sábado, julho 31, 2010
Cada vez tenho mais a certeza
A grandeza do ser humano vê-se na capacidade de perdoar. Nisso e na coragem de se dar voluntariamente "à morte". Dois pólos opostos que deixam a nu o carácter de cada um.
sexta-feira, julho 30, 2010
Sobre o António Feio
A melhor reflexão que li hoje, no amontoado de reacções que se tornou a sociedade informatizada, está aqui. Sem nunca usar o nome dele.
quinta-feira, julho 29, 2010
Linguagem colorida
Não é que a p*** do calor activa o c****** dos herpes? F***-**.
Mais. Lembram-se da pulga? É, também deve ser do calor.
P*** que pariu!
Mais. Lembram-se da pulga? É, também deve ser do calor.
P*** que pariu!
quarta-feira, julho 28, 2010
terça-feira, julho 27, 2010
E agora para algo completamente diferente
Temo pelo dia em que tenha de acompanhar o Nuno Markl à casa-de-banho. Hoje foi a saga da troca da lâmpada da cozinha. Mais do que trocá-la, ele estava a fotografar o fenómeno e a dar conta dele ao vivo nas redes sociais. Um dia destes foram os desenhos que fez no iPad, um presente de aniversário. Desenhava, fotografava e publicava na Internet, sempre alvo de imensos likes e comentários. Sou fã do Markl, a sério que sim. Mas temo o dia em que ele leve a máquina fotográfica [provavelmente é um iPhone] para a casa-de-banho. É que pode ser já amanhã.
O universo equilibra-se
Tudo aponta para que seja a Teresa Guilherme a apresentar o novo reality show da TVI. Para ser perfeito, os directos têm de ser à terça-feira.*
*mas já percebi que isso não vai acontecer
*mas já percebi que isso não vai acontecer
Ah e tal, eu não gosto de vinho tinto
E é verdade. Por isso é que o copo fica sempre menos de meio quando vou jantar com os amigos e todos optam pelo tinto. Pouco menos de meio, um copo que se vai bebericando aos golinhos pequeninos, tão pequeninos que mal se notam e a coisa vai indo assim, devagar. A conversa mantém-se com o copo na mão, os golinhos controlados e, sem dar por isso, vai-se enchendo mais um bocadinho, sem nunca chegar a meio do copo. Distraída pela conversa, vou levando o copo à garrafa enquanto beberico o vinho aos golinhos. Mal se nota. Inadvertidamente percebo que não me lembro do nome da primeira garrafa, mas sei que a segunda era Periquita e a terceira era de uma Herdade qualquer. Lembro-me perfeitamente da diferença de textura e sabor dos dois últimos vinhos e acho que ainda os sei distinguir. Curiosamente, apercebo-me que esta noite já aconteceu. Noutro sítio, com outras pessoas, com outros vinhos. Mas pronto, eu não gosto de vinho tinto. Nunca gostei.
segunda-feira, julho 26, 2010
Piada instantânea
Claudia Raia e Larissa Riquelme perderam o Celulari.
A primeira separou-se do marido, a segunda foi assaltada no Rio de Janeiro.
A primeira separou-se do marido, a segunda foi assaltada no Rio de Janeiro.
Inception
"This world is not real"
It's a must see movie. Não muda a falta de química que tenho com o Leonardo DiCaprio, mas reforça a convicção de que Ellen Page é uma raising star e deixa-me com vontade de conhecer melhor o trabalho de Joseph Gordon-Levitt. Tal como em Memento, Christopher Nolan volta a pegar na concepção da realidade em diferentes níveis de memória, num jogo labiríntico que nos leva a viajar entre o real e a ilusão. Tanto que não basta ver uma vez para o compreender.
domingo, julho 25, 2010
Rota de colisão
Há por aí egos tão grandes que, por vezes, dou por mim a perguntar se o Sol estará a salvo.
sábado, julho 24, 2010
Flor de Sal
Quando um Jubileu de chocolate negro inclui a descrição "Flor de Sal", não é em sentido retórico. Eu e a minha visão poética do Mundo.
