segunda-feira, março 12, 2012
Diagnóstico
quinta-feira, março 08, 2012
Celebrar o dia da mulher é...
terça-feira, março 06, 2012
Sou uma pessoa má
domingo, março 04, 2012
Nada é o que parece

sexta-feira, março 02, 2012
A excepção confirma a regra
quarta-feira, fevereiro 29, 2012
Coisas boas, disse eu?
29 de fevereiro
terça-feira, fevereiro 28, 2012
Entre ginecologistas
segunda-feira, fevereiro 27, 2012
Cúmulo da parvoíce
170 mil
domingo, fevereiro 26, 2012
Em dia de aniversário

quarta-feira, fevereiro 22, 2012
sexta-feira, fevereiro 17, 2012
Disclaimer
quinta-feira, fevereiro 16, 2012
Conseguem perceber quem é?
Como diz uma amiga
quarta-feira, fevereiro 15, 2012
Crescer é...
Há dias cheios
terça-feira, fevereiro 14, 2012
Dia dos namorados é...
domingo, fevereiro 12, 2012
Tumultos na Grécia
Fenónemo Whitney Houston
sábado, fevereiro 11, 2012
Manifestação no Terreiro
Bom para o stress
sexta-feira, fevereiro 10, 2012
Esta insatisfação que me consome
mudar
e não conseguir. É ansiar! Desejar mais, sonhar alto.
Sem acreditar...
Duvidar, desacreditar e esmorecer.
É apagar-me
sem querer...
quinta-feira, fevereiro 09, 2012
terça-feira, fevereiro 07, 2012
De como podia ser terapeuta de emoções
domingo, fevereiro 05, 2012
Há muito que não fazia uma destas
segunda-feira, janeiro 30, 2012
São tão sensíveis
domingo, janeiro 29, 2012
A Casa do Sono
Formatado como um ciclo de sono, este livro é espantoso na forma como nos surpreende a cada momento, levando-nos a entrar num mundo onírico sem que nos apercebamos disso. Fica a dúvida quanto à linha que distingue ficção de realidade, mas mantém-se a certeza de que este sonho nos vai acompanhar por muito tempo. Obrigada Inês, por me teres cativado quando o leste e por tudo o resto.
sábado, janeiro 28, 2012
Fenómeno Leonardo DiCaprio
quarta-feira, janeiro 25, 2012
A persistência
Olha, badamerda...
sexta-feira, janeiro 20, 2012
Instabilidade profissional
Sobre o SOPA e o PIPA
quinta-feira, janeiro 19, 2012
segunda-feira, janeiro 16, 2012
Sou humorista e não sabia
sábado, janeiro 14, 2012
Pause
quarta-feira, janeiro 11, 2012
Estes dois também já andaram
Não, não estou esquecida. Antes de terminar 2011 despachei aqueles que correspondem ao segundo volume das Crónicas de Gelo e Fogo. São quatro livros lidos, faltam cinco dos já editados, outros tantos ainda por escrever e traduzir. E qual é o balanço, até agora? Pois bem, tenho de admitir que a história se está a tornar demasiado lenta. O interesse mantém-se, mas é consumido em lume brando, consoante a vontade do autor em esticar estas crónicas, que ainda têm de preencher vários volumes. Se, por um lado, esta estratégia nos aproxima das personagens e das suas motivações, por outro, esmorece a leitura, sobretudo quando estamos tanto tempo sem saber de alguns dos protagonistas ou sem que estes sofram grande evolução na sua trama. Ainda assim, deixo uma nota positiva para a escolha dos títulos que a editora portuguesa faz para os "segundos volumes" que inventou. Este "Despertar da Magia" é genial.
