segunda-feira, janeiro 30, 2012

São tão sensíveis

Anda para aí meio mundo chocado porque a Fnac sugere que se troque os Maias pela Meyer. Ora bem, para além do óbvio, que é não ser mais que uma tentativa falhada de se fazer um trocadilho, que mal há nisto? Deixem de se comportar como virgens ofendidas que isso não cai nada bem. A campanha é de trocas. O que se sugere é que se troque algo já lido e conhecido, Os Maias, por qualquer coisa de novo, as obras de Stephenie Meyer. Não se está a dizer que a saga Twilight é melhor do que as obras de Eça de Queirós, tenham lá calma. Abertura de espírito nunca fez mal a ninguém. Se os indignados, obviamente muito letrados no escritor português, perderem algum tempo a tentar entender aquele que é um dos fenómenos da década, talvez venham a perceber que cultura também é conhecer o mundo em que se vive. Não lhes morre um neurónio se, depois de lerem um livro, o trocarem por outro de menor qualidade literária. São dois livros que se lêem.

São tão sensíveis

Anda para aí meio mundo chocado porque a Fnac sugere que se troque os Maias pela Meyer. Ora bem, para além do óbvio, que é não ser mais que uma tentativa falhada de se fazer um trocadilho, que mal há nisto? Deixem de se comportar como virgens ofendidas que isso não cai nada bem. A campanha é de trocas. O que se sugere é que se troque algo já lido e conhecido, Os Maias, por qualquer coisa de novo, as obras de Stephenie Meyer. Não se está a dizer que a saga Twilight é melhor do que as obras de Eça de Queirós, tenham lá calma. Abertura de espírito nunca fez mal a ninguém. Se os indignados, obviamente muito letrados no escritor português, perderem algum tempo a tentar entender aquele que é um dos fenómenos da década, talvez venham a perceber que cultura também é conhecer o mundo em que se vive. Não lhes morre um neurónio se, depois de lerem um livro, o trocarem por outro de menor qualidade literária. São dois livros que se lêem.

São tão sensíveis

Anda para aí meio mundo chocado porque a Fnac sugere que se troque os Maias pela Meyer. Ora bem, para além do óbvio, que é não ser mais que uma tentativa falhada de se fazer um trocadilho, que mal há nisto? Deixem de se comportar como virgens ofendidas que isso não cai nada bem. A campanha é de trocas. O que se sugere é que se troque algo já lido e conhecido, Os Maias, por qualquer coisa de novo, as obras de Stephenie Meyer. Não se está a dizer que a saga Twilight é melhor do que as obras de Eça de Queirós, tenham lá calma. Abertura de espírito nunca fez mal a ninguém. Se os indignados, obviamente muito letrados no escritor português, perderem algum tempo a tentar entender aquele que é um dos fenómenos da década, talvez venham a perceber que cultura também é conhecer o mundo em que se vive. Não lhes morre um neurónio se, depois de lerem um livro, o trocarem por outro de menor qualidade literária. São dois livros que se lêem.

domingo, janeiro 29, 2012

A Casa do Sono

Formatado como um ciclo de sono, este livro é espantoso na forma como nos surpreende a cada momento, levando-nos a entrar num mundo onírico sem que nos apercebamos disso. Fica a dúvida quanto à linha que distingue ficção de realidade, mas mantém-se a certeza de que este sonho nos vai acompanhar por muito tempo. Obrigada Inês, por me teres cativado quando o leste e por tudo o resto.

A Casa do Sono

Formatado como um ciclo de sono, este livro é espantoso na forma como nos surpreende a cada momento, levando-nos a entrar num mundo onírico sem que nos apercebamos disso. Fica a dúvida quanto à linha que distingue ficção de realidade, mas mantém-se a certeza de que este sonho nos vai acompanhar por muito tempo. Obrigada Inês, por me teres cativado quando o leste e por tudo o resto.

