quinta-feira, janeiro 19, 2012
segunda-feira, janeiro 16, 2012
Sou humorista e não sabia
sábado, janeiro 14, 2012
Pause
quarta-feira, janeiro 11, 2012
Estes dois também já andaram
Não, não estou esquecida. Antes de terminar 2011 despachei aqueles que correspondem ao segundo volume das Crónicas de Gelo e Fogo. São quatro livros lidos, faltam cinco dos já editados, outros tantos ainda por escrever e traduzir. E qual é o balanço, até agora? Pois bem, tenho de admitir que a história se está a tornar demasiado lenta. O interesse mantém-se, mas é consumido em lume brando, consoante a vontade do autor em esticar estas crónicas, que ainda têm de preencher vários volumes. Se, por um lado, esta estratégia nos aproxima das personagens e das suas motivações, por outro, esmorece a leitura, sobretudo quando estamos tanto tempo sem saber de alguns dos protagonistas ou sem que estes sofram grande evolução na sua trama. Ainda assim, deixo uma nota positiva para a escolha dos títulos que a editora portuguesa faz para os "segundos volumes" que inventou. Este "Despertar da Magia" é genial.
As Cinco Pessoas que Encontramos no Céu
Afinal entrámos em 1952
terça-feira, janeiro 10, 2012
sexta-feira, janeiro 06, 2012
quinta-feira, janeiro 05, 2012
Este ano que agora começa
segunda-feira, janeiro 02, 2012
quinta-feira, dezembro 29, 2011
terça-feira, dezembro 27, 2011
Pesos na consciência
segunda-feira, dezembro 26, 2011
domingo, dezembro 25, 2011
sábado, dezembro 24, 2011
É do norte, carago!
sexta-feira, dezembro 23, 2011
De se tirar o chapéu
quarta-feira, dezembro 21, 2011
Não tenho nada contra os fumadores
segunda-feira, dezembro 19, 2011
Inesperado
sábado, dezembro 17, 2011
Já valeu a pena
sexta-feira, dezembro 16, 2011
Magia
quarta-feira, dezembro 14, 2011
Arrumadinho não leves a mal!
Façam um pequeno exercício
terça-feira, dezembro 13, 2011
PostCrossing
segunda-feira, dezembro 12, 2011
Wishlist 2012




Caros leitores do Público
sexta-feira, dezembro 09, 2011
Fãs das Crónicas de Gelo e Fogo
Sou a única a desenvolver um estranho fascínio por Sandor Clegane, o Cão de Caça? Ainda vou no terceiro livro, cuidado com os spoilers...
quinta-feira, dezembro 08, 2011
terça-feira, dezembro 06, 2011
Pergunto, quase indignada
- É uma esperança.
- (assim me roubam as palavras)
Passem os anos que passarem
Sei que ela vai sempre perguntar por mim com aquele sorriso que lhe ilumina a cara bonita e vai dizer-me para ir lá a casa com a mesma alegria e entrega que fazia quando tínhamos 12 anos. Como se entretanto, não se tivessem passado mais de 20 anos, ela não fosse já mãe de dois filhos e eu não vivesse noutra cidade. Nunca vou. Minto, há pouco tempo fui, reencontrámo-nos no casamento dela e falámos umas quantas vezes ao telefone. Só que, embora pareça, não foi ontem e, se começarmos a fazer as contas foi há dois ou há cinco anos. Felizmente, são dias que não têm o peso real do tempo. Passe o tempo que passar, sei que ela vai lá estar, tal como sempre esteve. Sem subterfúgios.
