terça-feira, fevereiro 26, 2013
sexta-feira, fevereiro 22, 2013
Mentalidade portuguesa
Seríamos mais produtivos se tivéssemos um método de trabalho mais germânico ou britânico. Ah, hoje tiro a tarde.
Mentalidade portuguesa
Seríamos mais produtivos se tivéssemos um método de trabalho mais germânico ou britânico. Ah, hoje tiro a tarde.
Mentalidade portuguesa
Seríamos mais produtivos se tivéssemos um método de trabalho mais germânico ou britânico. Ah, hoje tiro a tarde.
quarta-feira, fevereiro 20, 2013
Eu oiço barbaridades
O clima psicológico que se instalou é a razão de os negócios estarem estagnados em Portugal. As pessoas estão com medo de mexer no dinheiro por causa desta ideia que se criou sobre a crise. Vive-se um tempo de compressão instituído pelo medo. (Juro, há quem acredite piamente nisto)
Eu oiço barbaridades
O clima psicológico que se instalou é a razão de os negócios estarem estagnados em Portugal. As pessoas estão com medo de mexer no dinheiro por causa desta ideia que se criou sobre a crise. Vive-se um tempo de compressão instituído pelo medo. (Juro, há quem acredite piamente nisto)
Eu oiço barbaridades
O clima psicológico que se instalou é a razão de os negócios estarem estagnados em Portugal. As pessoas estão com medo de mexer no dinheiro por causa desta ideia que se criou sobre a crise. Vive-se um tempo de compressão instituído pelo medo. (Juro, há quem acredite piamente nisto)
quinta-feira, fevereiro 14, 2013
Pazes feitas
Tréguas. Seis anos depois, orgulho-me de anunciar que eu e Valentim já não temos atritos entre nós. Não nos adoramos, vivemos bem sem nos vermos, mas aceitamo-nos e respeitamo-nos. Contra todas as previsões. A vida sempre a surpreender.
Pazes feitas
Tréguas. Seis anos depois, orgulho-me de anunciar que eu e Valentim já não temos atritos entre nós. Não nos adoramos, vivemos bem sem nos vermos, mas aceitamo-nos e respeitamo-nos. Contra todas as previsões. A vida sempre a surpreender.
Pazes feitas
Tréguas. Seis anos depois, orgulho-me de anunciar que eu e Valentim já não temos atritos entre nós. Não nos adoramos, vivemos bem sem nos vermos, mas aceitamo-nos e respeitamo-nos. Contra todas as previsões. A vida sempre a surpreender.
quarta-feira, fevereiro 13, 2013
Reencarnação
O livro que estou a ler aborda a questão de vidas passadas. E eu, tenho nítida e indiscutível memória de, em menina, mesmo muito pequenina, me alertar para determinados comportamentos ou situações como se soubesse de antemão, de forma convicta, de que esta era uma nova oportunidade que me estava a ser dada e que, com o tempo, essa certeza se iria esbater nas experiências de tudo o que iria voltar a viver. Sim, porque esta era, para mim, uma experiência repetida. Alguém mais criou este tipo de ilusões na infância? Hoje atribuo esta convicção ao facto de sempre ter sido muito atenta ao que os adultos diziam e, a partir daí, ciente da minha juventude e do facto de ser uma vida nova, me divertir com a exploração de memórias anteriores a mim. Enfim, havia quem brincasse com bonecas. A mim, nos intervalos, dava-me para isto. O que, bem vistas as coisas, também pode explicar muito.
Reencarnação
O livro que estou a ler aborda a questão de vidas passadas. E eu, tenho nítida e indiscutível memória de, em menina, mesmo muito pequenina, me alertar para determinados comportamentos ou situações como se soubesse de antemão, de forma convicta, de que esta era uma nova oportunidade que me estava a ser dada e que, com o tempo, essa certeza se iria esbater nas experiências de tudo o que iria voltar a viver. Sim, porque esta era, para mim, uma experiência repetida. Alguém mais criou este tipo de ilusões na infância? Hoje atribuo esta convicção ao facto de sempre ter sido muito atenta ao que os adultos diziam e, a partir daí, ciente da minha juventude e do facto de ser uma vida nova, me divertir com a exploração de memórias anteriores a mim. Enfim, havia quem brincasse com bonecas. A mim, nos intervalos, dava-me para isto. O que, bem vistas as coisas, também pode explicar muito.
