quinta-feira, janeiro 31, 2013

Emel

A empresa que rouba o carro às pessoas enquanto elas não estão a ver. Depois cobra para o devolver.

terça-feira, janeiro 29, 2013

O fenómeno Sara Moniz

Dou por mim a pensar na opção desta menina, agora uma mulher, mãe de duas crianças lindas, que, sendo filha de pai cantor, com fama e conhecimentos no mundo do showbizz, gerada em família de talento e já com alguns passos na vida do social português, optou por se refugiar numa vida sem holofotes, como cabeleireira, longe do burburinho que faz girar a imprensa e televisão nacional. Não será ela a mais inteligente?

segunda-feira, janeiro 28, 2013

E-readers

Olá minha gente!

Estou com vontade de comprar um e-reader, mais precisamente um Kobo. E porquê um Kobo quando posso ter um Kindle ou, melhor, um iPad, perguntam vocês? Porque além de mais barato, serve o meu propósito sem dispersar atenções. E que propósito é esse? Ler livros em português nos transportes públicos. Como não percebo nada disto, nem nunca pensei a sério no assunto e sei que são pessoas informadas, vim pedir os vossos conselhos. Vale a pena, não vale? Qual é a melhor aposta e porquê? Enfim, aqueles pequenos pormenores que só os utilizadores que gostam de ler e não procuram outras funcionalidades sabem responder.

Conta com a vossa ajuda :)

Acho que vou emigrar

Há dias em que apetece mandar tudo à merda. Hoje é um desses dias.

sexta-feira, janeiro 25, 2013

Olhá escandaleira!

Então não é que a filha da Adelaide Ferreira - eu lembro-me da miúda com 11 anos, caramba! - foi apanhada pela Polícia brasileira depois de ter feito um aborto e agora está aos cuidados de uma instituição de menores e não a deixam voltar para os braços da mãe. Não que ela quisesse ir, digo eu. Ai, é nestas alturas que sinto falta de um jornal. 24horas, onde andas tu quando és preciso?

A minha alma está parva!

O Solinca oferece 50% de desconto da mensalidade em cartão Continente. E não há mais a querer seguir-lhe o exemplo?

quinta-feira, janeiro 24, 2013

"O Homem que Plantava Árvores", de Jean Giono


Lê-se num tirinho, numa viagem de casa para o trabalho. Trata-se de um conto sobre a generosidade e o altruísmo, assim como o deslumbramento que provocam aos olhos do homem comum. Bom para começar o dia com energia positiva.

"Morte Súbita", de J. K. Rowling

O horror, o drama e a tragédia. Ou será, o preconceito, a crítica fácil e a ignorância. Andar com um livro da J. K. Rowling debaixo do braço é, para muitos, sinónimo de gente que não ultrapassou a adolescência e sem grande gosto literário. Gente pouco culta e que pouco ou nada percebe dessa arte que é ler um bom livro. Infelizmente, preconceitos como este nascem da ignorância de quem critica sem conhecimento de causa. Sempre o defendi e volto a fazê-lo, não é à toa que existem best sellers. Há muito quem opte por livros mais fáceis de ler e os escolha como refúgios para fugir ao dia-a-dia, formas de entretenimento, que não obriguem a pensar demasiado. Nada a assinalar. Ler é um prazer e cada um sabe das suas motivações. Mas quando uma escritora alcança o sucesso que J. K. Rowling conquistou não com um mas com sete títulos, talvez seja altura de descerem do pedestal e dar algum crédito às crianças e aos miúdos. Não se pode ignorar quando quando milhares de pessoas distinguem um escritor. Há algo que eles sabem que, quem nunca leu, ignora. E a confirmação de que tanta gente não pode estar errada é este livro que pisca o olho a um público mais adulto. Com a mestria que lhe é característica, J. K. Rowling leva-nos aos meandros das personalidades de uma pequena vila inglesa nos arredores de Londres, conseguindo voltar a fazer-nos acreditar em magia. Neste caso, na magia de quem nos transporta para outros mundos, para outras cabeças e formas de estar, como quem toma todos os dias o pequeno-almoço de manhã. Há realidades assim, tão banais que só uma grande escritora como a criadora de Harry Potter nos consegue transmitir a sua complexidade. Parece confuso? Não é.

quarta-feira, janeiro 23, 2013

Morte Súbita

"Seria amor quando alguém preenchia um espaço na nossa vida que se escancarava dentro de nós depois de esse alguém partir?"

