domingo, setembro 30, 2012

Tabela de preços

Olho para alguns posts na blogoesfera e pergunto-me quanto é que terão custado. Quanto é que determinada marca/instituição ou pessoa individual pagou por aquelas palavras/acção? Só para ter uma ideia de como anda este mercado.

sexta-feira, setembro 28, 2012

Faz de conta que é Janeiro

Este ano tem corrido mal que chegue, mas recuperei o peso ideal e, só por isso, já vale muito a pena.

quinta-feira, setembro 27, 2012

Tenho nojo deste país!

Cortes nos tratamentos do cancro e da sida? O Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida defende que o Ministério da Saúde deve limitar o acesso a medicamentos mais caros para o tratamento do cancro e da sida. Manuel Oliveira da Silva, vulgo Hitler que acredita na limpeza étnico-sanitária da população, que preside ao órgão consultivo, afirma que isto"não só é legítimo como, mais do que isso, desejável". Não se fica por aqui, esta cabeça pensante que me enoja. "Vivemos numa sociedade em que, independentemente das restrições orçamentais, não é possível, em termos de cuidados de saúde, todos terem acesso a tudo", acrescenta, crente de que tal - essas doenças de gente pobre, menos informada e classe baixa - nunca lhe irá acontecer. É neste exacto momento que desce em mim o taxista da minha amiga, para fazer aquilo que durante anos de catequese e instrução religiosa me ensinaram que não se faz: para lhe desejar todos os cancros do mundo e mais alguns. A ele apenas, que a minha maldade não chega para os que lhe são próximos mas não têm culpa de o ser. Fala ele em desperdício e ineficiência. Por mim, começava a limpar em cérebros como o dele.

quarta-feira, setembro 26, 2012

Dr. Mundinho

Reza a história que, quando os meus pais me foram registar, a sua primeira filha, a que decidiram dar esse nome de vanguarda que ouviram nas novelas e que nunca mais foi seguido por nenhuma geração, sabe-se lá porquê, mas, como estava a contar, reza a história que nesse dia a senhora que estava à frente dos meus pais teve uma grande discussão com o funcionário do departamento. Diz que pretendia chamar o filho de Dr. Mundinho. Tal como os meus pais, um nome inspirado nessa grande moda que chegou à televisão no final doa anos 70. A diferença - seria benção? -é que este não foi autorizado. De acordo com os argumentos do funcionário, a única forma autorizada de chegar perto das pretensões daquela mãe seria dar ao filho o nome de Mundo. Porque doutor seria quando um dia se formasse na universidade e Mundinho é diminutivo de Mundo, terá acrescentado, em jeito professoral. Nunca soube se aquele bebé que agora é da minha idade se chama Mundo, mas sei, desde tenta idade, que o Dr. Mundinho era interpretado por José Wilker. E, mais trinta anos depois, acabei de o ver na televisão. Mudam-se os tempos. E só os tempos.

Sou apenas uma rapariguinha, diria Daenerys

Não percebo muito destas coisas mas, a avaliar pelo que tenho visto, algo me leva a acreditar que este ano o domínio das audiências pelo "Secret Story" da TVI está ameaçado com a velhinha estratégia, agora recuperada, de apostar em novelas brasileiras por parte da SIC. Sobretudo tendo em conta que as duas que agora estão no ar - "Gabriela, Cravo e Canela" e "Avenida Brasil" - se enquadram no título "novelão". Sou apenas uma rapariguinha, diria Daenerys, mas quem pensa que ainda estamos a viver os tempos que tiveram início no ano 2000, com todos os paradigmas que trouxe em termos de televisão e comunicação social, está redondamente enganado. Abram os olhos enquanto é tempo. Se não abrirem, o tempo tratará disso.