Se alguém quiser um chocolate temperado com sal, é enviar um mail...
Se alguém quiser um chocolate temperado com sal, é enviar um mail...
quinta-feira, julho 22, 2010
Os 31 é que rulam
"This research shows what many have always suspected - real beauty is about more than just good looks but a combination of confidence, style and personality too".
O estudo foi publicado no Daily Mail. Restam-me dois meses e algumas semanas de perfeição.
quarta-feira, julho 21, 2010
Sem filtro
O blogue da Margarida entranhou-se de tal forma que tive de actualizar a coluna ali ao lado. Viciante.
* Por causa disto estive a actualizar os links do estaminé. Se faltar alguém, avisem.
* Por causa disto estive a actualizar os links do estaminé. Se faltar alguém, avisem.
terça-feira, julho 20, 2010
Dia dos Amigos
Como bem diz um dos meus, é todos os dias. Quando mais precisamos, quando rimos, quando choramos, quando desabafamos, quando ouvimos, quando fugimos, quando não estamos mas voltamos. Ser amigo é um estado de alma, não se controla e acompanha-nos para sempre.
Uma questão de tamanho
Quando engolires o maior sapo da tua vida, lembra-te de que estás a aumentar o nível de jogo. Atrás desse vem outro ainda maior. E o dia dele também chegará, acredita.
Gota de Água
Eu, quando choro,
não choro eu.
Chora aquilo que nos homens
em todo o tempo sofreu.
As lágrimas são as minhas
mas o choro não é meu.
não choro eu.
Chora aquilo que nos homens
em todo o tempo sofreu.
As lágrimas são as minhas
mas o choro não é meu.
António Gedeão
segunda-feira, julho 19, 2010
À falta de discernimento pessoal
domingo, julho 18, 2010
Três dígitos
O visitante 100 mil chegou a este estaminé pela manhã, às 11h17, direccionado pelo Vamos por Partes. Foram precisos mais de três anos para cá chegar, mas sabe bem. Obrigada a todos.
Gosto mesmo muito
Não se deixem enganar pelo cartaz juvenil. Adventureland é mais do que um simples filme-pipoca. É um retrato de ironia com acção em 1987. A decadência yuppie revela-se nas cores gastas da feira popular que serve de cenário a uma história onde as personagens vivem sob a forma de caricaturas ideológicas e idealistas. A banda sonora perfeita compõe o ramalhete que nos agarra mais pelas sensações do que por qualquer outra razão. Vi duas vezes e sei que não vou ficar por aqui.
Nota para o registo cómico dos donos da feira, Bobby e Paulette. Geniais.
sexta-feira, julho 16, 2010
Às tantas eu é que estou mal
Eu, como muitos dos que aqui andam, leio os vossos posts no Google Reader. Digam o que disserem, a verdade é que esta ferramenta facilita muito a coisa. Vocês actualizam o blogue, eu recebo um aviso assim-tipo-mail e pronto, leio. Esta lengalenga toda para quê? Porque alguns de vocês - inadvertidamente ou porque querem aumentar o número de visitas - não disponibilizam a leitura total dos posts nos agregadores de RSS. Da minha parte fica aqui um grande dislike. Mais facilmente deixo de subscrever os vossos blogues do que lá vou de cada vez que escrevem um novo post. Sou má, não é? Mas é assim que eu sou!
quinta-feira, julho 15, 2010
Aviso à navegação
Não há nada para ler nas entrelinhas deste blogue. Stop. Querem saber mais sobre mim, procurem-me. Stop. Aqui o que há é o que está à vista e, acreditem, não chega para saberem como estou ou se a vida me corre bem ou mal. Stop. Continuação de óptima viagem. Stop.
quarta-feira, julho 14, 2010
Já repararam?