Epifania

Apercebi-me que este ano faço 35 anos. Fuck.

sábado, janeiro 19, 2013

É de mim?

As pessoas falam muito. Dizem muitas palavras para explicar o óbvio. Então, se tiverem um blog...!

quinta-feira, janeiro 17, 2013

É, eu devo ser maluquinha

Como o pão que o Diabo amassou, cuspo no prato que comi e, qual tola, sou enganada com papas e bolos. Lá se diz que grão, a grão enche a galinha o papo e que não há cá pão p'ra malucos. Mas eu continuo na minha, que aos malucos ninguém contradiz. É isso, devo ser maluqinha.

quarta-feira, janeiro 16, 2013

terça-feira, janeiro 15, 2013

Pequeno desabafo

É assim tão difícil aceitar a felicidade alheia? Amigos devem ficar felizes pelos amigos.

quarta-feira, janeiro 09, 2013

Deve ser a idade

Nunca nenhuma quadra natalícia passou por mim à velocidade desta última. Passou a correr de tal forma que nem deixou que o espírito se instalasse. Em mim! Vocês não me conhecem mas eu sou a miúda que, no início do século enviou mensagens de feliz Natal e bom ano novo a todos os amigos a 2 de Dezembro. Com a desculpa de que, na hora certa, as redes ficavam congestionadas e queria garantir que todos eram devidamente abençoados por mim. Depois fiquei triste por ter gasto todos os cartuchos tão cedo e voltei a enviar mensagens nas datas certas. Pronto, essa miúda este ano não chegou a ter tempo, ou cabeça, sei lá, para se deixar contagiar por aquela que, para mim, é a época mais mágica do ano. Ainda é, acreditem. Toda a mística que nos "obriga" a estar todos juntos, num mesmo momento, com os entes mais queridos, agarra-me de uma forma que não consigo expressar. Não sou lamechas, gosto apenas da magia. Uma magia que não me tocou desta vez porque, quando dei por mim já tinha terminado. Natal, passagem-de-ano e, pasmem, Dia de Reis. Esta também não sabem, mas antecipo o Dia de Reis como uma criança que aguarda pelo Pai Natal. O dia que fecha as festas é, para mim, o dia da redenção, o dia que compensa todas as passagens-de-ano frustradas que tenho vivido ao longo dos anos. O dia 6 de Janeiro é um dia feliz, um dia que me enche o coração de boas energias e da convicção de que o novo ano vai correr bem. Este anjo, Gaspar, Baltazar e Belchior chegaram sem que eu os aguardasse à janela. Talvez porque, desta vez, não esperasse uma redenção. Ou então, porque, mais uma vez, tudo tem acontecido depressa demais. Depressa e sem tempo para me deixar reflectir. Só hoje me apercebi que há um exercício anual que me está a escapar pelos dedos. Gosto de pensar que os 12 primeiros dias do ano são barómetros para os 12 meses que se seguem. Pois, não tenho estado atenta. Caramba, ficar velha é isto? Não quero.

Segundo passo para fazer frente à crise

Deixar de entrar em lojas com cartazes nas montras a apelar para os 70% de desconto.