"Tu já és quem tu queres ser"

Ah, pois.

terça-feira, setembro 25, 2012

Somos fortes

Nós, os seres humanos. Se sobrevivemos à chegada do outono depois de mais de três meses de sol, temperatura acima dos 25 graus e noites que chegam só depois das oito horas, somos capazes de tudo.

segunda-feira, setembro 24, 2012

Modernidades

Sou fã do home banking e das lojas online. Agora nem preciso de levantar o rabo da cadeira para nada. Fazer transferências, oferecer presentes, carregar o passe social - vida de pobre! -, está tudo à distância de apenas mais uns cliques no computador que tantas horas do dia nos rouba. Por exemplo, estava a fazer planos de usar a hora de almoço para tratar de um presente. Até que me lembrei das lojas online e do home banking. Está tudo tratado e a hora de almoço é toda minha.

Lições de humildade

Têm sido assim as minhas últimas semanas. E quem disse que miúdas pespinetas como eu não beneficiam de aulas destas, em regime obrigatório-sem-forma-de-escapar?

domingo, setembro 23, 2012

Fizémos história

O 15 de Setembro é uma data. Não há volta a dar.

"Mataram a Cotovia", de Harper Lee

O livro mais bonito que li até hoje. Não releio livros mas, este, gostava de voltar a ler um dia. O relato desconcertante de uma menina de oito anos, que tanto nos rouba gargalhadas inesperadas, como nos sufoca com um murro no estômago. Simplesmente belo, deixa-me com a certeza de que os autores norte-americanos do início do século XX nunca me deixam ficar mal. 

sábado, setembro 22, 2012

"Mataram a Cotovia"

"O Atticus explicou-me que o Jem estava a tentar esquecer alguma coisa, mas o que ele estava a fazer, na realidade, era a guardar tudo dentro dele até que passasse tempo suficiente. Nessa altura seria capaz de pensar sobre o assunto e perceber melhor as coisas que tinham acontecido. O Jem voltaria a ser o nosso velho Jem de sempre, assim que conseguisse pensar nas coisas com mais clareza."

sexta-feira, setembro 21, 2012

Crianças

Adoro criaturas pequenas e desde muito menina que oiço dizer que devo ter o relógio biológico a dar horas (!) mas, sinceramente, falta-me a paciência para guinchos e birras. Quando se transformam em buzinas, só os quero longe de mim e, às vezes, eu própria me derreto com o meu instinto maternal.

Ah, os transportes públicos

Têm tantos encantos. E não estou a ser irónica.

Digam-me lá!

Se tiver mesmo de ser, para conseguir traçar uma opinião, se tiver de ler "As Cinquenta Sombras de Grey", é melhor fazê-lo em inglês? Alguém já o fez?

quarta-feira, setembro 19, 2012

O prometido é devido

Ora vamos lá conversar sobre o quarto livro de "As Crónicas de Gelo e Fogo", que em Portugal se divide no sétimo e oitavo volume da colecção, mais precisamente "O Festim dos Corvos" e "O Mar de Ferro". Ora, ainda não tinha sequer passado do primeiro volume - o definido por George R R Martin, que a decisão da editora Saída de Emergência de os dividir em dois ainda me está atravessada - quando me apercebi que estes não seriam livros para me entusiasmar por aí além. E porquê? Primeiro porque "O Mar de Ferro" faria prever que a história se centraria num núcleo que nunca me fascinou por aí além. E, sejamos honestos, "O Festim dos Corvos" facilmente deixa antever que as nossas personagens favoritas estarão em maus lençóis, o que, bem explorado, até poderia ser interessante em termos de narração da história.

*possíveis spoilers*

No entanto, já estava bem avisada, depois dos grandes acontecimentos do terceiro volume - sim, do autor! - estes dois representariam um travão na acção que nem sempre foi bem recebido pelos leitores. Não foi o que menos me agradou. Para além do facto de "O Mar de Ferro" ser tão pouco volumoso que facilmente se percebe que não havia necessidade de dividir a história, mais uma vez, o que realmente me desgostou foi a atenção dada a Cersei e aos seus dramas e futilidades. Nada daquilo se enquadra no registo que me atraia nas crónicas e facilmente pode ser confundido com um tipo de romance que não interessa. As minhas personagens favoritas não fazem parte da história, numa decisão propositada do autor, e a única que tem essa sorte sofre um revés que ainda não consegui engolir. No geral, apesar de serem introduzidos núcleos interessantes, como novos pontos de vista que vão trazer mais-valias à acção, a história é chata e difícil de digerir. A vantagem é que abre o apetite para o próximo volume - o último - onde, à partida, já sabemos que vamos reencontrar as personagens que alimentam a fantasia.

