terça-feira, novembro 30, 2010
Fast-books
Percebo que me tenho andado a empaturrar de maus livros quando a leitura deste que está aqui ao lado me sabe a um manjar divino. Já sentia falta disto.
Fast-books
Percebo que me tenho andado a empaturrar de maus livros quando a leitura deste que está aqui ao lado me sabe a um manjar divino. Já sentia falta disto.
Fast-books
Percebo que me tenho andado a empaturrar de maus livros quando a leitura deste que está aqui ao lado me sabe a um manjar divino. Já sentia falta disto.
segunda-feira, novembro 29, 2010
domingo, novembro 28, 2010
Rebenta a bolha
Todos os dias me esforço por ser como a Suíça. Se fosse simples, o Mundo era bem melhor. Sou tão humana como os outros. Pior, porque quando a corda estica até ao limite mostro o que nunca tinham visto...
Rebenta a bolha
Todos os dias me esforço por ser como a Suíça. Se fosse simples, o Mundo era bem melhor. Sou tão humana como os outros. Pior, porque quando a corda estica até ao limite mostro o que nunca tinham visto...
Rebenta a bolha
Todos os dias me esforço por ser como a Suíça. Se fosse simples, o Mundo era bem melhor. Sou tão humana como os outros. Pior, porque quando a corda estica até ao limite mostro o que nunca tinham visto...
Um pelo preço de uns quantos que mandamos para a rua
Como é que se permite que empresas em pleno processo de despedimentos por inviabilidade económica contrate altos quadros a peso de ouro?
Um pelo preço de uns quantos que mandamos para a rua
Como é que se permite que empresas em pleno processo de despedimentos por inviabilidade económica contrate altos quadros a peso de ouro?
Um pelo preço de uns quantos que mandamos para a rua
Como é que se permite que empresas em pleno processo de despedimentos por inviabilidade económica contrate altos quadros a peso de ouro?
Julie & Julia
Acho que vou [re]começar a cozinhar e mudar a minha vida. Quando era mais nova ninguém fazia um bolo de chocolate tão bom como o meu, por muito que lhes desse a receita com todos os passos bem explicadinhos. Nunca pensei, mas adorei este filme.
Julie & Julia
Acho que vou [re]começar a cozinhar e mudar a minha vida. Quando era mais nova ninguém fazia um bolo de chocolate tão bom como o meu, por muito que lhes desse a receita com todos os passos bem explicadinhos. Nunca pensei, mas adorei este filme.
Julie & Julia
Acho que vou [re]começar a cozinhar e mudar a minha vida. Quando era mais nova ninguém fazia um bolo de chocolate tão bom como o meu, por muito que lhes desse a receita com todos os passos bem explicadinhos. Nunca pensei, mas adorei este filme.
terça-feira, novembro 23, 2010
Deprimente
Não gosto da Rita Pereira, nem nunca vou gostar. Que as atenções se centrem nas mamas dela, não me surpreende. Afinal de contas, estamos a falar dos exóticos estrangeiros que fazem telenovelas, esse género televisivo completamente desconhecido em terras do Tio Sam. Agora que a menina prove mais uma vez a sua falta de inteligência e fale apenas e só do decote e do creme que brilha da Sephora, sem nunca desviar a conversa para o trabalho, o prémio e os colegas é que me parece lamentável. Previsível mas triste. Nota positiva para essa grande maluca que é a Alexandra Lencastre, que festeja que nem louca ao segundo 37'. Antes isso do que isto.
Deprimente
Não gosto da Rita Pereira, nem nunca vou gostar. Que as atenções se centrem nas mamas dela, não me surpreende. Afinal de contas, estamos a falar dos exóticos estrangeiros que fazem telenovelas, esse género televisivo completamente desconhecido em terras do Tio Sam. Agora que a menina prove mais uma vez a sua falta de inteligência e fale apenas e só do decote e do creme que brilha da Sephora, sem nunca desviar a conversa para o trabalho, o prémio e os colegas é que me parece lamentável. Previsível mas triste. Nota positiva para essa grande maluca que é a Alexandra Lencastre, que festeja que nem louca ao segundo 37'. Antes isso do que isto.
Deprimente
Não gosto da Rita Pereira, nem nunca vou gostar. Que as atenções se centrem nas mamas dela, não me surpreende. Afinal de contas, estamos a falar dos exóticos estrangeiros que fazem telenovelas, esse género televisivo completamente desconhecido em terras do Tio Sam. Agora que a menina prove mais uma vez a sua falta de inteligência e fale apenas e só do decote e do creme que brilha da Sephora, sem nunca desviar a conversa para o trabalho, o prémio e os colegas é que me parece lamentável. Previsível mas triste. Nota positiva para essa grande maluca que é a Alexandra Lencastre, que festeja que nem louca ao segundo 37'. Antes isso do que isto.
O dia amanhece...
Com um Emmy. Alexandra Lencastre e Paulo Pires a fazer história em Nova Iorque. Como? Com uma novela. Da TVI. "Meu Amor", diz-vos alguma coisa?
O dia amanhece...