Primeiro passo para fazer frente à crise

Comprei um lancheira térmica, toda gira. Preciso de trazer almoço pelo menos quatro vezes para compensar o investimento.

terça-feira, janeiro 08, 2013

As minhas teorias

Acredito que correr é doença que assalta seres humanos perfeitamente normais até então por volta da altura em que completam 30 anos. Há qualquer coisa no sistema imunitário, sobretudo masculino, que desperta na meia idade e os faz calçar uns ténis e andar em passo rápido. Imagino que haja explicações de diversos âmbitos para o fenómeno, eu fico-me pela definição genérica de "doença". Felizmente, também é coisinha que nunca dá com demasiada força e, em princípio, não traz mais que benefícios.

Começar 2013 a ajudar!

Porque todos sabemos que este ano vai ser difícil mas porque nada é mais complicado de gerir do que a falta de saúde, lanço-vos um apelo a que não sou indiferente. A prima de uma amiga minha tem 21 anos e vai ser operada a um tumor na cabeça, na quinta-feira, no Instituto de Neurociências, no Porto. Uma intervenção de risco que, devido à urgência que se impõe, será realizada pelo regime privado sem qualquer hesitação por parte da família e de quem a ama. A questão é que até o amor tem um custo. Neste caso são 12 mil euros que não existem nos bolsos destes pais que amam a Cláudia Rocha acima de tudo. O que vos peço, ciente de todas as dificuldades que nos assolam a todos, é que façam uma contribuição monetária para ajudar esta miúda e a sua família a suportar o encargo que a vida lhes pôs abruptamente em cima dos ombros. Por pouco que seja, já ajuda e pode fazer a diferença. O NIB é este: 003503060004358290023. 

Existe um evento criado no Facebook para quem quiser continuar a acompanhar o caso. Da minha parte agradeço toda  a vossa generosidade.

UPDATE: A cirurgia foi adiada uma semana devido a uma constipação. A intervenção será feita no dia 17. O valor da operação é, afinal, de 15 mil euros e não de 12 mil como tinha sido anunciado inicialmente. 

sexta-feira, janeiro 04, 2013

Tem blogui novo ná parada!

A Inês, a minha amiga Inês, que tanto talento tem para falar sobre livros e leitura, continua a dar cartas. Agora, além do canal de vídeo de que já vos falei, tem um novo blog, com resenhas sobre os livros que lhe passam pelas mãos. E que ricas mãozinhas. Ide, ide e espalhai a boa nova. Está aqui o link.

quinta-feira, janeiro 03, 2013

terça-feira, janeiro 01, 2013

2013

Olá! Eu sei que podes estranhar, mas não, hoje não estou a correr contra o relógio para conseguir exclusivos nacionais que, porventura, apesar de frutuosos, poderão nunca ver a luz do reconhecimento público. E não, ontem também não estive a trabalhar quando soaram as 12 badaladas. Estou de folga, e ontem também estive. Pela primeira vez, vivo de acordo com as regras da maioria. Não trabalho aos sábados nem aos domingos, nos feriados também sou dispensada de picar ponto. Tudo porque 2012 me roubou o sonho profissional que há muito tinha deixado de o ser. Dói, não posso dizer que não. Mas 2012 também me mostrou que há vida para lá dos sonhos e nem por isso menos feliz. É possível sentirmo-nos preenchidos com o que não sonhámos. O resto depende exclusivamente de nós, mas é possível ser feliz, há é que aprender a saber viver. A dúvida, o fracasso e as frustrações também fazem parte da vida. Ser feliz apenas na sua ausência é loucura, é ignorar a outra metade da moeda. Essa metade existe e só depois de a aceitarmos como parte de um todo é que estamos aptos a seguir em frente com as ferramentas necessárias para o que o caminho nos trouxer. Não é fácil, mas faz-se e a satisfação de o conseguir pode ser equivalente ao que se chama de felicidade. Tudo isto para te dizer, 2013, que não, não estou a trabalhar, mas estou por aqui. Não sou a mesma pessoa que entrou em 2012, nem por isso sou menos feliz. É bom que não me desiludas. Quanto muito, ensina-me alguma coisa, como o estúpido de 2012 teve coragem de fazer. E as ganas que me dá de lhe bater? Mas é bom, ainda assim.