A Casa do Sono

Formatado como um ciclo de sono, este livro é espantoso na forma como nos surpreende a cada momento, levando-nos a entrar num mundo onírico sem que nos apercebamos disso. Fica a dúvida quanto à linha que distingue ficção de realidade, mas mantém-se a certeza de que este sonho nos vai acompanhar por muito tempo. Obrigada Inês, por me teres cativado quando o leste e por tudo o resto.

sábado, janeiro 28, 2012

Fenómeno Leonardo DiCaprio

Faça o brilharete que fizer, que tem feito em larga escala, nunca chega à consagração junto da Academia de Hollywood. Tudo porque um dia, embriagado de juventude, ousou por em causa os seus pilares e as nomeações para os Óscares. É a sociedade que temos.

Fenómeno Leonardo DiCaprio

Faça o brilharete que fizer, que tem feito em larga escala, nunca chega à consagração junto da Academia de Hollywood. Tudo porque um dia, embriagado de juventude, ousou por em causa os seus pilares e as nomeações para os Óscares. É a sociedade que temos.

Fenómeno Leonardo DiCaprio

Faça o brilharete que fizer, que tem feito em larga escala, nunca chega à consagração junto da Academia de Hollywood. Tudo porque um dia, embriagado de juventude, ousou por em causa os seus pilares e as nomeações para os Óscares. É a sociedade que temos.

quarta-feira, janeiro 25, 2012

A persistência

É puto. Acho sempre que tem 14 anos mas, afinal, já faz 16, a 16 de Março. Só o conheço destes meandros da net. Adicionou-me há uns tempos no Facebook e já percebi que se tornou amigo dos meus pares profissionais, o que lhe valeu o título de Daniel Oliveira do futuro. O miúdo quer ser jornalista e anda atrás do sonho. Acho-lhe piada por isso. Não tem medo e tenta a sorte, aproximando-se do mundo que admira. Se é este o caminho que o levará a algum lado, não sei. Mas sei que é esta a lábia que lhe vai abrir portas. Estou curiosa por saber onde vai chegar. Por enquanto divirto-me a ler o blog do puto. Aqui.

A persistência

É puto. Acho sempre que tem 14 anos mas, afinal, já faz 16, a 16 de Março. Só o conheço destes meandros da net. Adicionou-me há uns tempos no Facebook e já percebi que se tornou amigo dos meus pares profissionais, o que lhe valeu o título de Daniel Oliveira do futuro. O miúdo quer ser jornalista e anda atrás do sonho. Acho-lhe piada por isso. Não tem medo e tenta a sorte, aproximando-se do mundo que admira. Se é este o caminho que o levará a algum lado, não sei. Mas sei que é esta a lábia que lhe vai abrir portas. Estou curiosa por saber onde vai chegar. Por enquanto divirto-me a ler o blog do puto. Aqui.

A persistência

É puto. Acho sempre que tem 14 anos mas, afinal, já faz 16, a 16 de Março. Só o conheço destes meandros da net. Adicionou-me há uns tempos no Facebook e já percebi que se tornou amigo dos meus pares profissionais, o que lhe valeu o título de Daniel Oliveira do futuro. O miúdo quer ser jornalista e anda atrás do sonho. Acho-lhe piada por isso. Não tem medo e tenta a sorte, aproximando-se do mundo que admira. Se é este o caminho que o levará a algum lado, não sei. Mas sei que é esta a lábia que lhe vai abrir portas. Estou curiosa por saber onde vai chegar. Por enquanto divirto-me a ler o blog do puto. Aqui.

Olha, badamerda...

Mandar sms e ficar pendurada, falar no chat e nunca receber resposta. Caguei para este tipo de gente!

Olha, badamerda...

Mandar sms e ficar pendurada, falar no chat e nunca receber resposta. Caguei para este tipo de gente!

Olha, badamerda...

Mandar sms e ficar pendurada, falar no chat e nunca receber resposta. Caguei para este tipo de gente!

Ike[i]a

É como [i]água?

Ike[i]a

É como [i]água?

