Passa, se eu me medito;
Se desperto, passou.
E quem me sinto e morre
No que me liga a mim
Dorme onde o rio corre
Esse rio sem fim.
Sempre fui parva
Sempre fui parva
Sempre fui parva
sexta-feira, outubro 22, 2010
Cuscos, pá!
Duas alminhas vieram aqui ter com esta pesquisa:
"os segredos da caixa dos segredos e de quem são"
Divido-me entre a vontade de rebolar a rir ou de lamentar que haja quem não tem mais que fazer.
"os segredos da caixa dos segredos e de quem são"
Divido-me entre a vontade de rebolar a rir ou de lamentar que haja quem não tem mais que fazer.
Cuscos, pá!
Duas alminhas vieram aqui ter com esta pesquisa:
"os segredos da caixa dos segredos e de quem são"
Divido-me entre a vontade de rebolar a rir ou de lamentar que haja quem não tem mais que fazer.
"os segredos da caixa dos segredos e de quem são"
Divido-me entre a vontade de rebolar a rir ou de lamentar que haja quem não tem mais que fazer.
Cuscos, pá!
Duas alminhas vieram aqui ter com esta pesquisa:
"os segredos da caixa dos segredos e de quem são"
Divido-me entre a vontade de rebolar a rir ou de lamentar que haja quem não tem mais que fazer.
"os segredos da caixa dos segredos e de quem são"
Divido-me entre a vontade de rebolar a rir ou de lamentar que haja quem não tem mais que fazer.
quarta-feira, outubro 20, 2010
Qual é o teu segredo?
Perguntaram-me hoje, enquanto eu me espantava ao ouvir-me responder que a minha vida é um livro aberto. Se tivesse dito blogue não estava longe da verdade. Até que me lembrei... Todos temos histórias que são só nossas. Todos.
Qual é o teu segredo?
Perguntaram-me hoje, enquanto eu me espantava ao ouvir-me responder que a minha vida é um livro aberto. Se tivesse dito blogue não estava longe da verdade. Até que me lembrei... Todos temos histórias que são só nossas. Todos.
Qual é o teu segredo?
Perguntaram-me hoje, enquanto eu me espantava ao ouvir-me responder que a minha vida é um livro aberto. Se tivesse dito blogue não estava longe da verdade. Até que me lembrei... Todos temos histórias que são só nossas. Todos.
terça-feira, outubro 19, 2010
Gosto disto
Apesar de se apresentar com o último grito das criações dos mais conceituados costureiros e casas de moda, impecavelmente combinados com sapatos ao mesmo nível, Kristen Stewart não hesita em por-se confortável logo que a situação o permita. Não são raras a vezes em que a protagonista da saga Crepúsculo é fotografada com os sapatos na mão ou já com ténis nos pés. Gosto muito desta postura. Torna-a mais humana. Prefiro isto à das bloggers que acreditam que se se empoleirarem em agulhas de 15 centímetros também sobem na vida. Mas claro, isto sou eu.
Gosto disto
Apesar de se apresentar com o último grito das criações dos mais conceituados costureiros e casas de moda, impecavelmente combinados com sapatos ao mesmo nível, Kristen Stewart não hesita em por-se confortável logo que a situação o permita. Não são raras a vezes em que a protagonista da saga Crepúsculo é fotografada com os sapatos na mão ou já com ténis nos pés. Gosto muito desta postura. Torna-a mais humana. Prefiro isto à das bloggers que acreditam que se se empoleirarem em agulhas de 15 centímetros também sobem na vida. Mas claro, isto sou eu.
Gosto disto
Apesar de se apresentar com o último grito das criações dos mais conceituados costureiros e casas de moda, impecavelmente combinados com sapatos ao mesmo nível, Kristen Stewart não hesita em por-se confortável logo que a situação o permita. Não são raras a vezes em que a protagonista da saga Crepúsculo é fotografada com os sapatos na mão ou já com ténis nos pés. Gosto muito desta postura. Torna-a mais humana. Prefiro isto à das bloggers que acreditam que se se empoleirarem em agulhas de 15 centímetros também sobem na vida. Mas claro, isto sou eu.
domingo, outubro 17, 2010
É por isso que não tem magia
Na "Casa dos Segredos" não há bons sentimentos. Ninguém está ali para ser nobre, mas assumidamente para passar a perna aos outros e ganhar. É tão feio.
É por isso que não tem magia
Na "Casa dos Segredos" não há bons sentimentos. Ninguém está ali para ser nobre, mas assumidamente para passar a perna aos outros e ganhar. É tão feio.
É por isso que não tem magia
Na "Casa dos Segredos" não há bons sentimentos. Ninguém está ali para ser nobre, mas assumidamente para passar a perna aos outros e ganhar. É tão feio.
sábado, outubro 16, 2010
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