O DN é agora um jornal travestido. E digo travestido só para usar uma palavra que o nosso Primeiro também usa!
terça-feira, julho 13, 2010
Embirrações
Não lá vou? Não lá fui? Não lá está? Oh senhores, o não nunca pode ser separado do verbo, quando dele depende a acção da frase. Aprendam que eu não duro sempre, sim!
segunda-feira, julho 12, 2010
Sou feita de pedra
Será só a mim que o beijo de Iker Casillas à namorada Sara Carbonero não arranca mais do que um encolher de ombros?
Preciso da vossa ajuda
Esta coisa de morder a língua tem que se diga. Sempre disse que nunca pagaria para assistir a um concerto no Pavilhão Atlântico... a não ser que algum infeliz tivesse a triste ideia de lá levar os Arcade Fire. Se fosse tão boa a adivinhar os números do Euromilhões como a antever as parvoíces dos idiotas com lugares de destaque neste País, era uma mulher rica. Enfim, dado que tenho de dar a carteira ao manifesto, digam-me lá: dentro daquele ovo de Colombo mal amanhado sem acústica que se preze, onde é que se está "melhor"? Plateia, balcão 1 ou balcão 2? Obrigadinhos.
sábado, julho 10, 2010
Por esta altura
Bem que podem mudar o nome do festival para Super Bock Alive. Serve a noite de hoje para equilibrar contas em Optimus.
E ao segundo dia
Duas horas antes do melhor concerto da noite, Beth Ditto, vocalista dos Gossip, distribuiu autógrafos e esbanjou simpatia no recinto. Fui uma das sortudas a presenciar o momento!
sexta-feira, julho 09, 2010
Rescaldo da primeira noite Alive'10*
Vou tomar dois valdisperts para não me enervar. Depois volto ao assunto. Ou não, ou não...
*Alive... ahahaha, nome tão irónico!
quinta-feira, julho 08, 2010
12 milhões!?
Então, diz o Correio da Manhã, o Cristiano Ronaldo pagou uma pequena fortuna pelo filho e, pergunto eu, vai de férias para os Estados Unidos com a namorada? Se comprou o Porshe porque não o usa?
Excluída
Olha, não tenho problemas com os comentários no blogue. Fiz alguma coisa de mal? Se calhar não verifiquei a tempo, isso era ontem não era? Em calhando, é só isso.
quarta-feira, julho 07, 2010
segunda-feira, julho 05, 2010
Da ansiedade
Eu até gostava de conseguir encarar isto com calma. De curtir as "férias", encostar-me aos meses que vai demorar a resolver as questões burocráticas e manter-me na mesma quando chegar o subsídio de desemprego. Gostava, confesso que sim. Está calor, a vida lá fora chama por mim, há concertos, esplanadas, festas e inúmeras ofertas para me alegrar o(s) dia(s). Não consigo. Enquanto tiver este problema por resolver, não descanso. É estúpido, eu sei que é, mas também é incontrolável. Até posso parar por uns momentos, mas volta tudo logo de seguida.
domingo, julho 04, 2010
E depois há dias assim
Em que o Cristiano Ronaldo anuncia que é pai de um rapaz, sem mais nem ontem. Ou que a Fátima Lopes troca a SIC pela TVI, sem dar explicação. Digam lá que não gostavam de comprar amanhã o 24horas? Eu gostava de o fazer...