Ike[i]a

É como [i]água?

sexta-feira, janeiro 20, 2012

Instabilidade profissional

Acabo a semana com o coração apertadinho. E não é por mim, é por todos nós.

Instabilidade profissional

Acabo a semana com o coração apertadinho. E não é por mim, é por todos nós.

Instabilidade profissional

Acabo a semana com o coração apertadinho. E não é por mim, é por todos nós.

Sobre o SOPA e o PIPA

Sem conhecimento aprofundado de causa, ocorre apenas a comparação com o tabaco. Começou por ser livremente comercializado, sinal de status social e sem qualquer limite à sua utilização. Actores e atrizes de Hollywood fumavam-no à vontade nalguns dos maiores clássicos de sempre do cinema. Depois estendeu-se às famílias e ao povo. Nos anos 70 era vulgar que pais e filhos puxassem do maço de tabaco à mesa, dentro de casa, sem censura nem recriminação. Até no quarto se fumava. Era chique, era bem, era um prazer, os seus malefícios ainda não eram conhecidos e não estava legislado. Da mesma forma, a Internet livre e sem limites, tal como a conhecemos, vai deixar de existir. Quando? É apenas uma questão de tempo, até que todo este consumo de informação gratuita que aglutina empregos e direitos se torne intolerável. A indústria da música está pelas horas da morte, o cinema vai-se aguentando e os jornais não podem continuar a fornecer conteúdos a custo zero. Tudo isto tem um preço, sempre teve. Há mão-de-obra que tem de ser alimentada para que continuem a existir as músicas que se partilham no Facebook, os livros que são citados ipsis verbis nos blogues ou aquela notícia de última hora que é reencaminhada no Twitter. Como e em que moldes esta mudança se vai operar? Se soubesse uma das respostas seria o Mark Zuckerberg do futuro.

Sobre o SOPA e o PIPA

Sem conhecimento aprofundado de causa, ocorre apenas a comparação com o tabaco. Começou por ser livremente comercializado, sinal de status social e sem qualquer limite à sua utilização. Actores e atrizes de Hollywood fumavam-no à vontade nalguns dos maiores clássicos de sempre do cinema. Depois estendeu-se às famílias e ao povo. Nos anos 70 era vulgar que pais e filhos puxassem do maço de tabaco à mesa, dentro de casa, sem censura nem recriminação. Até no quarto se fumava. Era chique, era bem, era um prazer, os seus malefícios ainda não eram conhecidos e não estava legislado. Da mesma forma, a Internet livre e sem limites, tal como a conhecemos, vai deixar de existir. Quando? É apenas uma questão de tempo, até que todo este consumo de informação gratuita que aglutina empregos e direitos se torne intolerável. A indústria da música está pelas horas da morte, o cinema vai-se aguentando e os jornais não podem continuar a fornecer conteúdos a custo zero. Tudo isto tem um preço, sempre teve. Há mão-de-obra que tem de ser alimentada para que continuem a existir as músicas que se partilham no Facebook, os livros que são citados ipsis verbis nos blogues ou aquela notícia de última hora que é reencaminhada no Twitter. Como e em que moldes esta mudança se vai operar? Se soubesse uma das respostas seria o Mark Zuckerberg do futuro.

Sobre o SOPA e o PIPA

Sem conhecimento aprofundado de causa, ocorre apenas a comparação com o tabaco. Começou por ser livremente comercializado, sinal de status social e sem qualquer limite à sua utilização. Actores e atrizes de Hollywood fumavam-no à vontade nalguns dos maiores clássicos de sempre do cinema. Depois estendeu-se às famílias e ao povo. Nos anos 70 era vulgar que pais e filhos puxassem do maço de tabaco à mesa, dentro de casa, sem censura nem recriminação. Até no quarto se fumava. Era chique, era bem, era um prazer, os seus malefícios ainda não eram conhecidos e não estava legislado. Da mesma forma, a Internet livre e sem limites, tal como a conhecemos, vai deixar de existir. Quando? É apenas uma questão de tempo, até que todo este consumo de informação gratuita que aglutina empregos e direitos se torne intolerável. A indústria da música está pelas horas da morte, o cinema vai-se aguentando e os jornais não podem continuar a fornecer conteúdos a custo zero. Tudo isto tem um preço, sempre teve. Há mão-de-obra que tem de ser alimentada para que continuem a existir as músicas que se partilham no Facebook, os livros que são citados ipsis verbis nos blogues ou aquela notícia de última hora que é reencaminhada no Twitter. Como e em que moldes esta mudança se vai operar? Se soubesse uma das respostas seria o Mark Zuckerberg do futuro.