As Cinco Pessoas que Encontramos no Céu
Afinal entrámos em 1952
terça-feira, janeiro 10, 2012
sexta-feira, janeiro 06, 2012
quinta-feira, janeiro 05, 2012
Este ano que agora começa
segunda-feira, janeiro 02, 2012
quinta-feira, dezembro 29, 2011
terça-feira, dezembro 27, 2011
Pesos na consciência
segunda-feira, dezembro 26, 2011
domingo, dezembro 25, 2011
sábado, dezembro 24, 2011
É do norte, carago!
sexta-feira, dezembro 23, 2011
De se tirar o chapéu
quarta-feira, dezembro 21, 2011
Não tenho nada contra os fumadores
segunda-feira, dezembro 19, 2011
Inesperado
sábado, dezembro 17, 2011
Já valeu a pena
sexta-feira, dezembro 16, 2011
Magia
quarta-feira, dezembro 14, 2011
Arrumadinho não leves a mal!
Façam um pequeno exercício
terça-feira, dezembro 13, 2011
PostCrossing
segunda-feira, dezembro 12, 2011
Wishlist 2012




Caros leitores do Público
sexta-feira, dezembro 09, 2011
Fãs das Crónicas de Gelo e Fogo
Sou a única a desenvolver um estranho fascínio por Sandor Clegane, o Cão de Caça? Ainda vou no terceiro livro, cuidado com os spoilers...
quinta-feira, dezembro 08, 2011
terça-feira, dezembro 06, 2011
Pergunto, quase indignada
- É uma esperança.
- (assim me roubam as palavras)
Passem os anos que passarem
Sei que ela vai sempre perguntar por mim com aquele sorriso que lhe ilumina a cara bonita e vai dizer-me para ir lá a casa com a mesma alegria e entrega que fazia quando tínhamos 12 anos. Como se entretanto, não se tivessem passado mais de 20 anos, ela não fosse já mãe de dois filhos e eu não vivesse noutra cidade. Nunca vou. Minto, há pouco tempo fui, reencontrámo-nos no casamento dela e falámos umas quantas vezes ao telefone. Só que, embora pareça, não foi ontem e, se começarmos a fazer as contas foi há dois ou há cinco anos. Felizmente, são dias que não têm o peso real do tempo. Passe o tempo que passar, sei que ela vai lá estar, tal como sempre esteve. Sem subterfúgios.
segunda-feira, dezembro 05, 2011
Da forma como nos vêem
Idiota
sexta-feira, dezembro 02, 2011
Continua a azia
Bullying cibernético
quinta-feira, dezembro 01, 2011
Vou parar ao Inferno
Quando eu nasci
terça-feira, novembro 29, 2011
sexta-feira, novembro 25, 2011
quinta-feira, novembro 24, 2011
O Príncipe da Neblina
Há um efeito de Pavlov que se desencadeia sempre que vejo o nome Carlos Ruiz Záfon, ou desencadeava. Tudo por culpa de "A Sombra do Vento", que li em 2007, quando fui a Barcelona. Depois desse livro, que consta entre os meus favoritos de sempre, ansiei pela saga, com "O Jogo do Anjo". E fiquei desiludida. Aquilo que no primeiro era apenas um tempero, o ambiente sinistro e fantasmagórico, transformou-se no protagonista principal de uma história decalcada do livro anterior. Foi sem grande vontade que li "Marina", um das primeiras obras do autor, traduzida para português no final do ano passado. E percebi que não valia a pena insistir. A magia de "A Sombra do Vento" é irrepetível e, por muito que o autor me saiba embalar nas suas histórias, não justifica o tal efeito pavloviano. Ainda assim, depois de me oferecerem este "Príncipe da Neblina", foi com curiosidade que o devorei. Porque este livro marca a estreia do autor, porque é dirigido a um público juvenil e porque queria saber se me surpreenderia. As expectativas eram baixas e, por isso mesmo, gostei do que li. Sempre fui entusiasta do registo juvenil e, embora o tom sinistro esteja sempre presente, neste tipo de aventura, faz todo o sentido. Devora-se numa ou duas tardes, mas é um momento bem passado. Que não deixará grandes marcas, mas não desilude.