Isto toca-me
Venho agora do Cibertúlia onde, mais uma vez, como nos últimos dias, assisti a um chorrilho de disparates na caixa de comentários. O fecho do 24horas - jornal onde trabalhei oito anos, até ao último dia da sua edição - põe a nu as fragilidades da nossa forma de estar. A falta de tolerância, o seguidismo e, sobretudo, a defesa acérrima de opiniões não-fundamentadas. Todos fazem o seu próprio juízo, cada um mais convicto do que o outro. Mas quantos realmente perderam tempo a construí-lo? Quantos de facto conhecem o percurso do mais bem sucedido tablóide português? Quantos leram o jornal em algum momento? Será que sabem que o 24horas fez História no respeito pelos Direitos de Resposta, como a Lina Santos bem evoca. Será que entendem a dimensão do que essa postura implica em tudo o que é publicado nas páginas desse mesmo jornal, na forma como assumimos o papel de jornalistas, a defesa das fontes e a procura da verdade? Ao assumir os erros na Primeira Página, estamos bem certos do que escrevemos, acreditem. Ao denunciar uma história sabemos o que dizemos, as suas implicações e qual a relevância para o leitor. Foi neste pequeno grande pormenor que poucos souberam entender a diferença. Nada do que era publicado no 24horas - assumo erros que existiram, acontecem e não os tento abafar -, mas reforço, nada do que era publicado no 24horas era gratuito. As histórias eram fruto de um trabalho intenso de pesquisa, de cruzamento de fontes e de confirmação antes de conhecerem as prateleiras das bancas. E é esta forma de trabalhar que distingue quem um dia vestiu a camisola do 24horas. Podia neste momento evocar a quantidade de profissionais que passaram pelo jornal e continuam a dar mostras do seu excelente trabalho em publicações ditas de referência, sem que os leitores se apercebam sequer disso. Podia até falar do espírito de equipa e de camaradagem que se vivia na redacção. Nada que interesse a quem tem a sua opinião bem formada, que não pretendo mudar. A verdade é que nunca aqui revelei a minha profissão ou o sítio para onde trabalhava. Trata-se de um blogue pessoal e não faria qualquer sentido fazê-lo mas, perante as reacções que tenho lido desde que foi anunciado o fecho, resta-me a dignidade. E a dignidade é dizer-vos, sem qualquer medo das vossas reacções, que tenho orgulho de ter feito parte do 24horas.
sábado, julho 03, 2010
Há coisas que têm mesmo de ser ditas
O guarda-roupa da "Lua Vermelha" é pavoroso. Pavoroso. Pronto, já me sinto mais aliviada.
quinta-feira, julho 01, 2010
quarta-feira, junho 30, 2010
terça-feira, junho 29, 2010
O dia chegou ao fim
E com ele fecha-se um ciclo de oito anos. Desde os 23 anos que o meu nome é sinónimo da empresa de onde hoje sai. Dei-lhe a minha juventude e ela deu-me a melhor experiência que alguma vez podia ambicionar ter. Tive o privilégio de fazer História na área de trabalho por que me apaixonei quando era miúda. Fomos grandes, fomos únicos, fomos inteiros, fomos os maiores e os melhores. Brilhámos enquanto profissionais, crescemos como pessoas. Fizemos amigos e construímos uma "família" no local de trabalho. Ralhámos, discutimos, zangámo-nos mas também fizemos as pazes, rimos como ninguém, superámos tudo e todos e guardamos na alma o segredo de sabermos o mais ninguém poderá saber. Porque só quem viveu o que vivemos juntos pode entender o que é lutar pelo que acreditamos e conseguir ter sucesso. E nós tivemos esse privilégio. Eu tive esse privilégio. É por isso que as lágrimas que hoje me escorreram todo o dia pelo rosto se vão manter para sempre no meu coração. São lágrimas de alegria. São lágrimas de tristeza. Porque foi bom. Foi mesmo muito bom.
segunda-feira, junho 28, 2010
Igual mas diferente
Hoje é o meu último dia de trabalho. Estou aqui, sentada no sítio de sempre, com as emoções à flor da pele. O ambiente à minha volta não mudou muito. O frenesim faz parte das nossas vidas, hoje também. Por outras razões mas não muda o nosso estado natural. Ainda assim, faltam pessoas. Há quem esteja a trabalhar já deposto do cargo que tinha, hoje não tenho superiores directos. Eles estão cá, mas oficialmente já não estão a cargo da nossa equipa. Há quem esteja a trabalhar porque não recebeu outra ordem em contrário, como é o meu caso. Não vou ser reintegrada noutros projectos da empresa. Fomos nós, os renegados, que ouvimos de pé o discurso de despedida dos donos da casa. Não há palavras que descrevam esse momento. O olhar para a minha colega, a minha irmã do coração, e sentir que somos as últimas. Que foi a nós que coube a tarefa de fechar a porta. Hoje é o meu último dia de trabalho e, tirando a dor de barriga, parece um dia igual a tantos outros. Apenas com a certeza de que amanhã nada será igual. Uma certeza que faz toda a diferença.