Reencarnação
O livro que estou a ler aborda a questão de vidas passadas. E eu, tenho nítida e indiscutível memória de, em menina, mesmo muito pequenina, me alertar para determinados comportamentos ou situações como se soubesse de antemão, de forma convicta, de que esta era uma nova oportunidade que me estava a ser dada e que, com o tempo, essa certeza se iria esbater nas experiências de tudo o que iria voltar a viver. Sim, porque esta era, para mim, uma experiência repetida. Alguém mais criou este tipo de ilusões na infância? Hoje atribuo esta convicção ao facto de sempre ter sido muito atenta ao que os adultos diziam e, a partir daí, ciente da minha juventude e do facto de ser uma vida nova, me divertir com a exploração de memórias anteriores a mim. Enfim, havia quem brincasse com bonecas. A mim, nos intervalos, dava-me para isto. O que, bem vistas as coisas, também pode explicar muito.
terça-feira, fevereiro 12, 2013
segunda-feira, fevereiro 04, 2013
Febre
Cada pessoa sabe de si e eu, por ser piegas ou não, acuso sempre a febre antes ou mesmo em cima dos 37 graus. Bem sei que há quem considere até que, antes dos 37,5, não é sequer um problema clínico. Se isso é verdade, porque é que fico assim, completamente prostrada com tão pouco? É o que digo, os livros não sabem tudo.
Febre
Cada pessoa sabe de si e eu, por ser piegas ou não, acuso sempre a febre antes ou mesmo em cima dos 37 graus. Bem sei que há quem considere até que, antes dos 37,5, não é sequer um problema clínico. Se isso é verdade, porque é que fico assim, completamente prostrada com tão pouco? É o que digo, os livros não sabem tudo.
Febre
Cada pessoa sabe de si e eu, por ser piegas ou não, acuso sempre a febre antes ou mesmo em cima dos 37 graus. Bem sei que há quem considere até que, antes dos 37,5, não é sequer um problema clínico. Se isso é verdade, porque é que fico assim, completamente prostrada com tão pouco? É o que digo, os livros não sabem tudo.
Saber escrever
E saber avaliar quem tem talento para o fazer não está ao alcance de todos. Mas hoje em dia qualquer um é especialista e se advoga o direito de apontar o que demora anos a sobressair. Não consigo é deixar de me sentir frustrada quando, na esperança de deparar com qualidade superior, leio "pessoas capazes de se rirem delas mesmas", a bold. Onde? Não interessa que, se fosse especialista, ganhava a vida de outra forma. Ide, ide, que há por aí muito para se entreterem.
Saber escrever
E saber avaliar quem tem talento para o fazer não está ao alcance de todos. Mas hoje em dia qualquer um é especialista e se advoga o direito de apontar o que demora anos a sobressair. Não consigo é deixar de me sentir frustrada quando, na esperança de deparar com qualidade superior, leio "pessoas capazes de se rirem delas mesmas", a bold. Onde? Não interessa que, se fosse especialista, ganhava a vida de outra forma. Ide, ide, que há por aí muito para se entreterem.
Saber escrever
E saber avaliar quem tem talento para o fazer não está ao alcance de todos. Mas hoje em dia qualquer um é especialista e se advoga o direito de apontar o que demora anos a sobressair. Não consigo é deixar de me sentir frustrada quando, na esperança de deparar com qualidade superior, leio "pessoas capazes de se rirem delas mesmas", a bold. Onde? Não interessa que, se fosse especialista, ganhava a vida de outra forma. Ide, ide, que há por aí muito para se entreterem.