quarta-feira, novembro 23, 2011
Antes dos 1000 km
terça-feira, novembro 22, 2011
domingo, novembro 20, 2011
A curiosidade matou o gato
A Muralha de Gelo
Apesar de, a determinada altura, me ter cansado e deixado as aventuras dos Sartk e dos Lanister de lado, a verdade é que já não as consigo esquecer. Estou empenhada nesta luta, quero saber como se vai desenrolar e que transformações vão ocorrer nas grandes famílias até que tudo se volte a recompor. Isto é como uma série de televisão, um filme épico, uma vez envolvidos só descansamos quando chegarmos ao final. E aguentamos mesmo um ou outro momento menos interessante. Até porque, sabiamente, o livro fecha com tudo em aberto. Será uma questão de tempo até que me volte a embrenhar na sua trama. No segundo livro, o terceiro em português...
sexta-feira, novembro 18, 2011
Ah e tal, cultura geral
A mim, dá-me "uma branca" de cada vez que atiram com essas perguntas de saber feito. Ser inteligente não se mede pela capacidade de preencher requisitos definidos por alguém num determinado contexto de espaço e tempo. Haver quem acredite ferozmente nisso é que me deixa doente. E, nesse caso, com pouco para argumentar. É que a estupidez só se alimenta de si mesma.
quinta-feira, novembro 17, 2011
My guilty pleasure
Tenho perfeita noção de quão mau tudo isto pode ser, mas adoro a saga Twilight e toda a fantochada à volta dos filmes e dos actores. Contei os minutinhos para estar na antestreia do quarto filme, "Amanhecer - Parte 1", e vibrei com palermices próprias de adolescentes. Não tenho qualquer problema em admiti-lo mas também não faço disso uma bandeira. É algo que é meu e gosto que assim seja. Tanto gostei do filme como da crítica que li hoje de manhã na revista Tentações, da Sábado, que o arrasa com sarcasmo humorístico e cheio de mestria. Agora o que não consigo entender, e que também li nessa mesma crítica, é esta opinião generalizada de que o primeiro filme foi qualquer coisa de espectacular que saiu das mãos dessa grande realizadora que é a Catherine Hardwicke. Agora, que passaram quatro anos, todos dizem isto? Que coerentes. Quer dizer que basta esperar mais um pouco para que este, que estreia hoje, seja uma obra-prima. É isso?
terça-feira, novembro 15, 2011
Pumba, levas com o menir!
Que ideia genial esta da "Casa dos Segredos". De que cabeça é que isto saiu? Adoro.
Eu podia ter nascido no tempo dos reis e dos dragões
Sou pela nobreza de carácter, a honra e a frontalidade, e alinho na expiação da culpa sem medo de a encarar. Não sou do tempo em que a frontalidade é qualidade de gente "que não as mede" ou com falta de neurónios e onde a hipocrisia e cinismo andam de mãos dadas como monarcas a idoltrar. Não sou vassala destes dias de agora.
segunda-feira, novembro 14, 2011
sábado, novembro 12, 2011
sexta-feira, novembro 11, 2011
Avançamos passos largos na marcha atrás
Com esta coisa dos feriados
Ainda se lembram de cortar também nos fins-de-semana. Que da coelheira não salte a ideia peregrina de que a manhã de sábado também é boa para trabalhar. Vá mas é roer cenouras!
quarta-feira, novembro 09, 2011
Good morning, I see the assassins have failed...
Os pesos e as medidas
Posso marcar as férias?
domingo, novembro 06, 2011
Pior era impossível
sábado, novembro 05, 2011
50/50
Há filmes onde vemos pouco mais do que o retrato da nossa própria vida. Um pouco mais melodramático, com uma ou outra diferença a apontar, mas igual na essência. Foi por isso que demorei tantos dias a falar nele. É um filme difícil e leve, fácil de digerir mas que nos corta a respiração a bocados. É um filme divertido, positivo, como se quer. Emocionante, sobretudo pela lição de amizade que me fez recordar.