domingo, junho 27, 2010
sábado, junho 26, 2010
Nos filmes como na vida real
Porque raio nos dói mais o Bruno num filme em que é o Rapaz do Pijama às Riscas que lhe dá o nome?
sexta-feira, junho 25, 2010
quinta-feira, junho 24, 2010
quarta-feira, junho 23, 2010
segunda-feira, junho 21, 2010
domingo, junho 20, 2010
Para Cavaco Silva
Tenho poucas palavras. Apenas lembrar que, daqui a 100 anos, ninguém saberá quem foi.
Posturas
Nunca conheci tão bem a blogoesfera como agora que morreu Saramago. Entre os que gostam, os que não gostam, os que respeitam e os que odeiam, tudo se torna tão mais claro agora.
Assim se vê do que somos feitos
Saramago morreu. O homem que um dia escolheu trocar a pátria por outro lugar onde se sentia melhor está de volta à terra que o viu nascer, de livre e espontânea vontade. O país recebe-o mas nem todos os braços estão abertos. Há quem escolha este momento para marcar posição. Cavaco Silva não vai ao funeral do escritor. O cão das lágrimas chora por ti, Portugal.
sábado, junho 19, 2010
Ponto final
Ele estava pousado em cima da mesa, quieto, mas piscava-me o olho. Eu estava sentada no sofá, curiosa, olhava-o desconfiada. Estávamos em 1998 e aquele era o primeiro livro de José Saramago que me chamava a atenção, porque me incomodava. Eu sabia que o autor tinha sido distinguido com o prémio Nobel mas, que raio, também sabia que ninguém conseguia passar da primeira página dos livros dele. Toda a gente, toda a gente mesmo, dizia que ler o "Memorial do Convento" era tarefa hércula e nem sequer valia a pena o esforço porque, apesar de giro, não era pontuado, dava dores de cabeça e não estava correcto. Não é assim que se escreve. Era por isso que me sentia desconfiada com o "Ensaio sobre a Cegueira" a piscar-me o olho a partir da mesa da sala. O livro não era meu, é óbvio, era de uma amiga com quem dividia casa na altura. Perdi a conta às vezes que repeti a pergunta: "como é que consegues ler isto?". Já não procurava resposta, saía-me retoricamente da boca, incrédula. E ele lá estava, sereno, sem me deixar em paz. Lancei-me a ele e li a primeira página, só para sustentar a verdade conhecida de que é praticamente impossível ler um livro de José Saramago, mesmo que dois ou três lunáticos tenham decidido que aquele é um estilo digno de receber um Nobel de Literatura. Nem sequer sabem português, quer dizer, tem o valor que tem. Uma parte do meu cérebro ainda estava nesta onda de pensamento quando outra começou a ganhar espaço. Afinal o que se passa com o médico? Fui apanhada de surpresa. Médico, qual médico? Olhei para o livro, já estava na página 36! O meu mundo caiu naquele momento. Saramago não é o escritor impossível de ler? Como cheguei até aqui assim, sem dar por isso? Como? Tornou-se no meu escritor português favorito e o "Ensaio sobre a Cegueira" ocupa lugar de destaque nos livros da minha vida.
sexta-feira, junho 18, 2010
Porque hoje estou danada
E já estou farta de ler críticas a esta miúda. Se não lhe apetece rir, se não se sente completamente à vontade com os flashes ou a fama é um problema dela. Mas que a Kristen Stewart é gira como tudo, opá... é!
