sexta-feira, dezembro 28, 2012
Snif
Isto está a correr tão bem por estes lados que perdi dois seguidores nos últimos meses. Na verdade, não promovo este espaço, não faço passatempos, não publicito no Facebook, nem venho aqui todos os dias saber como estão, pelo que percebo as desistências. Mas, como tudo na vida, custa sempre um bocadinho. Felizmente, ainda por aí andam alguns e são os melhores. Obrigada por serem resistentes :)
quinta-feira, dezembro 27, 2012
200,000
Quase sete anos depois, a Caixa dos Segredos ultrapassa a marca das 200,000 visitas. Um número modesto para quem anda nisto por competição, mas muito aprazível para mim, que faço deste o meu cantinho especial, uma vezes com mais dedicação do que outras. Obrigada a todos os que passam por aqui.
quarta-feira, dezembro 26, 2012
segunda-feira, dezembro 24, 2012
Feliz Natal
E pronto, num piscar de olhos, já é Natal outra vez. Desejo-vos a todos uma quadra cheia de calor humano e muita alegria. Um Santo Natal para todos.
quarta-feira, dezembro 19, 2012
Às vezes faz comichão
Perceber que amig@s teus/tuas, que têm muita consideração por ti, controlam as publicações que podes ver no seu mural de Facebook. Como é que se sabe tal coisa? Além do odioso símbolo, há o pormenor nada discreto de não conseguires mesmo ver qualquer publicação das pessoas em questão. Para quê pedir amizade? Para poderem ver as nossas publicações, é isso? É que eu não bloqueio ninguém. Felizmente, são poucos os momentos em que me lembro dessas pessoas e até vou ao mural para saber novidades. Afinal, é gente que não interage.
segunda-feira, dezembro 17, 2012
Sabes que és mesmo um Borda D'Água ambulante...
Quando o teu colega do lado, que te conhece há três meses, se vira para o lado e diz: "A Vanita sabe estas coisas. Os dias já estão maiores, não estão?". E pronto, é isto.
Obrigada CP
Por foderes a manhã de segunda-feira a tanta gente que não se pode dar ao luxo de chegar tarde ao trabalho. Não tens funcionários disponíveis para trabalhar? Tenho a certeza que, de entre os mais recentes desempregados, não faltam voluntários, desde que isso chegue para pagar a comida que põem na mesa. Os utentes pagam passes em troca de serviços, não de viagens turísticas a fazer lembrar o espírito do comboio de Auschwitz, tal o aperto que se vive lá dentro. Não há uma câmara de gás à espera, é certo, mas o cheiro a humanidade também não é coisa que se inale de ânimo leve. Por tudo isto e muito mais, obrigada CP. E vai à merda!
sábado, dezembro 08, 2012
Os Sítios sem Resposta, de Joel Neto
Ora aqui está um exemplo de um livro leve, que entretém sem aborrecer e nos diverte, obrigando-nos a soltar uma gargalhada genuína no final. O amor por um clube de futebol é como todos os amores que vivemos, um sítio sem resposta, ao qual não podemos escapar. Por mais que queiramos. Lê-se de um fôlego só e leva-nos à essência do que somos, nós que um dia trocámos uma terra por uma vida diferente na capital. Obrigada à Suz e ao Peres, que sabiam que eu ia gostar :)
segunda-feira, dezembro 03, 2012
A cobardia
Há por aí malta que despede às seis da tarde, no fim de expediente. Às vezes antes de começarem as férias do dispensado. Outras vezes sem sequer dizer uma palavra, passando o serviço a outro. E têm cara para andar aí. Às vezes a mandar bitaites. Uma vergonha.
"A Dança dos Dragões", de George R. R. Martin
Foi o livro que mais me custou ler na colecção das "Crónicas de Gelo e Fogo", de George R. R. Martin. Com demasiada palha e personagens que existem apenas para alimentar mais algumas páginas de descrições e histórias de contextualização, muitas foram as vezes em que me apeteceu desistir. E a verdade é que há muito que não levava tanto tempo a terminar um livro. Mas a história está a compôr-se e o interesse, apesar de imerso em tanta palha, mantém-se vivo. Ainda há muita vontade de saber onde tudo isto vai parar e o fim deste volume deixa-nos com vontade de continuar a viajar pelos Sete Reinos e as Cidades Livres. Quem sabe até para lá do que se possa imaginar agora.
sábado, dezembro 01, 2012
As coisas como elas são
Durante muito tempo, muito mesmo, senti-me uma estranha solitária numa cidade que não era a terra que me viu crescer. E sofri com isso. Não tinha amigos, sentia um vazio enorme por isso e vi-me obrigada a aceitar essa realidade e a aprender a viver com ela. Com mais ou menos dor, aprendi a conviver comigo mesma e a aceitar-me como sou. Aprendi a conhecer-me e a recriminar-me cada vez menos, dentro desta individualidade a que me vi obrigada a sujeitar. Houve até alturas em que esse isolamento foi uma opção. Durante mais de um ano escolhi viver longe de tudo e de todos. Se não me procurassem, eu também não procurava ninguém. Foi o meu grito de revolta. E, por estranho que pareça, senti-me bem com isso. Fortaleceu-me como pessoa e, assim que me passou a birra, emergia desse buraco como uma pessoa mais madura, que só agora começo a distinguir nas posturas que vou assumindo, aqui e ali, quase sem dar por ela. Tudo isto para dizer que alguma coisa devo ter feito bem, sobretudo nos longos anos em que a minha vida se confinou quase exclusivamente ao trabalho. Agora tenho a sorte de olhar para o lado e sentir que, a uma distância confortável, estou rodeada de pessoas extraordinárias. A frase "não tenho amigos" já não me cabe, por ser injusta. Conquistei amizades verdadeiras que me enchem de orgulho, daquelas que se contam pelos dedos. E acho que sou bem capaz de encher uma mão. Ou duas até. E se isso me deixa feliz.
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