domingo, fevereiro 03, 2013
1984, de George Orwell
Não é fácil escrever sobre este livro de George Orwell. Há muitos anos que o queria ler mas, por uma razão ou por outra, fui sempre adiando e acabou por ser agora que decidi dedicar-me a ele. Má altura, penso eu, e já esclareço porquê. Ao contrário de "Admirável Mundo Novo", de Aldous Huxley, este não é apenas um mundo de ficção, antiutópico, que nos faz questionar a realidade que nos rodeia sem, no entanto, nos tirar o prazer da leitura. Mas, espera aí, dizem vocês. Estás a dizer que não gostaste de ler "1984"? Não é bem isso, mas não está completamente errado. Vou tentar explicar. Para mim, este livro divide-se em três fases distintas. Aliás, o próprio autor - by the way, descobri que George Orwell é um pseudónimo do escritor Eric Arthur Blair - o faz em termos de estrutura de narrativa. Se no início nos deixamos enveredar pela história como se de mais um romance ficcionado se tratasse, tudo ganha nova e asfixiante intensidade a partir da terceira parte. Sem querer entrar em considerações políticas, ainda mais porque acredito que, seja uma crítica ao totalitarismo, fascismo ou socialismo, todos se tocam quando falamos de extremos, penso que é notório o sofrimento físico de George Orwell no momento em escreveu o livro. Para quem não sabe, "1984" foi a última obra do britânico, que a redigiu pouco antes de sucumbir a vários anos de tuberculose. Ora isso é evidente nas últimas páginas do livro onde, acredito eu, o sofrimento do protagonista se mistura de forma orgânica com o do autor. Não sei de do registo intenso do processo por que passa o protagonista, se de me ser difícil lidar com uma realidade tão deprimente numa altura como a que atravessamos actualmente, a verdade é que senti necessidade de largar o livro com urgência, sem disso retirar prazer. Os tempos são complicados e o aviso que George Orwell emite - trata-se disso mesmo, de um aviso - é de tal forma assustador que sufoca. Seremos nós, seres humanos, capazes de deixar que isto aconteça? Não se terá esse processo já iniciado? Estaremos a tempo de o abortar? Qual o valor da nossa força?
"Não permitam que isso aconteça. Depende de vocês", disse George Orwell em declarações à imprensa, já depois de "1984" ter sido publicado e de ter feito correr muita tinta com considerações sobre o objectivo do autor. Estaremos à altura do seu pedido? Eu quero acreditar que sim.
"Não permitam que isso aconteça. Depende de vocês", disse George Orwell em declarações à imprensa, já depois de "1984" ter sido publicado e de ter feito correr muita tinta com considerações sobre o objectivo do autor. Estaremos à altura do seu pedido? Eu quero acreditar que sim.
1984, de George Orwell
Não é fácil escrever sobre este livro de George Orwell. Há muitos anos que o queria ler mas, por uma razão ou por outra, fui sempre adiando e acabou por ser agora que decidi dedicar-me a ele. Má altura, penso eu, e já esclareço porquê. Ao contrário de "Admirável Mundo Novo", de Aldous Huxley, este não é apenas um mundo de ficção, antiutópico, que nos faz questionar a realidade que nos rodeia sem, no entanto, nos tirar o prazer da leitura. Mas, espera aí, dizem vocês. Estás a dizer que não gostaste de ler "1984"? Não é bem isso, mas não está completamente errado. Vou tentar explicar. Para mim, este livro divide-se em três fases distintas. Aliás, o próprio autor - by the way, descobri que George Orwell é um pseudónimo do escritor Eric Arthur Blair - o faz em termos de estrutura de narrativa. Se no início nos deixamos enveredar pela história como se de mais um romance ficcionado se tratasse, tudo ganha nova e asfixiante intensidade a partir da terceira parte. Sem querer entrar em considerações políticas, ainda mais porque acredito que, seja uma crítica ao totalitarismo, fascismo ou socialismo, todos se tocam quando falamos de extremos, penso que é notório o sofrimento físico de George Orwell no momento em escreveu o livro. Para quem não sabe, "1984" foi a última obra do britânico, que a redigiu pouco antes de sucumbir a vários anos de tuberculose. Ora isso é evidente nas últimas páginas do livro onde, acredito eu, o sofrimento do protagonista se mistura de forma orgânica com o do autor. Não sei de do registo intenso do processo por que passa o protagonista, se de me ser difícil lidar com uma realidade tão deprimente numa altura como a que atravessamos actualmente, a verdade é que senti necessidade de largar o livro com urgência, sem disso retirar prazer. Os tempos são complicados e o aviso que George Orwell emite - trata-se disso mesmo, de um aviso - é de tal forma assustador que sufoca. Seremos nós, seres humanos, capazes de deixar que isto aconteça? Não se terá esse processo já iniciado? Estaremos a tempo de o abortar? Qual o valor da nossa força?