segunda-feira, dezembro 05, 2011
Da forma como nos vêem
Idiota
sexta-feira, dezembro 02, 2011
Continua a azia
Bullying cibernético
quinta-feira, dezembro 01, 2011
Vou parar ao Inferno
Quando eu nasci
terça-feira, novembro 29, 2011
sexta-feira, novembro 25, 2011
quinta-feira, novembro 24, 2011
O Príncipe da Neblina
Há um efeito de Pavlov que se desencadeia sempre que vejo o nome Carlos Ruiz Záfon, ou desencadeava. Tudo por culpa de "A Sombra do Vento", que li em 2007, quando fui a Barcelona. Depois desse livro, que consta entre os meus favoritos de sempre, ansiei pela saga, com "O Jogo do Anjo". E fiquei desiludida. Aquilo que no primeiro era apenas um tempero, o ambiente sinistro e fantasmagórico, transformou-se no protagonista principal de uma história decalcada do livro anterior. Foi sem grande vontade que li "Marina", um das primeiras obras do autor, traduzida para português no final do ano passado. E percebi que não valia a pena insistir. A magia de "A Sombra do Vento" é irrepetível e, por muito que o autor me saiba embalar nas suas histórias, não justifica o tal efeito pavloviano. Ainda assim, depois de me oferecerem este "Príncipe da Neblina", foi com curiosidade que o devorei. Porque este livro marca a estreia do autor, porque é dirigido a um público juvenil e porque queria saber se me surpreenderia. As expectativas eram baixas e, por isso mesmo, gostei do que li. Sempre fui entusiasta do registo juvenil e, embora o tom sinistro esteja sempre presente, neste tipo de aventura, faz todo o sentido. Devora-se numa ou duas tardes, mas é um momento bem passado. Que não deixará grandes marcas, mas não desilude.
quarta-feira, novembro 23, 2011
Antes dos 1000 km
terça-feira, novembro 22, 2011
domingo, novembro 20, 2011
A curiosidade matou o gato
A Muralha de Gelo
Apesar de, a determinada altura, me ter cansado e deixado as aventuras dos Sartk e dos Lanister de lado, a verdade é que já não as consigo esquecer. Estou empenhada nesta luta, quero saber como se vai desenrolar e que transformações vão ocorrer nas grandes famílias até que tudo se volte a recompor. Isto é como uma série de televisão, um filme épico, uma vez envolvidos só descansamos quando chegarmos ao final. E aguentamos mesmo um ou outro momento menos interessante. Até porque, sabiamente, o livro fecha com tudo em aberto. Será uma questão de tempo até que me volte a embrenhar na sua trama. No segundo livro, o terceiro em português...
sexta-feira, novembro 18, 2011
Ah e tal, cultura geral
A mim, dá-me "uma branca" de cada vez que atiram com essas perguntas de saber feito. Ser inteligente não se mede pela capacidade de preencher requisitos definidos por alguém num determinado contexto de espaço e tempo. Haver quem acredite ferozmente nisso é que me deixa doente. E, nesse caso, com pouco para argumentar. É que a estupidez só se alimenta de si mesma.
quinta-feira, novembro 17, 2011
My guilty pleasure
Tenho perfeita noção de quão mau tudo isto pode ser, mas adoro a saga Twilight e toda a fantochada à volta dos filmes e dos actores. Contei os minutinhos para estar na antestreia do quarto filme, "Amanhecer - Parte 1", e vibrei com palermices próprias de adolescentes. Não tenho qualquer problema em admiti-lo mas também não faço disso uma bandeira. É algo que é meu e gosto que assim seja. Tanto gostei do filme como da crítica que li hoje de manhã na revista Tentações, da Sábado, que o arrasa com sarcasmo humorístico e cheio de mestria. Agora o que não consigo entender, e que também li nessa mesma crítica, é esta opinião generalizada de que o primeiro filme foi qualquer coisa de espectacular que saiu das mãos dessa grande realizadora que é a Catherine Hardwicke. Agora, que passaram quatro anos, todos dizem isto? Que coerentes. Quer dizer que basta esperar mais um pouco para que este, que estreia hoje, seja uma obra-prima. É isso?
terça-feira, novembro 15, 2011
Pumba, levas com o menir!