Antes de dormir e assim que acordas

Em quem é que pensas?

segunda-feira, setembro 17, 2012

Sou do contra, já se sabe

Nesta imagem, apenas vejo uma rapariga linda de morrer, apanhada numa situação que não se compreende à partida. Que se torne um símbolo da manifestação de 15 de Setembro parece-me mais do que abuso, parece-me descabido. Porquê? Porque nada diz do que ali se passou. Nada. Além, lá está, de que a miúda é realmente linda de morrer. Completamente ao lado da história do dia.

Hole in my chest


O tempo cura tudo. Será?

"Mataram a Cotovia"

"- As pessoas que estão no seu perfeito juízo nunca se orgulham dos seus talentos - disse Miss Maudie".

domingo, setembro 16, 2012

Isto era tão bem frequentado

E agora tenho anónimos que vêm para aqui despejar frustrações. Amigos, arranjem uma vidinha sim. Longe da minha vista que me falta paciência para gente que perde tempo com quezilas destas. Olha, já que andam pela blogoesfera aproveitem para ser felizes. É que isto pode ser um sítio muito especial, não o estraguem. E "deslarguem-me".

"Mataram a Cotovia"

"No início do verão tinha-me pedido em casamento, mas rapidamente se esqueceu da proposta. Tinha-me escolhido, marcou-me como sua propriedade, disse que eu era a mulher que amaria para toda a vida e depois ignorou-me. Dei-lhe duas tareias, mas de nada adiantou, já que só o fez aproximar-se do Jem". Delicioso.

É tempo de passar a pasta

Pela primeira vez, desde que comecei a trabalhar na área da televisão, como jornalista, vou assistir de fora à estreia de um daqueles reality shows que, à partida, já sabemos que vão dominar as atenções até passagem-de-ano. Não sinto o nervoso miudinho que antecede o momento de se conhecer os concorrentes, não estou dominada pela angústia de falhar e a adrenalina do direto não tomou conta de mim. Tal como em 2000, sou uma mera telespectadora. As capas, as histórias, as manchetes, as famílias e os amigos da onça, sempre dispostos a revelar mais um segredo, ficam para outros. Não tenho pena. Dei o meu melhor quando tinha de dar, diverti-me, gozei ao máximo e entreguei-me à missão com unhas e dentes. Agora é a vez de outros fazerem o mesmo e só desejo que o façam com a mesma garra - para usar uma expressão muito em voga nos últimos tempos na blogoesfera - e que me mantenham bem informada. Porque se há novela que uma pessoa gosta de seguir, é a da vida real. E que comece a "Casa dos Segredos".

sábado, setembro 15, 2012

"Mataram a Cotovia"

"Nunca conseguirás compreender totalmente uma pessoa se não vires as coisas do seu ponto de vista...". Os meus lemas de vida também aparecem nos livros.

Hoje pode fazer-se história

Ainda não decidi se me junto aos muitos que se vão manifestar contra as medidas de austeridade e, exactamente por isso, estou danada comigo e com que pensam como eu, nem que seja por segundos, o segundo que pode fazer a diferença . A verdade é que poucas manifestações têm o poder de gerar uma reviravolta nas políticas instaladas mas, como facilmente se percebe, esta de hoje reúne o raro condão de unir patrões e trabalhadores na mesma luta. Desperdiçar a oportunidade de repetir o 1 de Maio de 1974 revolta-me as entranhas. Mas depois há os comentários exaltados, demasiados extremistas e pouco ponderados, que me deixam com o pé atrás. Temo pela integridade física dos manifestantes mas, sobretudo, preocupa-me que a verdadeira mensagem se perca pelo caminho. Pior, irrita-me que estas angústias diminuam o número de manifestantes. É que não se volta a repetir uma oportunidade como esta. Ou talvez se repita, daqui a mais de trinta anos. E eu não quero fazer parte da geração que cruza os braços e assobia para o lado.

sexta-feira, setembro 14, 2012

Piropos

Cheia de saúde, atira um rapaz, entusiasmadíssimo por me ver. So true, finally.

