sexta-feira, novembro 25, 2011

quinta-feira, novembro 24, 2011

O Príncipe da Neblina

Há um efeito de Pavlov que se desencadeia sempre que vejo o nome Carlos Ruiz Záfon, ou desencadeava. Tudo por culpa de "A Sombra do Vento", que li em 2007, quando fui a Barcelona. Depois desse livro, que consta entre os meus favoritos de sempre, ansiei pela saga, com "O Jogo do Anjo". E fiquei desiludida. Aquilo que no primeiro era apenas um tempero, o ambiente sinistro e fantasmagórico, transformou-se no protagonista principal de uma história decalcada do livro anterior. Foi sem grande vontade que li "Marina", um das primeiras obras do autor, traduzida para português no final do ano passado. E percebi que não valia a pena insistir. A magia de "A Sombra do Vento" é irrepetível e, por muito que o autor me saiba embalar nas suas histórias, não justifica o tal efeito pavloviano. Ainda assim, depois de me oferecerem este "Príncipe da Neblina", foi com curiosidade que o devorei. Porque este livro marca a estreia do autor, porque é dirigido a um público juvenil e porque queria saber se me surpreenderia. As expectativas eram baixas e, por isso mesmo, gostei do que li. Sempre fui entusiasta do registo juvenil e, embora o tom sinistro esteja sempre presente, neste tipo de aventura, faz todo o sentido. Devora-se numa ou duas tardes, mas é um momento bem passado. Que não deixará grandes marcas, mas não desilude.

quarta-feira, novembro 23, 2011

Antes dos 1000 km

Não imaginam como me parece mal que haja quem tenha carros novos, como eu, mas que, para isso, não faça mais do que uma boquinha hipócrita e abanicar as pestanas com ar de carneiro mal morto. A injusta sempre existiu, dizem, mas há vezes em que dói mais.

terça-feira, novembro 22, 2011

domingo, novembro 20, 2011

A curiosidade matou o gato

A mania de saber sempre mais à frente não pode ser levada de ânimo leve numa colecção que demora 14 livros a chegar ao fim. Nesta ânsia de saber mais, que me faz ler as sinopses dos volumes que se seguem, com um autor sádico que mata as personagens favoritas dos leitores, já descobri mais do que queria. Damn it.

A Muralha de Gelo

Apesar de, a determinada altura, me ter cansado e deixado as aventuras dos Sartk e dos Lanister de lado, a verdade é que já não as consigo esquecer. Estou empenhada nesta luta, quero saber como se vai desenrolar e que transformações vão ocorrer nas grandes famílias até que tudo se volte a recompor. Isto é como uma série de televisão, um filme épico, uma vez envolvidos só descansamos quando chegarmos ao final. E aguentamos mesmo um ou outro momento menos interessante. Até porque, sabiamente, o livro fecha com tudo em aberto. Será uma questão de tempo até que me volte a embrenhar na sua trama. No segundo livro, o terceiro em português...

sexta-feira, novembro 18, 2011

Ah e tal, cultura geral

A mim, dá-me "uma branca" de cada vez que atiram com essas perguntas de saber feito. Ser inteligente não se mede pela capacidade de preencher requisitos definidos por alguém num determinado contexto de espaço e tempo. Haver quem acredite ferozmente nisso é que me deixa doente. E, nesse caso, com pouco para argumentar. É que a estupidez só se alimenta de si mesma.

quinta-feira, novembro 17, 2011

Se fosse um carro, estava bom para a sucata

Já passámos os 160 mil. Quem diria?

My guilty pleasure

Tenho perfeita noção de quão mau tudo isto pode ser, mas adoro a saga Twilight e toda a fantochada à volta dos filmes e dos actores. Contei os minutinhos para estar na antestreia do quarto filme, "Amanhecer - Parte 1", e vibrei com palermices próprias de adolescentes. Não tenho qualquer problema em admiti-lo mas também não faço disso uma bandeira. É algo que é meu e gosto que assim seja. Tanto gostei do filme como da crítica que li hoje de manhã na revista Tentações, da Sábado, que o arrasa com sarcasmo humorístico e cheio de mestria. Agora o que não consigo entender, e que também li nessa mesma crítica, é esta opinião generalizada de que o primeiro filme foi qualquer coisa de espectacular que saiu das mãos dessa grande realizadora que é a Catherine Hardwicke. Agora, que passaram quatro anos, todos dizem isto? Que coerentes. Quer dizer que basta esperar mais um pouco para que este, que estreia hoje, seja uma obra-prima. É isso?

terça-feira, novembro 15, 2011

Pumba, levas com o menir!

Que ideia genial esta da "Casa dos Segredos". De que cabeça é que isto saiu? Adoro.

Eu podia ter nascido no tempo dos reis e dos dragões

Sou pela nobreza de carácter, a honra e a frontalidade, e alinho na expiação da culpa sem medo de a encarar. Não sou do tempo em que a frontalidade é qualidade de gente "que não as mede" ou com falta de neurónios e onde a hipocrisia e cinismo andam de mãos dadas como monarcas a idoltrar. Não sou vassala destes dias de agora.

sexta-feira, novembro 11, 2011

Avançamos passos largos na marcha atrás

Ora se já tratámos de deixar a capital ao nível das cidades do terceiro mundo, sem transportes públicos que sirvam as populações, agora resolvemos o assunto de vez, deixando velhos e crianças rabugentas sem acesso aos mesmos. Anseio por ver o resultado disto daqui a uns cinco anos.

Com esta coisa dos feriados

Ainda se lembram de cortar também nos fins-de-semana. Que da coelheira não salte a ideia peregrina de que a manhã de sábado também é boa para trabalhar. Vá mas é roer cenouras!

quarta-feira, novembro 09, 2011

Good morning, I see the assassins have failed...

É preciso ser uma pessoa muito especial para perceber o humor negro. É preciso ser uma pessoa muito especial para entender as minhas piadas. São muito british, ok? Já percebi que não são acessíveis a qualquer um. O que é pena...

Os pesos e as medidas

Em grupos pequenos há pessoas que, ao abrirem a boca, serão sempre mal interpretadas. Umas vezes com mais razão do que outras, mas sempre com o preconceito a sobrepor-se à parcialidade. Porque quando não se quer, o outro nunca estará à altura.

Posso marcar as férias?

Então não é que o Estado português mantém um apartamento de luxo em Nova Iorque, mesmo em frente ao Central Park? Ao que me dizem, é ao lado do prédio onde mataram o John Lennon. Eu acho lindamente. Assim comàssim, em vez de ficar numa espelunca, quando lá for, posso usufruir dos nossos bens. Tenho de avisar alguém ou basta aparecer?

domingo, novembro 06, 2011

Pior era impossível

popota + aquela musiquinha que imita a lambada e tem lá mais qualquer coisa pelo meio que não consigo identificar. de ano para ano, superam-se.

sábado, novembro 05, 2011

50/50

Há filmes onde vemos pouco mais do que o retrato da nossa própria vida. Um pouco mais melodramático, com uma ou outra diferença a apontar, mas igual na essência. Foi por isso que demorei tantos dias a falar nele. É um filme difícil e leve, fácil de digerir mas que nos corta a respiração a bocados. É um filme divertido, positivo, como se quer. Emocionante, sobretudo pela lição de amizade que me fez recordar.


Obrigada a ti, que estiveste mesmo lá quando era preciso!