Que ideia genial esta da "Casa dos Segredos". De que cabeça é que isto saiu? Adoro.
Eu podia ter nascido no tempo dos reis e dos dragões
Sou pela nobreza de carácter, a honra e a frontalidade, e alinho na expiação da culpa sem medo de a encarar. Não sou do tempo em que a frontalidade é qualidade de gente "que não as mede" ou com falta de neurónios e onde a hipocrisia e cinismo andam de mãos dadas como monarcas a idoltrar. Não sou vassala destes dias de agora.
segunda-feira, novembro 14, 2011
sábado, novembro 12, 2011
sexta-feira, novembro 11, 2011
Avançamos passos largos na marcha atrás
Com esta coisa dos feriados
Ainda se lembram de cortar também nos fins-de-semana. Que da coelheira não salte a ideia peregrina de que a manhã de sábado também é boa para trabalhar. Vá mas é roer cenouras!
quarta-feira, novembro 09, 2011
Good morning, I see the assassins have failed...
Os pesos e as medidas
Posso marcar as férias?
domingo, novembro 06, 2011
Pior era impossível
sábado, novembro 05, 2011
50/50
Há filmes onde vemos pouco mais do que o retrato da nossa própria vida. Um pouco mais melodramático, com uma ou outra diferença a apontar, mas igual na essência. Foi por isso que demorei tantos dias a falar nele. É um filme difícil e leve, fácil de digerir mas que nos corta a respiração a bocados. É um filme divertido, positivo, como se quer. Emocionante, sobretudo pela lição de amizade que me fez recordar.sexta-feira, outubro 28, 2011
Revoltas
quinta-feira, outubro 27, 2011
quarta-feira, outubro 26, 2011
A Guerra dos Tronos
Como é que se classifica um livro que não acaba? Esta é a primeira metade do primeiro volume escrito por George R. R. Martin. Em Portugal, a editora Saída de Emergência achou que o autor não soube dividir a história e partiu-a em dois volumes. Lamentável, como já tinha dito aqui. À parte disso, embora perceba as comparações a "Senhor dos Anéis", a mim remete-me para o universo de "As Brumas de Avalon", de Marion Zimmer Bradley, numa perspectiva altamente masculinizada. Trata-se de um livro cinematográfico, construído como uma série de televisão, em que cada capítulo corresponde visualmente a um episódio pronto a ser captado por câmaras de filmar. Todas as técnicas de cinema são aplicadas a uma história que nos agarra pelos pormenores e descrições da personalidade de cada uma das personagens, com reviravoltas que nos deixam em suspense até ao novo capítulo. Sim, quero ler o próximo. Aliás, já comecei.
A angústia da morte anunciada
segunda-feira, outubro 24, 2011
São estas coisas que me lixam...
quinta-feira, outubro 20, 2011
Pronto, aconteceu o pior!
sexta-feira, outubro 14, 2011
Última noite

quinta-feira, outubro 13, 2011
Mudei
É o fim do mundo em cuecas...
Pequeno impasse
Quando sabemos que algo vai mudar mas ainda não está a acontecer no momento, vivemos uma realidade que já é passado e, sem querer, criamos a ilusão, nesses dias, de a conseguir agarrar para sempre. Não é verdade. Quando olharmos para trás, também estes dias, em que a mudança já existia, mas não estava consumada, não serão palpáveis, como todos os outros que ficam para trás. Também estes dias, agora tão sólidos, se irão diluir nas memórias do passado. E, neste pequeno impasse, é difícil acreditar que seja possível. Embora já o tenha vivido mais vezes.