quinta-feira, junho 17, 2010
Inspiração
Esta miúda sabe o que quer desde os 16 anos. Traçou objectivos, delineou um plano para os conquistar e segue caminho por etapas, sem nunca perder o sonho de vista. Não se conformou com o dia em que disse "quero". Ciente do mundo que a rodeia, Daniela Ruah sabe que tem de lutar para "ser a melhor", como os pais a ensinaram. Atenção, ela sabe que tem de lutar por isso. Ao contrário do que muitos paizinhos ensinam aos seus meninos, os pais da Daniela Ruah não lhe disseram à partida que ela é a melhor. Nada disso. Ensinaram-na a lutar pelos seus objectivos. Sem medos, esta miúda lançou-se à conquista, nunca se acomodou porque nada do que tinha - do que tem - corresponde ao que quer. Não tem medo e segue caminho. E eu gostava tanto de ser como ela.
quarta-feira, junho 16, 2010
Esta ultrapassa-me
O que é passa na cabeça das pessoas que, vendo a casa-de-banho trancada, batem à porta? É suposto sairmos com as calças na mão? Salvo erro de haver algum código social que não conheço, parece-me uma atitude completamente absurda. Shitless...
terça-feira, junho 15, 2010
A arte de saber viver [ou não]
Andar de saltos altos às tantas da manhã
Bater as portas com violência todo o dia e pela noite dentro
Cozinhar espalhafatosamente durante a madrugada
Arrumar loiças e talheres enquanto os outros dormem
Abrir e fechar as portas dos armários fora-de-horas
Gritar desalmada e terrorificamente enquanto dorme
Acreditem ou não, tenho disto todos os dias em casa
E ainda dizem que não sou santa e tenho mau feitio...
Bater as portas com violência todo o dia e pela noite dentro
Cozinhar espalhafatosamente durante a madrugada
Arrumar loiças e talheres enquanto os outros dormem
Abrir e fechar as portas dos armários fora-de-horas
Gritar desalmada e terrorificamente enquanto dorme
Acreditem ou não, tenho disto todos os dias em casa
E ainda dizem que não sou santa e tenho mau feitio...
sábado, junho 12, 2010
A quem ando a enganar*
Não gosto de sardinhas
Falam-me logo em carapaus
Dizem que têm menos espinhas
Mas eu acho que são à mesma maus
* a mim mesma, que todos os anos provo uma
sexta-feira, junho 11, 2010
quinta-feira, junho 10, 2010
Ninguém te ouve, Mário!
Onde pára o chinfrim, agora que a ERC reconhece o poder do director do Jornal de Notícias para questionar a tua crónica?
É a piadinha do momento
São Pedro prepara-se para tramar Santo António. Em guerras de santos não se metem rezas!
Last person on earth
Adoro esta altura do ano. O calor, as esplanadas, os festivais, os concertos, as festas. Ilusões.
Ano após ano.
Ano após ano.
terça-feira, junho 08, 2010
Obsessão
Isto já aconteceu. Foi em 2003, quando fui obrigada a assistir ao concerto desse ex-Take That *ler com repugnância* que dá pelo nome de Robbie Williams, no Pavilhão Atlântico. Foi a 19 de Outubro e nessa noite mordi a língua. A paixão foi de tal forma arrebatadora que, durante bem mais que um ano, segui entusiasticamente todos os passos do músico, qual stalker psicopata. Decorei todos os acordes de todas as músicas, sabia identificar cada concerto só pelo vislumbre de uns segundos das imagens que apareciam na televisão, fiz-me sócia num clube oficial de fãs e encontrei uma foto raríssima que foi o desktop do meu computador de trabalho durante demasiado tempo. Não sei dizer como passou mas foi tão intenso que, quando terminou, não restou nada. Nem o vazio. Voltou a acontecer. Estou à espera que passe.