segunda-feira, janeiro 16, 2012

Sou humorista e não sabia

Segundo o meu cérebro, que divaga pelos mais variados temas enquanto durmo, "o poder político divide-se em quatro grandes grupos". Só me conseguia lembrar de um: empresarial. Ainda estou espantada com o génio que sou de olhos fechados.

Sou humorista e não sabia

Segundo o meu cérebro, que divaga pelos mais variados temas enquanto durmo, "o poder político divide-se em quatro grandes grupos". Só me conseguia lembrar de um: empresarial. Ainda estou espantada com o génio que sou de olhos fechados.

Sou humorista e não sabia

Segundo o meu cérebro, que divaga pelos mais variados temas enquanto durmo, "o poder político divide-se em quatro grandes grupos". Só me conseguia lembrar de um: empresarial. Ainda estou espantada com o génio que sou de olhos fechados.

sábado, janeiro 14, 2012

Pause

Às vezes desligo completamente do mundo que me rodeia e, durante uns bons dias, vivo isolada, na minha bolha de conforto.

Pause

Às vezes desligo completamente do mundo que me rodeia e, durante uns bons dias, vivo isolada, na minha bolha de conforto.

Pause

Às vezes desligo completamente do mundo que me rodeia e, durante uns bons dias, vivo isolada, na minha bolha de conforto.

quarta-feira, janeiro 11, 2012

Estes dois também já andaram

Não, não estou esquecida. Antes de terminar 2011 despachei aqueles que correspondem ao segundo volume das Crónicas de Gelo e Fogo. São quatro livros lidos, faltam cinco dos já editados, outros tantos ainda por escrever e traduzir. E qual é o balanço, até agora? Pois bem, tenho de admitir que a história se está a tornar demasiado lenta. O interesse mantém-se, mas é consumido em lume brando, consoante a vontade do autor em esticar estas crónicas, que ainda têm de preencher vários volumes. Se, por um lado, esta estratégia nos aproxima das personagens e das suas motivações, por outro, esmorece a leitura, sobretudo quando estamos tanto tempo sem saber de alguns dos protagonistas ou sem que estes sofram grande evolução na sua trama. Ainda assim, deixo uma nota positiva para a escolha dos títulos que a editora portuguesa faz para os "segundos volumes" que inventou. Este "Despertar da Magia" é genial.

Estes dois também já andaram

Não, não estou esquecida. Antes de terminar 2011 despachei aqueles que correspondem ao segundo volume das Crónicas de Gelo e Fogo. São quatro livros lidos, faltam cinco dos já editados, outros tantos ainda por escrever e traduzir. E qual é o balanço, até agora? Pois bem, tenho de admitir que a história se está a tornar demasiado lenta. O interesse mantém-se, mas é consumido em lume brando, consoante a vontade do autor em esticar estas crónicas, que ainda têm de preencher vários volumes. Se, por um lado, esta estratégia nos aproxima das personagens e das suas motivações, por outro, esmorece a leitura, sobretudo quando estamos tanto tempo sem saber de alguns dos protagonistas ou sem que estes sofram grande evolução na sua trama. Ainda assim, deixo uma nota positiva para a escolha dos títulos que a editora portuguesa faz para os "segundos volumes" que inventou. Este "Despertar da Magia" é genial.