Isto é outra dimensão
Ora vamos lá a ver se nos entendemos. Eu não gosto de filmes 3D, não curto, mas parece que, agora, estúdio que se preze orgulha-se de apresentar as mais recentes películas filmadas na última tecnologia. Uma massagem ao ego de alguém, experiências para chegar a algo melhor, o que for, a mim não me convence. Faz-me doer a cabeça, os óculos causam-me desconforto, lembro-me sempre das notícias que dizem que houve alguém que teve um ataque epiléptico depois de ter assistido a um filme destes de três horas e, nem por isso, acho que acrescente grande coisa à história. Pelo menos, até ao último filme de "Harry Potter" era assim que pensava. Tanto que, depois da estreia em 3D - onde só as cenas de luta e batalha beneficiam da tecnologia - voltei à sala para assistir ao filme em apenas duas dimensões por me terem escapado imenso pormenores, sobretudo em relação à expressão facial das personagens e a todas as cenas mais intimistas. Mas isto era antes. É isso mesmo. Era antes de assistir aos "Três Mosqueteiros", de Paul W. S. Anderson. Senhores, isto vale a pena e até nos faz esquecer uma ou outra tontura que o rodopianço das câmaras causa, naquela ânsia de mostrar todo o esplendor do 3D. Pois que eu estava convencida que o Orlando Bloom me faria esquecer o 3D em três tempos mas, oh, como estava enganada. Quem se lembra do Orlando Bloom quando tem pela frente um Matthew Macfadyen -quem? - a roubar a cena na pele de um Athos? Ah pois, que a mosquinha morta de "Orgulho e Preconceito", o prior Philip de "Pilares da Terra", me deixou a bater palminhas às três dimensões. Ele e, tivera eu a idade certa para este público, o queridíssimo Logan Lerman, que faz um D'Artagnan cheio de pinta. Com elencos assim, nem me lembro dos óculos.
Já lá vão o quê, 13 anos?
terça-feira, outubro 11, 2011
domingo, outubro 09, 2011
Em resumo...
sábado, outubro 08, 2011
Lolita, de Vladimir Nabokov
sexta-feira, outubro 07, 2011
ModaLisboa
quinta-feira, outubro 06, 2011
Borboletas na barriga
"Come on guys, it's so obvious!"
Foi assim que Kristen Stewart confirmou o namoro com Robert Pattinson. Durante quase três anos, negaram as evidências até à morte. Para quê?
segunda-feira, outubro 03, 2011
Sabem aqueles dias em que vamos fazer alguma por nós?
domingo, outubro 02, 2011
Se eu escrevesse tudo o que sinto...
Se eu escrevesse tudo o que sinto...
Teria que dizer que estou triste, mas também feliz.
sábado, outubro 01, 2011
Porque é gosto do Zé Pedro?
Porque não cede aos golpes baixos do Daniel Oliveira para o fazer chorar. Grande!
sexta-feira, setembro 30, 2011
Fui ver fotos de 2006
quinta-feira, setembro 29, 2011
Sem ti, este blogue não existia
quarta-feira, setembro 28, 2011
Giro, giro!
terça-feira, setembro 27, 2011
Joey King
segunda-feira, setembro 26, 2011
Eu não queria!
Acabei de ver o segundo trailer de "Breaking Dawn" na televisão. É suficiente para tirar a piada ao filme...
sábado, setembro 24, 2011
Tu queres ver!
sexta-feira, setembro 23, 2011
quinta-feira, setembro 22, 2011
Tenho medo do escuro
Mas ando tão cansada que nem tenho tempo para pensar nisso quando caio na cama. Mesmo com a casa vazia.
quarta-feira, setembro 21, 2011
Alguém me explica o que é isto?
Está na moda, é uma super tendência de quem se diz fashion, impossível de ignorar. Diz-se que a cantora Lykke Li é a culpada desta imagem que agora se repete um pouco por todo o lado, sobretudo em miúdas giras comó raio, que usam calções curtinhos e t-shirts largas, com sandálias rasas e muito estilo. É um totó, com nome técnico de "french bun", e quanto mais despenteado ficar, melhor. Eu mantenho a minha: o que é isto?







