segunda-feira, fevereiro 14, 2011
Esta é de valor reconhecido
Acabei de ler a palavra puta, escrita pelas mãos de Saramago. Soa a nobre.
domingo, fevereiro 13, 2011
O ovo ou a Gagalinha?
Estava agora a ver o vídeo da Lady Gaga a chegar aos Grammys, no Facebook. Ao mesmo tempo, três pessoas comentaram a forma como ela escolheu chamar a atenção desta vez. Três pessoas, em Portugal, através do Facebook, manifestaram-se em relação à chegada da Lady Gaga à red carpet. Ela ainda não saiu sequer do ovo, ainda não deu o espectáculo previsto. Chegou lá apenas e já toda a gente sabe o que vai fazer, mais do que isso, já chovem opiniões. Acabou-se o efeito supresa como o concebemos. Serve de teaser, mas também nos mostra que já nada pode ser feito como antes. Porque tudo corre à velocidade da luz. A gala, só começa daqui a uma hora...
sábado, fevereiro 12, 2011
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
Se alguma vez existir um dia dos namorados
Esse dia, para mim, é hoje. E a pessoa que fazia anos já cá não está para os comemorar...
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
Também há surpresas
Do nada, a pessoa mais improvável do mundo reconheceu que, em tempos, foi injusta comigo e pediu-me desculpa. Assim, cordialmente, no meio de uma conversa a que este pormenor não fez perder o ritmo.
terça-feira, fevereiro 08, 2011
O cinismo, essa arte por dominar
domingo, fevereiro 06, 2011
A nomeação cai-lhe tão bem...
De Melhor Ator, especifico. Já agora, sabem porque é que o filme se chama Biutiful? Porque é estrangeiro e e eles não sabem falar inglés. Piadinha parva, eu sei...
sábado, fevereiro 05, 2011
Prodígio
Com uma voz pequenina e meiga, um menino escondido atrás de um hamburguer e batatas fritas pergunta à mãe: "um u ao pé de um q não se lê?"
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
A dúvida mantém-se
Onde raio reside a felicidade? Na ternura de um amor sereno, mais maduro. Na brutalidade de um mundo que se vira do avesso e rouba o chão dos pés. Na alegria controlada de estrear uma nova fase da vida. Na convicção de uma aposta profissional que não completa. Em que momento nos encontramos?
quinta-feira, fevereiro 03, 2011
quarta-feira, fevereiro 02, 2011
Coisas que me irritam*
Pessoas que vêm ao meu computador explicar qualquer coisa e, para isso, precisam de desarrumar tudo e por à maneira delas. Também olho com ternura para os menos sabedores que precisam de fechar janela a janela para chegar ao desktop - não conhecem o atalho - e pelo meio comentam o que vêem e diminuem. Ai, os nervos!
* também me apeteceu usar este título ;)
Hoje já aprendi uma coisa nova
Aquilo de confundir a esquerda com a direita, no matter what, tem um nome. Chama-se ambilevidade, li no blog da Mulher Certa. E sim, sofro deste mal, desde sempre.
Revolução dos cliques
Somos insatisfeitos, contestatários, inconformados e não nos calamos. Damos voz aos nossos direitos, fazemos valer a nossa luta e barafustamos. Ninguém nos cala. É ver o registo acalorado, quase em fúria, dia após dia, a subir de tom. Chega a temer-se uma revolução como a que nos deu a democracia, em 1974. Melhor, porque estamos mais informados, sabemos o que queremos e não nos deixamos levar por um os dois argumentos mal esgrimidos. Movemo-nos em ondas de provocação de fazer medo a quem se atreva a fazer-nos frente. Somos disciplinados como um exército de alta patente. Tudo tem lugar. As causas pessoais, religiosas, profissionais e até dos animais. Temos opiniões convictas e damos a cara por elas. Em segundos, que não duram mais que o tempo de um clique. Segundos que perduram por um dia, dois no máximo, porque são segundos elevados ao número de amigos que se solidariza com o gesto. Naquele segundo. Um segundo perigoso que pode desencadear uma revolução, atenção. Não se desse o caso de, logo a seguir, cair uma música que era mesmo o que estava a ouvir mas não terminei porque entretanto saiu um estudo que fala dos homens infiéis e as mulheres sem celulite e, pelo meio, tive de partilhar a nova confirmação para os festivais de verão. É que nisto, já se sabe, quem chega primeiro é rei. É preciso marcar uma posição, com convicção. Essa mesma, que me faz lembrar qualquer coisa do início do texto. Já não sei bem o que era mas, entretanto faz-se tarde, amanhã é dia de trabalho. Seja o que for, não ficará esquecido. Tenho a certeza. Vamos longe com isto da revolução da informação, ainda não tinham percebido?
terça-feira, fevereiro 01, 2011
Não pode haver desgosto...
Mas, conquanto não pode haver desgosto
Onde esperança falta, lá me esconde Amor um mal, que mata e não se vê;
Que dias há que na alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei onde,
Vem não sei como, e dói não sei porquê.
Luís de Camões
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