Decisão tomada

Comecei a ler o "Mataram a Cotovia" - na tradução anterior o título era "Por Favor Não Matem a Cotovia", pelo que já sei o final! - e, do pouco que li, não estou nada arrependida. Vim a rir-me nos transportes públicos até ao trabalho.

Puro prazer

Cheirar um livro novo.

quinta-feira, setembro 13, 2012

É entusiasmante mas assusta

Nunca vivi Portugal assim, em tensão politico-social.

Dêem-me lá uma ajuda

Acabei agora de ler o oitavo livro do George R. R. Martin e não tenho o nono à mão de semear. O que devo ler entretanto? Estou tentada para o "Mataram a Cotovia", mas dêem-me as vossas opiniões. Gosto sempre de saber o que andam a ler por aí. Ah, as sombras do outro não me convencem.

Cheira a revolução no ar

Ainda não repararam?

Da obtusidade

Quando se é rígido demais, perde-se a essência do que se procura com tanto ardor.

quarta-feira, setembro 12, 2012

Erros ou nem por isso

Ontem assinalaram-se 11 anos sobre o atentado ao World Trade Center. Mas o Mundo não se resume a datas históricas e políticas. Também houve quem fizesse anos, quem celebrasse nascimentos ou casamentos e datas pessoais que a mais ninguém dizem respeito senão aos próprios. Foi o meu caso, apesar de só me ter apercebido disso hoje. Sabendo o que agora sei, teria feito o mesmo? Não tenho dúvidas. Os erros são experiências de vida. Valem pela lição que nos trazem. Às vezes nem erros são, mas apenas caminhos que precisamos de trilhar. E este eu já palmilhei.

Gabi, Gabi...

Espreitei durante alguns minutos, intercalados, dois episódios de "Gabriela, Cravo e Canela", e percebi porque é que há 35 anos o povo se rendeu ao formato das novelas. É que aquilo não tem nada a ver com o que se tem feito desde então. É muito quente, até para os dias de hoje.

segunda-feira, setembro 10, 2012

Fragilidades

Os morangos caíram-me todos no chão e só me apetecia chorar.

Perder neuronios é...

Subir o primeiro degrau de um lance de escadas e parar, à espera que elas comecem a andar.

Crise existencial

Falta de coragem para trair o que sou.

Náuseas, sinto náuseas

Há gente que, além de não se saber colocar no seu lugar, ainda consegue estragar todo o ambiente que os rodeia.

A culpa é da China

Enquanto permitirmos o trabalho escravo dos amarelinhos, a carruagem económica e social do mundo ocidental segue desgovernada em direcção ao abismo. Alguém que os pare!

Independência para a Madeira, já!

"Nós não somos uma colónia de Portugal", diz Alberto João Jardim. Pois não, as colónias davam-nos riquezas.

domingo, setembro 09, 2012

Surpresa

Hoje recebi um mail de um leitor da Caixa dos Segredos. Ando tão aluada nos meus pensamentos que muitas vezes nem me lembro que há quem leia o que aqui vou desabafando. É bom saber que o que sou toca alguém. Faz-me sentir compreendida. Obrigada.

Gostava de viver daqui a 30 anos

Gostava de analisar de forma isenta e histórica o impacto das grandes decisões que se tomam um pouco por toda a Europa. Perceber a que caminhos conduzem e todas as suas consequências. Gostava de estudar as soluções e compreender onde e em que momentos os atalhos foram responsáveis pelo que se viverá então. Viver o presente de uma mudança não nos permite abarcar a amplitude dos acontecimentos. E eu gostava de compreender tudo isto.