Estes dois também já andaram

Não, não estou esquecida. Antes de terminar 2011 despachei aqueles que correspondem ao segundo volume das Crónicas de Gelo e Fogo. São quatro livros lidos, faltam cinco dos já editados, outros tantos ainda por escrever e traduzir. E qual é o balanço, até agora? Pois bem, tenho de admitir que a história se está a tornar demasiado lenta. O interesse mantém-se, mas é consumido em lume brando, consoante a vontade do autor em esticar estas crónicas, que ainda têm de preencher vários volumes. Se, por um lado, esta estratégia nos aproxima das personagens e das suas motivações, por outro, esmorece a leitura, sobretudo quando estamos tanto tempo sem saber de alguns dos protagonistas ou sem que estes sofram grande evolução na sua trama. Ainda assim, deixo uma nota positiva para a escolha dos títulos que a editora portuguesa faz para os "segundos volumes" que inventou. Este "Despertar da Magia" é genial.

As Cinco Pessoas que Encontramos no Céu

Há livros que valem mais pelo carinho que sentimos por quem os recomenda com tanto entusiasmo. Foi o caso deste, o primeiro de 2012.

As Cinco Pessoas que Encontramos no Céu

Há livros que valem mais pelo carinho que sentimos por quem os recomenda com tanto entusiasmo. Foi o caso deste, o primeiro de 2012.

As Cinco Pessoas que Encontramos no Céu

Há livros que valem mais pelo carinho que sentimos por quem os recomenda com tanto entusiasmo. Foi o caso deste, o primeiro de 2012.

Afinal entrámos em 1952

São os doentes com mais de 70 anos que, "se quiserem" fazer hemodiálise, têm de pagar pelos tratamentos, é o fim da secção de Cultura na Agência Lusa, o congelamento do salário mínimo até ao final do ano, os jobs for the boys e os seus salários pornográficos . Futuro, que futuro?

Afinal entrámos em 1952

São os doentes com mais de 70 anos que, "se quiserem" fazer hemodiálise, têm de pagar pelos tratamentos, é o fim da secção de Cultura na Agência Lusa, o congelamento do salário mínimo até ao final do ano, os jobs for the boys e os seus salários pornográficos . Futuro, que futuro?

Afinal entrámos em 1952

São os doentes com mais de 70 anos que, "se quiserem" fazer hemodiálise, têm de pagar pelos tratamentos, é o fim da secção de Cultura na Agência Lusa, o congelamento do salário mínimo até ao final do ano, os jobs for the boys e os seus salários pornográficos . Futuro, que futuro?

sexta-feira, janeiro 06, 2012

Provas de fogo

Com uma semana assim, é melhor vestir a armadura para enfrentar 2012. Caramba.

Provas de fogo

Com uma semana assim, é melhor vestir a armadura para enfrentar 2012. Caramba.

Provas de fogo

Com uma semana assim, é melhor vestir a armadura para enfrentar 2012. Caramba.

quinta-feira, janeiro 05, 2012

Este ano que agora começa

Obriga-me a crescer e a fazer as pazes comigo e com o mundo que me rodeia. Obriga-me a engolir sapos, afrontas e desconsiderações com a certeza, já apreendida, de que os que se seguem serão sempre maiores. Acolhe-me com uma serenidade nunca antes experimentada, embalada com a convicção de que o equilíbrio depende sempre de mim.

Este ano que agora começa

Obriga-me a crescer e a fazer as pazes comigo e com o mundo que me rodeia. Obriga-me a engolir sapos, afrontas e desconsiderações com a certeza, já apreendida, de que os que se seguem serão sempre maiores. Acolhe-me com uma serenidade nunca antes experimentada, embalada com a convicção de que o equilíbrio depende sempre de mim.

Este ano que agora começa

Obriga-me a crescer e a fazer as pazes comigo e com o mundo que me rodeia. Obriga-me a engolir sapos, afrontas e desconsiderações com a certeza, já apreendida, de que os que se seguem serão sempre maiores. Acolhe-me com uma serenidade nunca antes experimentada, embalada com a convicção de que o equilíbrio depende sempre de mim.