São como os putos
Um dia destes entrei no meu local de trabalho fora-de-horas. Foi como se tivesse entrado numa festa de adolescentes, apanhados a fumar às escondidas. Não perdi tempo a pensar no assunto. Hoje de manhã, o elevador parou num andar a meio caminho. Estava um jovem, calmamente relaxado a ler um texto, sentado nas escadas, com o cigarro na mão. E assim, como quem não quer a coisa, os fumadores voltam a conquistar um espaço que é de todos mas que insistem que seja só deles. Mimados e inconsequentes, como crianças que ainda não sabem até onde vai a liberdade. E sim, o acto de fumar é sexy mas não chega para me convencer.
segunda-feira, junho 07, 2010
E quem é que esteve acordado até às quatro da matina?
Qual último episódio do Lost, qual quê! Aqui a papalva esteve a ver os MTV Awards pela noite dentro. Sim, essa grande gala onde as estrelas parece que saíram todas de uma festa com substâncias ilícitas, tratam a audiência como se estivessem a falar com atrasados mentais - alguns merecem, aqueles gritos só mesmo de gente com capacidades intelectuais reduzidas - e uma fantochada de meter dó do princípio ao fim. Mas pronto, é tudo gente cool, que diz f*** muitas vezes, presta homenagem à carreira da - pasmem! - Sandra Bullock, que até dá beijinhos à colega do lado só porque não tem mais que fazer. São eles nesses preparos e eu em casa, que achei que dormir era para meninos e gramei com aquilo tudo. Gostei dos vestidos da Scarlett Johansson e da Kristen Stewart mas, para os ver, não precisava disto.
domingo, junho 06, 2010
Impulsividade
Nem sempre os instintos nos levam pelo melhor caminho. Com o tempo aprende-se que reagir a quente, com franqueza e sem papas na língua não é virtude. Saber esperar, ser paciente e tolerante são as verdadeiras provas de fogo desta vida. E isso aprende-se com os estalos de luva branca que levamos quando estamos cheios da nossa razão. Acabei de ser atingida por um. Pode ser que aprenda.
sábado, junho 05, 2010
sexta-feira, junho 04, 2010
Há momentos que ficam
E temos a certeza disso quando nos vamos deitar com um sorriso que sabemos que não é só nosso.
Quociente de inteligência
Também se mede aos dois anos. A verdade do mundo na boca da princesa mais linda de sempre!
terça-feira, junho 01, 2010
Monção
No filme "O Amor Não Tira Férias", a personagem de Kate Winslet chama-lhe vento de Sant' Anna. Diz que traz boa-ventura. Não era de Sant' Anna, mas a agitação quente que senti hoje ao sair do trabalho mexeu comigo...
Perdi o exame
Mais de dois meses depois fui chamada à consulta para me entregarem o relatório final. O envelope ficou algures entre casa e o trabalho. È finito.
No news is good news.
domingo, maio 30, 2010
Um sorriso faz milagres
E o de Gary Lightbody incendiou o concerto de Snow Patrol na quinta-feira. Nada como um homem feliz, armado em miúdo traquina que, ainda por cima, sabe fazer música daquela mesmo boa. Volta!
sexta-feira, maio 28, 2010
quinta-feira, maio 27, 2010
Filho pródigo
A minha simpatia sempre tendeu para o filho que se mantém no caminho certo, em casa, a ajudar os pais, como mandam os costumes. Injustiçado pelo amor que dedicam ao rebelde sem causa que a todos conquista quando regressa depois de uma jornada amoral. Essa sempre foi a minha tendência. Mas a parábola não termina aqui. Um dia o pai explica o seu comportamento ao filho que sempre ali esteve: "O teu irmão estava perdido e encontrou-se". Será que chega para atenuar a injustiça? Nunca encontrei uma resposta que me satisfizesse.
Tinha tantas saudades desta casa...
Tinha tantas saudades desta casa...
terça-feira, maio 25, 2010
Jardins de Monet
Ficam ali, ao pé de Paris. Porque as novelas também podem ser fonte de cultura para os mais distraídos. Desta vez, em "Viver a Vida", na SIC.
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