Esta regressão que me mata

O salário mínimo vai descer com esta habilidade de Passos Coelho?

sexta-feira, setembro 07, 2012

Estou gorda!

A puta da idade mudou-me as feições e tenho cara de bolacha. Não consigo lidar com isso.

quinta-feira, setembro 06, 2012

Momentos únicos

Por uma razão que não vale a pena explicar, passei o dia a pensar num ex-namorado, curiosamente o que deu origem a este blog. A tal razão que não vale a pena explicar levou a que tivéssemos trocado umas palavras de circunstância durante o dia, através dos inúmeros suportes tecnológicos que agora aproximam as pessoas. A conversa correu tão bem que, qual velhos amigos, conseguimos colocar vários assuntos em dia, com aquela alegria de quem gosta de perceber porque é que no passado existiu uma ligação entre duas pessoas que agora raramente se cruzam. De regresso a casa, numa saída de metro, encontrámo-nos. Por mera coincidência. Duas horas depois de acharmos que tínhamos estado juntos, numa conversa cheia de energia positiva, a vida real mostra-nos que nada tem o impacto de reencontrar alguém de quem vais sempre gostar. Uma boa lição.

Mistério resolvido

Os horários dos transportes públicos fazem muito pela assiduidade de uma pessoa. E também já percebi porque é que há quem beba café de manhã. Torna-se indispensável.

Ao pedinte do comboio

Eu também digo bom dia às pessoas e depois não lhes vou pedir uma moedinha. Mas é uma ideia a ponderar. Uma grande ideia.

terça-feira, setembro 04, 2012

Voluntários

Preciso de uma massagem intensa aos pés e outra às pernas. Anyone?

Coisas que estragam o café

A bendita chávena a escaldar e o abençoado pau de canela. Fica um primor.

Imaginem a pessoa com o riso mais estranho do mundo

Agora, imaginem que essa pessoa nunca pára de rir. Essa pessoa está à minha frente.

O Mar de Ferro

"Se me afogasse, nunca ninguém precisaria de saber que me envergonhei e quebrei os votos, e Gilly pode arranjar um homem melhor para si, um homem que não seja um grande cobarde gordo."

Ter um amigo é...

Eu mudar de vida e ele acompanhar o meu percurso para onde quer que eu vá.

Coincidências

O post das efemérides foi o número 2000 publicado neste blog, não estivesse eu a assinalar esse mesmo ano. Há coisas do catano.

segunda-feira, setembro 03, 2012

Boas notícias

Esta menina regressou hoje à labuta diária. Agora é torcer para que corra tudo bem.

Acontece a todos

Chegou a minha vez de me insurgir contra George R R Martin. Aguentei a sentença absurda de Joffrey, aceitei estoicamente o Casamento Vermelho, mas serás que tens mesmo de ser assim tão cruel com a Gata dos Pantanos? Damn you!

Efemérides

Para quem não sabe, o primeiro "Big Brother" estreou há exactamente 12 anos, no dia 3 de Setembro do ano 2000. Um acontecimento que mudou o paradigma da televisão em Portugal e causou um tumulto de consequências inéditas na forma de se fazer comunicação social a todos os níveis neste pequeno e pacóvio país. Era domingo e, nessa noite, mal preguei olho. Não por causa do reality show mas porque no dia seguinte comecei a trabalhar, pela primeira vez, como jornalista estagiária. Mais uma pequena revolução que o mundo viria a conhecer a partir desse dia. Doze anos passaram e, hoje como então, o sono teima em chegar. O que virá por aí?

domingo, setembro 02, 2012

Luta

Quando as memórias são físicas, as saudades apertam com sabor agridoce.

Venci a vergonha

E passei o verão praticamente todo de calçonete - se há por aí tanta gente a exibir miséria porque não me hei-de juntar alegremente ao grupo? - e havaianas nos pés. E o que me vai custar abandonar esta rotina? No fundo, trata-se de uma forma de estar. Entranha-se. Não sei se sobrevivo.

Setembro