"Não permitam que isso aconteça. Depende de vocês", disse George Orwell em declarações à imprensa, já depois de "1984" ter sido publicado e de ter feito correr muita tinta com considerações sobre o objectivo do autor. Estaremos à altura do seu pedido? Eu quero acreditar que sim.
"Não permitam que isso aconteça. Depende de vocês", disse George Orwell em declarações à imprensa, já depois de "1984" ter sido publicado e de ter feito correr muita tinta com considerações sobre o objectivo do autor. Estaremos à altura do seu pedido? Eu quero acreditar que sim.
1984, de George Orwell
Não é fácil escrever sobre este livro de George Orwell. Há muitos anos que o queria ler mas, por uma razão ou por outra, fui sempre adiando e acabou por ser agora que decidi dedicar-me a ele. Má altura, penso eu, e já esclareço porquê. Ao contrário de "Admirável Mundo Novo", de Aldous Huxley, este não é apenas um mundo de ficção, antiutópico, que nos faz questionar a realidade que nos rodeia sem, no entanto, nos tirar o prazer da leitura. Mas, espera aí, dizem vocês. Estás a dizer que não gostaste de ler "1984"? Não é bem isso, mas não está completamente errado. Vou tentar explicar. Para mim, este livro divide-se em três fases distintas. Aliás, o próprio autor - by the way, descobri que George Orwell é um pseudónimo do escritor Eric Arthur Blair - o faz em termos de estrutura de narrativa. Se no início nos deixamos enveredar pela história como se de mais um romance ficcionado se tratasse, tudo ganha nova e asfixiante intensidade a partir da terceira parte. Sem querer entrar em considerações políticas, ainda mais porque acredito que, seja uma crítica ao totalitarismo, fascismo ou socialismo, todos se tocam quando falamos de extremos, penso que é notório o sofrimento físico de George Orwell no momento em escreveu o livro. Para quem não sabe, "1984" foi a última obra do britânico, que a redigiu pouco antes de sucumbir a vários anos de tuberculose. Ora isso é evidente nas últimas páginas do livro onde, acredito eu, o sofrimento do protagonista se mistura de forma orgânica com o do autor. Não sei de do registo intenso do processo por que passa o protagonista, se de me ser difícil lidar com uma realidade tão deprimente numa altura como a que atravessamos actualmente, a verdade é que senti necessidade de largar o livro com urgência, sem disso retirar prazer. Os tempos são complicados e o aviso que George Orwell emite - trata-se disso mesmo, de um aviso - é de tal forma assustador que sufoca. Seremos nós, seres humanos, capazes de deixar que isto aconteça? Não se terá esse processo já iniciado? Estaremos a tempo de o abortar? Qual o valor da nossa força?
"Não permitam que isso aconteça. Depende de vocês", disse George Orwell em declarações à imprensa, já depois de "1984" ter sido publicado e de ter feito correr muita tinta com considerações sobre o objectivo do autor. Estaremos à altura do seu pedido? Eu quero acreditar que sim.
"Não permitam que isso aconteça. Depende de vocês", disse George Orwell em declarações à imprensa, já depois de "1984" ter sido publicado e de ter feito correr muita tinta com considerações sobre o objectivo do autor. Estaremos à altura do seu pedido? Eu quero acreditar que sim.
sexta-feira, fevereiro 01, 2013
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