quarta-feira, julho 14, 2010

segunda-feira, julho 12, 2010

Sou feita de pedra

Será só a mim que o beijo de Iker Casillas à namorada Sara Carbonero não arranca mais do que um encolher de ombros?

Preciso da vossa ajuda

Esta coisa de morder a língua tem que se diga. Sempre disse que nunca pagaria para assistir a um concerto no Pavilhão Atlântico... a não ser que algum infeliz tivesse a triste ideia de lá levar os Arcade Fire. Se fosse tão boa a adivinhar os números do Euromilhões como a antever as parvoíces dos idiotas com lugares de destaque neste País, era uma mulher rica. Enfim, dado que tenho de dar a carteira ao manifesto, digam-me lá: dentro daquele ovo de Colombo mal amanhado sem acústica que se preze, onde é que se está "melhor"? Plateia, balcão 1 ou balcão 2? Obrigadinhos.

sábado, julho 10, 2010

Por esta altura

Bem que podem mudar o nome do festival para Super Bock Alive. Serve a noite de hoje para equilibrar contas em Optimus.

E ao segundo dia

Duas horas antes do melhor concerto da noite, Beth Ditto, vocalista dos Gossip, distribuiu autógrafos e esbanjou simpatia no recinto. Fui uma das sortudas a presenciar o momento!

sexta-feira, julho 09, 2010

Rescaldo da primeira noite Alive'10*

Vou tomar dois valdisperts para não me enervar. Depois volto ao assunto. Ou não, ou não...

*Alive... ahahaha, nome tão irónico!

quinta-feira, julho 08, 2010

12 milhões!?

Então, diz o Correio da Manhã, o Cristiano Ronaldo pagou uma pequena fortuna pelo filho e, pergunto eu, vai de férias para os Estados Unidos com a namorada? Se comprou o Porshe porque não o usa?

É uma palavra tão bonita [not]

Este ano ainda não vi ninguém referir-se à canícula. Quèque se passa? Andam desatentos...

Excluída

Olha, não tenho problemas com os comentários no blogue. Fiz alguma coisa de mal? Se calhar não verifiquei a tempo, isso era ontem não era? Em calhando, é só isso.

segunda-feira, julho 05, 2010

Da ansiedade

Eu até gostava de conseguir encarar isto com calma. De curtir as "férias", encostar-me aos meses que vai demorar a resolver as questões burocráticas e manter-me na mesma quando chegar o subsídio de desemprego. Gostava, confesso que sim. Está calor, a vida lá fora chama por mim, há concertos, esplanadas, festas e inúmeras ofertas para me alegrar o(s) dia(s). Não consigo. Enquanto tiver este problema por resolver, não descanso. É estúpido, eu sei que é, mas também é incontrolável. Até posso parar por uns momentos, mas volta tudo logo de seguida.

Contagem decrescente


Porque a vida também é feita de coisas boas!

domingo, julho 04, 2010

E depois há dias assim

Em que o Cristiano Ronaldo anuncia que é pai de um rapaz, sem mais nem ontem. Ou que a Fátima Lopes troca a SIC pela TVI, sem dar explicação. Digam lá que não gostavam de comprar amanhã o 24horas? Eu gostava de o fazer...

Isto toca-me

Venho agora do Cibertúlia onde, mais uma vez, como nos últimos dias, assisti a um chorrilho de disparates na caixa de comentários. O fecho do 24horas - jornal onde trabalhei oito anos, até ao último dia da sua edição - põe a nu as fragilidades da nossa forma de estar. A falta de tolerância, o seguidismo e, sobretudo, a defesa acérrima de opiniões não-fundamentadas. Todos fazem o seu próprio juízo, cada um mais convicto do que o outro. Mas quantos realmente perderam tempo a construí-lo? Quantos de facto conhecem o percurso do mais bem sucedido tablóide português? Quantos leram o jornal em algum momento? Será que sabem que o 24horas fez História no respeito pelos Direitos de Resposta, como a Lina Santos bem evoca. Será que entendem a dimensão do que essa postura implica em tudo o que é publicado nas páginas desse mesmo jornal, na forma como assumimos o papel de jornalistas, a defesa das fontes e a procura da verdade? Ao assumir os erros na Primeira Página, estamos bem certos do que escrevemos, acreditem. Ao denunciar uma história sabemos o que dizemos, as suas implicações e qual a relevância para o leitor. Foi neste pequeno grande pormenor que poucos souberam entender a diferença. Nada do que era publicado no 24horas - assumo erros que existiram, acontecem e não os tento abafar -, mas reforço, nada do que era publicado no 24horas era gratuito. As histórias eram fruto de um trabalho intenso de pesquisa, de cruzamento de fontes e de confirmação antes de conhecerem as prateleiras das bancas. E é esta forma de trabalhar que distingue quem um dia vestiu a camisola do 24horas. Podia neste momento evocar a quantidade de profissionais que passaram pelo jornal e continuam a dar mostras do seu excelente trabalho em publicações ditas de referência, sem que os leitores se apercebam sequer disso. Podia até falar do espírito de equipa e de camaradagem que se vivia na redacção. Nada que interesse a quem tem a sua opinião bem formada, que não pretendo mudar. A verdade é que nunca aqui revelei a minha profissão ou o sítio para onde trabalhava. Trata-se de um blogue pessoal e não faria qualquer sentido fazê-lo mas, perante as reacções que tenho lido desde que foi anunciado o fecho, resta-me a dignidade. E a dignidade é dizer-vos, sem qualquer medo das vossas reacções, que tenho orgulho de ter feito parte do 24horas.

Love will tear us apart

A TVC3 presta homenagem a Ian Curtis, neste momento. Documentário sobre os Joy Division.

sábado, julho 03, 2010

quinta-feira, julho 01, 2010