Com um Emmy. Alexandra Lencastre e Paulo Pires a fazer história em Nova Iorque. Como? Com uma novela. Da TVI. "Meu Amor", diz-vos alguma coisa?
O dia amanhece...
Com um Emmy. Alexandra Lencastre e Paulo Pires a fazer história em Nova Iorque. Como? Com uma novela. Da TVI. "Meu Amor", diz-vos alguma coisa?
quinta-feira, novembro 18, 2010
Dias quentes em Lx
Perdemos os Arcade Fire, mas garantimos o Barack Obama. Tremo de ansiedade só de pensar que o Air Force One vai andar nos céus de Portugal. O Air Force One. É muita emoção.
Dias quentes em Lx
Perdemos os Arcade Fire, mas garantimos o Barack Obama. Tremo de ansiedade só de pensar que o Air Force One vai andar nos céus de Portugal. O Air Force One. É muita emoção.
Dias quentes em Lx
Perdemos os Arcade Fire, mas garantimos o Barack Obama. Tremo de ansiedade só de pensar que o Air Force One vai andar nos céus de Portugal. O Air Force One. É muita emoção.
Gotta love Ron Weasley
"Twilight is fine. Better actually."
in Harry Potter and the Deathly Hallows
quarta-feira, novembro 17, 2010
terça-feira, novembro 16, 2010
quarta-feira, novembro 10, 2010
Salta-pocinhas
Há um certo género de homem que gosta de andar aos pulinhos, dividido entre duas [ou mais] mulheres. A[s] que abandona e a[s] futuras[s] vítimas. Sim, porque a coisa funciona em círculos. Há sempre um regresso. Ou a tentativa disso. E é aqui que algumas mulheres falham. Como é que se aceita um homem destes de volta? Se eles são salta-pocinhas, o que são elas?
Salta-pocinhas
Há um certo género de homem que gosta de andar aos pulinhos, dividido entre duas [ou mais] mulheres. A[s] que abandona e a[s] futuras[s] vítimas. Sim, porque a coisa funciona em círculos. Há sempre um regresso. Ou a tentativa disso. E é aqui que algumas mulheres falham. Como é que se aceita um homem destes de volta? Se eles são salta-pocinhas, o que são elas?
Salta-pocinhas
Há um certo género de homem que gosta de andar aos pulinhos, dividido entre duas [ou mais] mulheres. A[s] que abandona e a[s] futuras[s] vítimas. Sim, porque a coisa funciona em círculos. Há sempre um regresso. Ou a tentativa disso. E é aqui que algumas mulheres falham. Como é que se aceita um homem destes de volta? Se eles são salta-pocinhas, o que são elas?
Um novo mundo se abre aos meus olhos
Onde é que eu andava com a cabeça para ter o chat do Facebook desligado? Com a morte lenta do MSN tenho resumido o chat aos amigos (poucos) do Gmail e sou feliz assim. Apercebi-me que algo não devia estar certo quando um amigo avesso às tecnologias [sim, és tu!] me pergunta por onde ando, que não me tem visto, que não usa o MSN e nunca me vê no FB. Desde então tenho dado umas abébias ao coisinho e não é que há pessoas estranhas a meter conversa? Muitas! Não sei se preciso disto...
Um novo mundo se abre aos meus olhos
Onde é que eu andava com a cabeça para ter o chat do Facebook desligado? Com a morte lenta do MSN tenho resumido o chat aos amigos (poucos) do Gmail e sou feliz assim. Apercebi-me que algo não devia estar certo quando um amigo avesso às tecnologias [sim, és tu!] me pergunta por onde ando, que não me tem visto, que não usa o MSN e nunca me vê no FB. Desde então tenho dado umas abébias ao coisinho e não é que há pessoas estranhas a meter conversa? Muitas! Não sei se preciso disto...
Um novo mundo se abre aos meus olhos
Onde é que eu andava com a cabeça para ter o chat do Facebook desligado? Com a morte lenta do MSN tenho resumido o chat aos amigos (poucos) do Gmail e sou feliz assim. Apercebi-me que algo não devia estar certo quando um amigo avesso às tecnologias [sim, és tu!] me pergunta por onde ando, que não me tem visto, que não usa o MSN e nunca me vê no FB. Desde então tenho dado umas abébias ao coisinho e não é que há pessoas estranhas a meter conversa? Muitas! Não sei se preciso disto...
terça-feira, novembro 09, 2010
A menina que eu fui...
Anda inquieta, desassossegada. Ontem não se conformava com a adulta hoje que sou. Não teve grande voz, porque sou eu quem manda agora. Hoje orgulhou-se de mim, depois de ter sido ferida de morte. A menina que eu sou não está satisfeita. Anda inquieta, à espera do que aí vem. Olha para o presente e fica perplexa. Porque não percebe. Vê um caminho diferente, mais directo para os sonhos que construímos juntas. A menina e a adulta. Ao mesmo tempo, mantém-se expectante porque sabe que pode deve confiar em mim. A prova disso foi o apreço que sentiu ao ver-me debater pelo que acreditamos. Ela também o fazia no seu reinado. Voltámos a encontrar-nos nesse momento mas temos andado distantes. Só consegui metade do que me propus. A menina que eu fui cobra-me o resto...
A menina que eu fui...
Anda inquieta, desassossegada. Ontem não se conformava com a adulta hoje que sou. Não teve grande voz, porque sou eu quem manda agora. Hoje orgulhou-se de mim, depois de ter sido ferida de morte. A menina que eu sou não está satisfeita. Anda inquieta, à espera do que aí vem. Olha para o presente e fica perplexa. Porque não percebe. Vê um caminho diferente, mais directo para os sonhos que construímos juntas. A menina e a adulta. Ao mesmo tempo, mantém-se expectante porque sabe que pode deve confiar em mim. A prova disso foi o apreço que sentiu ao ver-me debater pelo que acreditamos. Ela também o fazia no seu reinado. Voltámos a encontrar-nos nesse momento mas temos andado distantes. Só consegui metade do que me propus. A menina que eu fui cobra-me o resto...
A menina que eu fui...
Anda inquieta, desassossegada. Ontem não se conformava com a adulta hoje que sou. Não teve grande voz, porque sou eu quem manda agora. Hoje orgulhou-se de mim, depois de ter sido ferida de morte. A menina que eu sou não está satisfeita. Anda inquieta, à espera do que aí vem. Olha para o presente e fica perplexa. Porque não percebe. Vê um caminho diferente, mais directo para os sonhos que construímos juntas. A menina e a adulta. Ao mesmo tempo, mantém-se expectante porque sabe que pode deve confiar em mim. A prova disso foi o apreço que sentiu ao ver-me debater pelo que acreditamos. Ela também o fazia no seu reinado. Voltámos a encontrar-nos nesse momento mas temos andado distantes. Só consegui metade do que me propus. A menina que eu fui cobra-me o resto...
sábado, novembro 06, 2010
Momento Ipiranga
Estou farta de conduzir todos os dias, estou cansada do trânsito caótico e de estacionar em sítios impossíveis, num carro sem direcção assistida. Estou desolada por ver o meu ordenado desaparecer em depósitos cheios que duram pouco mais do que uma semana. Bela vida tinha eu, quando era burguesa e andava de táxi para todo o lado. Um luxo que me saía bem mais barato e cansava-me menos.
Momento Ipiranga
Estou farta de conduzir todos os dias, estou cansada do trânsito caótico e de estacionar em sítios impossíveis, num carro sem direcção assistida. Estou desolada por ver o meu ordenado desaparecer em depósitos cheios que duram pouco mais do que uma semana. Bela vida tinha eu, quando era burguesa e andava de táxi para todo o lado. Um luxo que me saía bem mais barato e cansava-me menos.
Momento Ipiranga
Estou farta de conduzir todos os dias, estou cansada do trânsito caótico e de estacionar em sítios impossíveis, num carro sem direcção assistida. Estou desolada por ver o meu ordenado desaparecer em depósitos cheios que duram pouco mais do que uma semana. Bela vida tinha eu, quando era burguesa e andava de táxi para todo o lado. Um luxo que me saía bem mais barato e cansava-me menos.
quinta-feira, novembro 04, 2010
Não me sai da cabeça
Fui ontem ver o filme, não aprovado por Mark Zuckerberg, que conta como nasceu esse grande monstro que é o Facebook. Com Jesse Eisenberg, um dos meus actores fetiche dos últimos tempos, o filme retrata a concretização do sonho. O nascimento de uma ideia revolucionária, daquelas que, como diz a dada altura o co-fundador do Napster, Sean Parker, só existe uma em cada geração. São pequenos pormenores que mudam o mundo e estão à distância de nada. De um clique apenas.
Não me sai da cabeça
Fui ontem ver o filme, não aprovado por Mark Zuckerberg, que conta como nasceu esse grande monstro que é o Facebook. Com Jesse Eisenberg, um dos meus actores fetiche dos últimos tempos, o filme retrata a concretização do sonho. O nascimento de uma ideia revolucionária, daquelas que, como diz a dada altura o co-fundador do Napster, Sean Parker, só existe uma em cada geração. São pequenos pormenores que mudam o mundo e estão à distância de nada. De um clique apenas.
Não me sai da cabeça
Fui ontem ver o filme, não aprovado por Mark Zuckerberg, que conta como nasceu esse grande monstro que é o Facebook. Com Jesse Eisenberg, um dos meus actores fetiche dos últimos tempos, o filme retrata a concretização do sonho. O nascimento de uma ideia revolucionária, daquelas que, como diz a dada altura o co-fundador do Napster, Sean Parker, só existe uma em cada geração. São pequenos pormenores que mudam o mundo e estão à distância de nada. De um clique apenas.
segunda-feira, novembro 01, 2010
É da maneira que não me apanham lá
O Urban Beach, passo a citar, não deixa entrar pretos na casa. Palavras para quê?
É da maneira que não me apanham lá
O Urban Beach, passo a citar, não deixa entrar pretos na casa. Palavras para quê?
É da maneira que não me apanham lá
O Urban Beach, passo a citar, não deixa entrar pretos na casa. Palavras para quê?
Subscrever:
Comentários (Atom)

























